sexta-feira, 17 de outubro de 2008

BAIXADA URGENTE - DENÚNCIA

GOVERNO NÃO SE PREOCUPA
COM 0 LIXO HOSPITALAR
A denúncia de um médico, ligado ao futuro prefeito Zito e que participou da visita ao novo hospital, segundo a qual o lixo produzido nos centros cirúrgicos do Hospital Moacyr do Carmo, com alto teor de contaminação patogênica, é transportado sem maiores cuidados no mesmo elevador que leva as quentinhas para os pacientes internados, não mereceu, até agora, nenhuma resposta da Secretaria de Saúde do município, cujo titular, o biólogo Oscar Berro, também responde pela direção do hospital e comanda a Vigilância Sanitária na cidade. E a situação ficou ainda mais preocupante com a observação da internauta Miriam Berro (não é parente do Secretário de Saúde) de que, até hoje, nem o Ministério da Saúde, muito menos a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), baixaram qualquer norma sobre o transporte de resíduos produzidos no interior dos hospitais, quer públicos, quer particulares. Ela cita, ainda, que presenciou, por mais de uma vez, funcionários da Secretaria de Obras manipulando os resíduos de um hospital particular sem os devidos cuidados, inclusive com a própria segurança.
Tão preocupante quanto a falta de cuidados ao lidar com o lixo hospitalar é verificar que a própria Assessoria de Imprensa da Prefeitura, tão ativa durante a recente campanha eleitoral, quando inundava as redações dos veículos de comunicação com noticiário tendencioso sobre as ações do Governo, também tenha silenciado sobre tema tão importante para pacientes e servidores dos nossos hospitais: a segurança na manipulação de lixo hospitalar, que pode agravar o quadro de pacientes e contaminar os próprios servidores da Secretaria de Saúde.

MOSTRA DE TEATRO AGITA
CAXIAS POR CINCO DIAS
O Teatro Procópio Ferreira, da Câmara de Duque de Caxias, vai ser palco de um grande projeto teatral. Será o “Baixada Encena Festival 2008”, que acontecerá de 20 a 24 de outubro, sempre às 19h, com ingressos a R$ 15 (adulto) e R$ 7 (meia). O passaporte para as cinco apresentações custa apenas R$ 15. Acontecerão ainda espetáculos ao ar livre no dia 25, às 10h, 15h e 17h, na Praça da Emancipação, mais conhecida como Praça do Relógio. O encerramento será no mesmo dia, às 20h, na Lira de Ouro (rua Sebastião de Oliveira nº 72). Paralelamente, serão realizados um seminário e oficinas gratuitas. O evento é realizado pelo Centro Experimental de Teatro e Artes-CETA e não tem caráter competitivo.
O CETA começou a funcionar há cerca de três anos, para estimular e promover encontros e trabalhos focados por afinidades pessoais, de linguagem, técnicas ou estéticas, por iniciativa dos atores Lino Rocca e Vânia Santos. Sua primeira iniciativa foi o espetáculo-laboratório de sala (adulto) “Quarto de Empregada”, de Roberto Freire, em conjunto com a Cia dos Atores de Copacabana, e depois a leitura dramatizada de “A festa do advogado Panthelin”, com a Cia de Beltrano, em 2006. No mesmo ano, lançou o “Cabaré Cultural”, ação coletiva de intervenção artística em espaços urbanos ociosos.

• Enquanto se prepara para voltar à Prefeitura de Duque de Caxias, o ainda deputado estadual Zito tem feito reflexões sobre a sua carreira política, numa espécie de “mea culpa”. Depois de admitir que foi um erro de cálculo revelar que disputaria a eleição para o Governo do Estado, na sucessão de seu amigo e padrinho político Marcello Alencar, Zito surpreende novamente amigos, correligionários e adversários ao admitir que errou feito ao lançar parentes na carreira política.
• “Foi um erro político ter lançado Narriman e Waldir Zito na política.
Hoje, eu não faria isso. Minha única herança política é minha filha, a deputada federal Andréia Zito (PSDB). Ninguém mais”, disse Zito, que nesta eleição preferiu garimpar votos em Caxias e não apoiou nenhum candidato com seu sobrenome em outras cidades.
• No balanço dos resultados das últimas eleições, em que seu irmão Valdir amargou uma acachapante derrota na disputa por uma vaga na Câmara de Belford Roxo, onde fora prefeito (teve apenas 350 votos), o prefeito eleito de Duque de Caxias confirmou que sua herdeira política é a deputada federal Andréia Zito, filha do seu primeiro casamento.
• Além de Valdir Zito, outros candidatos ligados ao ex-prefeito de Duque de Caxis também fracassaram nas últimas eleições, como a sua ex-mulher, Narriman Zito, que tentou voltar à Prefeitura de Magé, e a estudante Linda Zito, filha de Narriman e Zito, que tentou um mandato de vereadora em Nova Iguaçu e não passou dos 288 votos.
• Depois de um longo “recesso branco”, em que só vota projetos de interesse (eleitoral) do prefeito Washington Reis, a Câmara de Vereadores de Duque de Caxias voltou a se reunir nesta quinta-feira. Além de uma pauta exclusivamente situacionistas, a grata surpresa da sessão foi volta do vereador Vaguinho, que esteve hospitalizado por mais de uma semana às vésperas da eleição. Ele não conseguiu se reeleger (é o primeiro suplente da coligação), mas está se recuperando bem das duas cirurgias de emergia a que foi submetido num hospital da Zona Norte da Capital.
• O PT no Governo continua fazendo tudo que condenava no Governo de FHC, inclusive manipulando, de forma político-eleitoreira, os preços dos produtos produzidos e distribuídos pela Petrobrás. Além dos prejuízos que a estatal teve que engolir, por ordem do Planalto, na Bolívia, Venezuela e Equador, a Petrobrás vai continuar subsidiando o gás residencial, mas vai cobrar a fatura da indústria e dos donos de automóveis, inclusive os taxistas.
• Para novembro, a CEG, distribuidora de gás no Estado do Rio e que tem capital da Petrobrás, já anunciou novo reajuste da tabela produto a partir de 1º de novembro, isto é, depois do segundo turno das eleições municipais. Enquanto os motoristas (da classe média para cima) vão pagar mais caro pelo GNV (+ 8,5%).
• Segundo nota divulgada pela CEG, o gás residencial terá uma redução de 4,4% e no comercial, a queda será de 3,7%. A conta mínima também foi reduzida em 5,5%. Houve um aumento cavalar, porém, que varia de 6% a 8,2% para o mercado industrial (principalmente as padarias) e de 8,5% para o mercado de gás natural veicular (GNV), isto é, tanto para os riquinhos da Barra que freqüentam o “Manoel e Joaquim”, como o “Zé da Obra” que mora em Imbariê e resolveu botar gás no seu possante “Gol 82”
• Mais de 80% dos professores se sentem desvalorizados pela sociedade. O cenário não muda dentro da escola, onde 75% acha que a administração do colégio ou até mesmo da Secretaria de Educação de sua cidade não reconhecem a importância da categoria. A constatação é da pesquisa “A Qualidade da Educação sob o Olhar do Professor”, da Fundação SM e da Organização dos Estados Ibero-americanos. Mais de 8 mil professores em 19 estados participaram do estudo.
• “O fato de não serem valorizados [professores] como profissionais, sem perspectiva de bons salários ou de uma carreira, leva a um processo de desvalorização. Os jovens não procuram o magistério o que cria um efeito dominó”, comenta o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Leão.
• Outro tema avaliado pela pesquisa foi o grau de satisfação dos professores referente aos diferentes aspectos da escola, desde a infra-estrutura até o relacionamento com as famílias dos estudantes. Para 81,3% dos entrevistados, a relação do professor com seus alunos é o que traz mais satisfação. Em todos os pontos avaliados, o nível de contentamento dos professores da rede particular é sempre maior do que os da pública. Sobre as instalações, equipamentos e materiais que a escola dispõe para otimizar as aulas, 84,1% dos professores da rede privada dizem estar satisfeitos, contra 47,3% da rede pública.
• A professora Margarete Lopes vive as duas realidades. Ela dá aula de artes visuais em uma escola pública de Taguatinga – distante 20 quilômetros de Brasília – e em um colégio particular da cidade. Projetores, DVD, televisão e internet são alguns dos recursos que ela dispõe para dinamizar o ensino na instituição privada.
• “Os recursos digitais influenciam muito no processo de aprendizado, porque hoje, em qualquer nível social, o estudante tem acesso a essas tecnologias. Se a escola também oferece esses meios, o resultado é mais positivo, atrai o aluno”, avalia a professora. Na escola de Taguatinga, os recursos são mais limitados. “A gente tem projetor, TV, laboratório de informática, mas é um aparelho e eu não sou a única querendo usar”, explica.
• Além da questão estrutural, Margarete acredita que para melhorar a qualidade do ensino nas escolas públicas é preciso que toda a sociedade se comprometa com a causa, além da vontade do governo. “A escola pública pode melhorar bastante a partir do momento em que as políticas educacionais sejam verdadeiramente compromissadas”, acredita.
O POVO FALOU!!!!!!
Fonte: DC NEWS

Um comentário:

AMIGOS DO ZITO disse...

Duque de Caxias, filial do crime do Rio - Traficantes da Vila Cruzeiro e do Alemão levam terror à Mangueirinha

http://amigosdozito.blogspot.com/