segunda-feira, 3 de novembro de 2014

CENTRO DAS ARTES DE CAXIAS
TERÁ ASSINATURA DE NIEMEYER

O Centro das Artes terá a assinatura do
bisneto de Oscar Niemeyer
Oscar Niemeyer é considerado o maior arquiteto da história do Brasil e um dos gênios da arquitetura moderna mundial. Seu bisneto, Paulo Sérgio Niemeyer, de 44 anos, seguiu os caminhos do avô falecido em 2012, aos 104 anos, abraçando também o urbanismo como carreira profissional. Nesta segunda-feira (03), Paulo Niemeyer promoveu na Biblioteca Leonel de Moura Brizola, na Praça do Pacificador, projetado por seu bisavô, um encontro de arquitetos com representantes do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro (CAU-RJ) para debater e discutir, além das eleições da CAU que acontece nesta quarta-feira (5), algumas soluções urbanísticas para Duque de Caxias. 
Em 2012, Paulo Sérgio Niemeyer desenvolveu o projeto Nova Cidade de Duque de Caxias que será apresentado ao prefeito Alexandre Cardoso nos próximos dias, visando uma transformação nas áreas de urbanismo e mobilidade urbana do município.
Paulo Niemeyer (de paletó preto) ouve o 
secretário de Culura, Jesus Chediak
“A ideia do projeto é trazer para a população uma maior conscientização sobre questões ecológicas e sustentáveis. A proposta é criar um parque cívico, com equipamentos públicos, museus, centro esportivo, além de locais para educação ambiental. Ainda será contemplado com ciclovias, praças e sanitários públicos com vias próprias e independentes da Washington Luiz (via de ligação entre o Rio de Janeiro, Região Serrana e São Paulo). Nosso objetivo é tornar Caxias uma cidade sustentável”, destacou Niemeyer, que atualmente, trabalha no escritório Oscar Niemeyer, além de dirigir o seu escritório, onde desenvolve uma vasta gama de projetos de arquitetura, urbanismo e design de produtos para fins corporativos, públicos e residenciais.
O encontro contou com as presenças do secretário municipal de Cultura e Turismo, Jesus Chediak, amigo de longa data da família Niemeyer, do subsecretário municipal de Habitação, Kelson Senra, da Pró-Reitora Comunitária e de Extensão da Universidade Unigranrio, Sônia Regina Mendes dos Santos, e do Conselheiro Federal Titular da CAU, Paulo Oscar Saad, além de arquitetos e engenheiros da Baixada Fluminense e do Estado.
“Estamos vivendo um momento rico. Nosso maior desafio é preservar as identidades culturais de Caxias. Manter o patrimônio histórico e material preservados. A Cultura e o Turismo junto com a arquitetura devem caminhar juntos neste sentido”, afirmou o secretário de Cultura, Jesus Chediak. (Fotos: Rafael Barreto)
 LEI CONTRA A CORRUPÇÃO AINDA
DEPENDE DO “APROVO” DE DILMA 
As denúncias de corrupção na maior estatal brasileira, a Petrobras, foram altamente exploradas pelos adversários de Dilma Rousseff nestas eleições. Em defesa, a presidente reeleita anunciou um conjunto de propostas para combater a corrupção e a impunidade. Entretanto, iniciativas antigas, como a regulamentação da Lei Anticorrupção, ainda estão estacionados. A lei 12.846, por exemplo, conhecida como Lei Anticorrupção, encaixa-se perfeitamente no discurso da presidente quando dizia que tanto os corruptos, quanto os corruptores não ficariam impunes, já que o texto legal se dedica sobretudo àqueles que corrompem.
A aplicação da nova lei pode ser feita contra as empresas que corrompem agentes públicos, fraudam licitações ou contratos públicos, assim como podem ser punidas empresas que dificultem a investigação e fiscalização dos orgãos públicos. Entretanto, após um ano de ter entrado em vigor (agosto de 2013), a lei ainda não foi regulamentada pelo Palácio do Planalto.
A falta de regulamentação causa problemas em relação as sanções aplicadas às empresas que corrompem. As penas – de 0,1% a 20% do faturamento bruto do ano anterior ou instauração de processo administrativa – são facilmente contestadas pelas empresas, caso sejam punidas. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico cobrou que o governo regulamente aspectos relacionados à lei anticorrupção sancionada no ano passado.
A despeito das promessas para o futuro, ainda se vê obstáculos nos próprios orgãos de fiscalização do poder executivo para combate à corrupção e à má administração pública. A própria Controladoria-Geral da União (CGU) vêm sofrendo comprometimentos por conta da falta de pessoal e contingenciamento de recursos. De acordo com a CGU, das cinco mil vagas autorizadas para cargos efetivos e temporários, apenas 2,3 mil estão ocupadas, isto é, menos da metade do quadro de pessoal. Em relatório de gestão da Controladoria de 2013, a escassez de pessoal foi apontada como uma das principais dificuldades dos setores para atingirem suas metas. Em abril deste ano, o chefe da CGU, ministro Jorge Hage, solicitou ao Planalto reforço nas equipes responsáveis pelo combate à corrupção no governo.
Em ofícios enviados aos ministros Aloizio Mercadante, da Casa Civil, e Miriam Belchior, do planejamento, Hage requereu caráter de urgência na autorização da presidente Dilma para convocar candidatos que passaram no concurso público de 2012.
 Além da falta de pessoal, a Pasta teve que enfrentar forte contingenciamento orçamentário ocorrido no início do segundo semestre do ano passado, que dificultou a manutenção de sua estrutura e o desenvolvimento das atividades. A lei orçamentária destinou à CGU o montante de R$ 84,2 milhões para despesas de custeio e investimento que podem ou não ser executadas de acordo com a previsão da receita. Contudo, ao longo do ano, o limite de empenhos ficou imposto em no máximo R$ 16,8 milhões.
“Tais limitações tiveram de ser administradas durante todo o exercício, através de sucessivas reduções de gastos relacionados a atividades essenciais a CGU”, diz relatório. (Com o Contas Abertas).
CÂNCER DE PRÓSTATA É RESULTADO
DO TABU CONTRA O EXAME DE TOQUE
O câncer de próstata é a doença mais frequente no sexo masculino, perdendo, apenas, para o câncer de pele não-melanoma. Estatísticas apontam que a cada seis homens, um é portador da doença. Quase 50% dos brasileiros nunca foram ao urologista e, até o fim de 2014, a projeção é que 12 mil morrerão vítimas da doença, em função da descoberta em estágio avançado.
Os dados foram divulgados pelo Instituto Lado a Lado pela Vida e a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), com o intuito de conscientizar a população masculina sobre a doença e diminuir a taxa de mortalidade. O SBU promove a campanha Novembro Azul, uma iniciativa que já faz parte do calendário nacional das campanhas de prevenção no Brasil. O objetivo é combater a doença e, principalmente, motivar os homens a fazer exames preventivos. A forma mais eficiente de diagnóstico ainda é o exame de toque retal.
Parte inferior do formulário
A próstata é uma glândula do aparelho reprodutor masculino, que pesa cerca de 20 gramas, de forma e tamanho semelhantes a uma castanha. Ela está localizada abaixo da bexiga e sua principal função, juntamente com as vesículas seminais, é produzir o esperma. O câncer de próstata é mais incidente que o câncer de mama, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca). A estimativa, entre 2012 e 2013, apontou 60.180 novos casos de câncer de próstata e 52.680 de mama. De acordo com especialistas, o preconceito com o exame de toque retal ainda é forte no Brasil. Apenas 32% dos homens brasileiros declararam já ter feito o exame.
Na capital fluminense, vias expressas e monumentos fazem parte da campanha. Segundo a concessionária que administra a via expressa Linha Amarela, os colaboradores trabalharão com uma fita azul no atendimento aos usuários. Além disso, a concessionária pede que as pessoas trabalhem de azul em um dia do mês. Os corredores e computadores serão enfeitados com o tema da campanha, além da inclusão de um pop-up no site oficial da empresa.
No dia em que se comemora o Dia Mundial do Combate ao Câncer de Próstata – 17 de novembro -, o Cristo Redentor será iluminado de azul em apoio ao Novembro Azul. De acordo com a presidenta do Instituto Lado a Lado pela Vida, Marlene Oliveira, a campanha é referência na missão de orientar a população masculina a cuidar melhor da saúde e procurar o médico com mais frequência.
"Os homens são mais resistentes à ideia de ir regularmente ao médico e, por isso, acabam descobrindo a doença em estágio já avançado", destaca Marlene Oliveira.
O público-alvo da campanha Novembro Azul são homens a partir de 40 anos e grupos que participam do processo de prevenção e cuidados, como familiares e parceiros. Mais informações estão no endereço eletrônico www.novembroazul.com.br.
VEREADORES DE MERITI NA MIRA DO TCE POR PIC-NIC EM PRAIAS DE MACEIÓ

O presidente do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), Jonas Lopes, determinará nesta segunda-feira (3) a realização de uma auditoria extraordinária, destinada a examinar a legitimidade e a legalidade das despesas que, de acordo com denúncia publicada na imprensa, foram feitas pela Câmara dos Vereadores de São João de Meriti com passagens aéreas, hospedagem e traslados para a participação de 20 vereadores e dois suplentes no Curso de Capacitação para Agentes Públicos Municipais, entre 30 de outubro e 3 de novembro, na Praia de Cabo Branco, em João Pessoa (PB).
O fim de semana em Maceió com dinheiros públicos ocorrer poucos dias depois do prefeito Sando Matos, do PDT, demitir cerca de 3.ooo servidores sob a alegação da falta de recursos para efetuar o pagamento dos salários devidos. O prefeito aproveitou a brecha de um decreto para efetuar uma reforma administrativa para fazer as demissões, mesmo diante da greve de parte dos servidores, que estavam há três meses sem receber os salários, em especial o pessoal da Saúde.
O presidente do TCE-RJ determinará, também, a verificação da pertinência do curso para o exercício do mandato dos vereadores, que, ainda de acordo com a matéria, viajaram com sete acompanhantes

 ►CRIMES CONTRA JORNALISTAS
A Organização das Nações Unidas (ONU) comemora neste domingo (2), que no Brasil é considerado Dia de Finados, o primeiro Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes contra Jornalistas. Mensagens do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e da diretora-geral da organização para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Irina Bokova, foram divulgadas por ocasião da data, além da promoção, nos próximos dias, de um painel de alto nível com seminários, conferências e debates, em diversos países.
Segundo a Unesco, a data foi instituída em dezembro de 2013 e marca o assassinato de dois jornalistas, Gislaine Dupont e Claude Verlon, no Mali, em 2 de novembro do ano passado. Com o objetivo de criar um ambiente seguro para o trabalho dos profissionais dos meios de comunicação em todo o mundo, a ONU tem desenvolvido, nos últimos anos, um plano de ação, com o apoio da comunidade internacional e da sociedade civil.
As Nações Unidas chamam atenção para o número de jornalistas mortos nos últimos dez anos, que passa dos 700, e para o alto percentual, 90%, de impunidade dos casos de violência envolvendo profissionais da mídia. Em sua mensagem, Ban Ki-monn alerta que 17 jornalistas iraquianos foram executados somente no ano passado.
“Muitos outros jornalistas e profissionais de mídia em todo o mundo sofrem intimidação, ameaças de morte e violência. Nove em cada dez casos permanecem impunes. Como resultado, os criminosos se sentem mais fortes. As pessoas ficam com medo de falar de corrupção, repressão política ou outras violações de direitos humanos. Isso tem que parar”, disse o secretário-geral, em vídeo disponibilizado no site da ONU e no facebook.
A linha de raciocínio de Ban Ki-moon, e o mote da campanha, é de que a imprensa livre faz parte de uma sociedade democrática, e que, por isso, além da denúncia de crimes contra os direitos humanos, o próprio trabalho dos jornalistas em si já deve ser preservado. “Ao acabar com a impunidade, poderemos aprofundar a liberdade de expressão e reforçar o diálogo. Nenhum jornalista, em nenhum lugar, deve ter que arriscar a vida para divulgar informações”, disse, convidando todos a lutarem por justiça e a defender os jornalistas. (Com ABr)
  
►INAUGURAÇÕES SÓ DE FACHADA
A turbina foi desligada depois
da  saída da comitiva
O sempre bem informado jornalista Leandro Manzzini, em seu Blog da Esplanada, revelou esta semana mais um truque da equipe de propaganda da presidente Dilma Rousseff em busca de votos para a reeleição, que ganhou com uma diferença em torno de 3% a mais que Aécio Neves
Segundo Manzzini, há dois meses a presidente Dilma estrelou a cerimônia de inauguração da primeira das turbinas da hidroelétrica de Belo Monte, no Pará.  Só jogo de cena. Assim que os jornalistas deram as costas, a turbina foi desligada. Ela só deverá estar pronta para funcionamento pleno em dezembro de 2015. Na melhor das hipóteses.
Na véspera, Ontem, a Coluna denunciou o atraso nas linhas de transmissão, diante de exigências dos chineses, que lideram o consórcio vencedor do leilão. Para economizar nas despesas da folha de pagamento dos 12 operários necessários para concluir a obra, os chineses querem contratar o pessoal como Pessoa Jurídica, isto é, sem as garantias da CLT, como ocorre com os médicos cubanos.
O  Ministro Temporão e Lula em Caxias
Ao contrário do que muita gente pensa, esse truque não é criação do marqueteiro João Santana. Esse mesmo recurso foi utilizado pelo ex presidente Lula, às vésperas das eleições municipais de 2008, quando ele, ao lado do então governador Sérgio Cabral, inaugurou, com pompa e circunstância, o Hospital Municipal Dr. Moacyr do Carmo, em Duque de Caxias. O objetivo era Lalavancar a campanha do prefeito Washington Reis (PMDB), que tentava a reeleição. O hospital foi inaugurado com apenas dois pavimentos concluído, mas sem sistema de abastecimento de água. Só depois de uma reportagem do Jornal da Band, com um cáustico comentário do brilhante Ricardo Boechat, mostrando a fila de caminhões pipas para encher a cisterna do hospital, que a Ceda fez uma derivação da adutora que abastece a gráfica do jornal “O Globo”,
Em tempo: eleito em 2013, até hoje o prefeito e médico Alexandre Cardoso não conseguiu os recursos necessários para a conclusão dos dois pavimentos que faltam e da manutenção do Hospital Moacyr do Carmo.

►CONSELHO INVESTIGA DEPUTADOS DO PT
O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar deve instaurar nesta terça-feira (4) processos contra os deputados Afonso Florence, Rui Costa e Nelson Pelegrino, todos do PT baiano. Também será feito o sorteio do relator de cada processo. Costa foi eleito governador da Bahia; Florence e Pelegrino foram reeleitos para a próxima legislatura.
As representações contra os parlamentares foram protocoladas pelo PSDB e pelo DEM no dia 16 de outubro. No documento, os dois partidos citam denúncia publicada pela revista Veja no dia 24 de setembro sobre o suposto envolvimento dos deputados no desvio de dinheiro destinado à construção de 1.120 casas populares para famílias de baixa renda.
A operação teria desviado R$ 17,9 milhões do Fundo de Combate à Pobreza desde 2004, com a participação da ONG Instituto Brasil. Segundo a presidente da ONG, Dalva Paiva, “o instituto recebia os recursos, simulava a prestação do serviço e carreava o dinheiro para os candidatos do partido”. Segundo ela, “se o acordo pagava pela prestação de mil casas, por exemplo, o instituto erguia apenas 100”. A ONG encerrou as atividades em 2010.
De acordo com a denúncia, parte dos recursos teria sido usado na formação de caixa 2 para financiar a campanha dos deputados baianos. Outra parte, para sustentar militantes petistas que passavam por dificuldades financeiras. O senador Walter Pinheiro (PT-BA) também é citado na acusação.
Na reportagem, os acusados negaram as acusações e se limitaram a admitir a existência de uma relação “institucional” com Dalva. Nelson Pelegrino disse ter tido uma irmã que trabalhou na OnG mas que ela tinha deixado a instituição “quando descobriu como eram as coisa lá”. O deputado Afonse Florence disse que nunca pegou o dinheiro de Dalva e não tem conhecimento dos pagamentos. (Com Agência Câmara)

►CÂMARA REJEITA ENEM OBRIGATÓRIO
A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados rejeitou na quarta-feira (29) proposta que torna o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) obrigatório para todos os estudantes que concluírem o ensino médio. Conforme o projeto (PL 5956/13), do Senado, um regulamento definirá a universalização progressiva do exame, que hoje é opcional.
Como foi rejeitado pela única comissão de mérito que o analisou, o projeto será arquivado, a menos que haja recurso para que seja analisado também pelo Plenário.
O relator na comissão, deputado Waldenor Pereira (PT-BA), recomendou a rejeição da proposta com o argumento de que a medida já está prevista no Plano Nacional de Educação (PNE – Lei 13.005/14), aprovado neste ano. Uma das estratégias previstas no PNE para universalizar o atendimento escolar aos jovens de 15 a 17 anos até 2016 é a universalização do Enem.
“O Plano Nacional de Educação já contempla a iniciativa. Portanto, não me resta alternativa senão votar pela rejeição do projeto”, justificou Waldenor.
A proposta foi aprovada contra o voto da deputada Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO). Na avaliação dela, o projeto poderia ser aprovado justamente por se alinhar com o PNE. (Com Agência Câmara)

►BANDA LARGA EM DEBATE
A Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado vai realizar audiência pública, às 8h30 desta terça-feira (4), para avaliar o Plano Nacional de Banda Larga. Representantes do Poder Executivo, dos prestadores de serviços de telecomunicações e da sociedade civil vão debater o programa instituído pelo Decreto 7.175/2010, cujo objetivo é promover a inclusão digital e massificar a internet no Brasil.
O debate faz parte do plano de trabalho aprovado pela CCT em maio deste ano, quando a comissão decidiu acompanhar as ações do PNBL. Conforme lembrou o senador Anibal Diniz (PT-AC), na ocasião, a avaliação de políticas públicas é atividade realizada pelos Parlamentos das principais democracias do mundo.
Foram convidados para a audiência o diretor do Departamento de Banda Larga do Ministério das Comunicações, Artur Coimbra; o diretor da Secretaria de Fiscalização e Desestatização e Regulação de Energia e Telecomunicações do Tribunal de Contas da União (TCU), Paulo Sisnando Rodrigues de Araújo; a advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Veridiana Alimonti; a advogada Flávia Lefèvre Grimarães, da Proteste; e o diretor da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), Wilson Cardoso. Representantes da Casa Civil da Presidência da República, da Vivo e da Oi também foram convidados.(Com Agência SEnado)

►PREVISÃO DO PIB CAI PARA 0,24%
O mercado financeiro voltou a reduzir a previsão de crescimento da economia. De 0,27%, na semana passada, ela retornou ao patamar de 0,24% registrado em semanas anteriores. A estimativa está no boletim Focus, divulgado hoje (3) pelo Banco Central (BC). Analistas e investidores também elevaram a projeção da taxa de câmbio para o fim de 2014, de R$ 2,40 para R$ 2,45.
Já a estimativa de inflação foi mantida em 6,45%, pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Os preços administrados, regulados pelo governo, deverão ser reajustados no patamar de 5,15% no período.
Apesar de o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC ter elevado a taxa básica de juros (Selic) para 11,25% ao ano em sua última reunião, o Focus manteve a previsão de que ela encerrará o ano em 11%. Para o fim de 2015, no entanto, a projeção da taxa básica foi elevada de 11,5% para 12%.
A dívida líquida do setor público seguiu estimada em 35,25% do Produto Interno Bruto (PIB), soma das riquezas produzidas no país. No setor externo, o deficit em conta-corrente, o indicador que mede o desequilíbrio das contas externas, deverá ficar em US$ 81 bilhões. O saldo da balança comercial deverá cair de US$ 2,10 bilhões para US$ 2 bilhões. Os investimentos estrangeiros diretos (IED) estimados deverão permanecer em US$ 60 bilhões. (Com ABr)
  
►MUTIRÃO AGILIZA MAIS DE 300 PROCESSOS
Um total de 325 audiências, com índice de êxito de 79,2%. Esse foi o resultado do mutirão de conciliação realizado pelo Centro Permanente de Conciliação dos Juizados Especiais do Rio, na última quarta-feira, dia 29. Empresas e instituições como Banco do Brasil, Claro/Embratel, Itaú e Via Varejo, que responde pelas Casas Bahia e Ponto Frio, participaram da iniciativa.
A concessionária Claro/Embratel obteve o maior percentual de acordos: 87,5% dos 107 processos, seguida pelo Banco do Brasil, com 80% das 60 audiências. O Itaú teve êxito em 76,67% dos 38 casos. Já a Via Varejo, que controla as redes Ponto Frio e Casas Bahia e Supermercados Extra,  conseguiu índice 72,73% de conciliação nos 120 processos.
O próximo mutirão será realizado no dia 07 de novembro, na Lâmina V do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (Beco da Música 121, sala T05, térreo, Centro do Rio, das 10h às 19h). Participarão dele as empresas Light, Tim e Oi / Telemar.
O Centro de Conciliação também conta com mais duas formas de soluções alternativas de conflitos sem a necessidade da propositura da ação: a Conciliação Pré-Processual e o Expressinho. O primeiro ocorre de forma virtual, com um total de 21 empresas participantes do projeto, e mais dois e-mails genéricos para empresas não participantes, todos listados na página do TJRJ (http://portaltj.tjrj.jus.br/web/guest/institucional/conciliacao-pre-processual). O atendimento virtual é feito apenas com o consumidor, não sendo permitida representação por parte de advogados.
O Expressinho é presencial e conta com uma estrutura de dez empresas para atendimento antes da propositura de ação, havendo a possibilidade de atendimento a advogados. Funciona na sala 104 do Corredor E, na Lâmina I do Fórum Central (Avenida Erasmo Braga 115, Centro). As empresas presentes no Expressinho são Oi / Telemar, Consul / Brastemp / Whirlpool, Via Varejo / Casas Bahia / Ponto Frio,  Banco Santander, Sky,  Banco Itaucard,  Banco Itaú,  Light,  B2W / Americanas.com / Submarino / Shoptime e Tim, sendo que esta última realiza apenas às segundas e quintas-feiras.



domingo, 2 de novembro de 2014

SE ESTIAGEM CONTINUAR PODERÁ
FALTAR ÁGUA NO ESTADO DO RIO 
A Agência Nacional de Águas já reduziu a vão da
represa de Santa Cecília, no Paraíba do Sul
A falta de chuvas na divisa do Rio com São Paulo, onde se forma o Rio Paraíba do Sul e seus principais afluentes, pode deixar cariocas e fluminense na mesma situação dos paulistas, não estando afastada a possibilidade de racionamento na distribuição de água no Rio de Janeiro. Devido à longa estiagem, o volume dos reservatórios da bacia do Rio Paraíba do Sul chegou a 9%. Caso não se confirme o período chuvoso, que começa na segunda metade de novembro, a situação pode se complicar e o percentual cair para 4% no início de dezembro, conforme informou neste sábado (1º) o diretor-executivo do Comitê Guandu, Júlio Cesar Antunes.
O Paraíba do Sul é considerado um dos
 dez  rios mais poluídos do Brasil
“A gente está fazendo simulações com os piores cenários. Entre agosto e setembro, nos baseamos em 1955, que foi a pior estiagem para o período. Para outubro, o ano mais crítico foi o de 1968. Confirmados esses cenários, chegaremos a esta projeção de 4% de reservatório equivalente no início de dezembro”, revelou Antunes à Agência Brasil.
O diretor informou que o nível dos reservatórios da bacia do Rio Paraíba do Sul é monitorado semanalmente em reuniões do Grupo de Acompanhamento de Operações Hidráulicas, composto por integrantes do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Agência Nacional de Águas (ANA) e da Agência da Bacia do Rio Paraíba do Sul (Agevap). O diretor do Comitê Guandu participa dos encontros, quando são analisados os níveis dos reservatórios que pertencem ao Rio Paraíba do Sul (Jaguari, Paraibuna, Santa Branca, Funil e Santa Cecília). Ele explicou que, desses reservatórios, apenas Funil fica no Rio de Janeiro.
Voltaremos ao tempo do rola-rola?
Apesar disso, há uma vinculação hídrica entre as bacias do Guandu e do Paraíba do Sul, causada pela transposição de até 160 metros cúbicos para geração de energia e abastecimento da população da região metropolitana do Rio. “A gente está saindo do período seco para o úmido, que é para quando se espera a chuva. Analisando as condições meteorológicas, as previsões são de precipitação na região para melhorar a gestão dos reservatórios”, explicou Júlio César.
Segundo ele, diante da possibilidade da falta de água no estado, o período impõe atualização frequente das informações. “Vivemos um momento de alerta, de novas providências para adaptação à realidade da estiagem", destacou.
O diretor acrescentou que, mantido o longo período de estiagem, em 2015 os reservatórios terão de recuperar o volume equivalente para o nível de 52%. Para Antunes, é difícil apostar na normalização da situação. “Depende do que pode ocorrer em termos de precipitação. De qualquer forma, melhoraremos a gestão se tivermos um período chuvoso agora”, completou. Acrescentou que, até o momento, não houve necessidade de utilização do volume morto dos reservatórios para garantir o abastecimento do estado do Rio de Janeiro.
LEI ANTICORRUPÇÃO DEPENDE DE
DECRETO PARA ENTRAR EM VIGOR 
A Lei Anticorrupção (12.846/13) sancionada em agosto do ano passado, no “calor das manifestações”, ainda depende de um decreto da Presidente Dilma, regulamentando a sua aplicação, que não é automática. A inovação mais importante dessa lei é que ela responsabiliza as empresas por atos de corrupção contra a administração pública e define punições que variam de 0,1% a 20% do faturamento bruto do exercício anterior ao do processo administrativo. Caso não haja informação sobre faturamento, a multa à empresa pode ser estabelecida entre R$ 6 mil e R$ 60 milhões.
A Lei deve ser regulamentada até o final deste ano, de acordo com expectativa do ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Jorge Hage. “Espero que assim seja. Claro que não posso assumir compromisso em nome da presidenta Dilma [Rousseff], porque é ela quem vai assinar o decreto. Mas, pelo avanço das discussões e das conversas conduzidas já nesta etapa, na Casa Civil, tudo indica que sairá muito proximamente o decreto”, disse Hage.
O ministro participou, na tarde de sexta-feira (31), de seminário do Instituto dos Advogados de São Paulo (Iasp) para discutir a Lei Anticorrupção, que ele costuma chamar também de “lei da empresa limpa”.
A lei também proíbe que as empresas envolvidas em episódios de corrupção recebam recursos de instituições financeiras públicas. Também não podem participar de processos de licitação nem contratar com o poder público durante o período de cumprimento da sanção. A lei pode levar até ao fechamento da empresa. A multa, ressaltou o ministro, nunca será inferior ao valor da vantagem obtida, e caso a multa não seja paga no prazo, a empresa será inscrita na dívida ativa.
Uma das controvérsias da lei, disse o ministro, envolve as empresas públicas. Uma questão controvertida, segundo Hage, é se as empresas públicas também estariam sujeitas a todas as penalidades, incluindo o fechamento da empresa e a interdição de suas atividades. "Imagina uma empresa de água e esgoto ter suspensas suas atividades. Isso me parece impensável. A aplicação da lei para as empresas estatais é prevista sim, mas tem que ser feita dentro do princípio da razoabilidade”, falou.
Embora a lei esteja em vigor desde janeiro, ela ainda não foi aplicada, porque não ocorreu nenhum fato posterior, segundo o ministro. Perguntado se o caso da Operação Lava Jato, que envolve a Petrobras, não poderia render punição à empresa, prevista já na Lei Anticorrupção, ele explicou que não, pois o fato é anterior à lei, embora o conhecimento sobre o episódio só tenha se tornada público este ano.
“A lei entrou em vigor no dia 29 de janeiro de 2014. Não podemos fazer a lei retroagir para punir, porque a Constituição brasileira não permite. Então, todos os casos acontecidos antes da data não estão sujeitos a esta lei, mas a outras leis como o Código Penal, à Lei de Licitações ou à Lei de Improbidade”, explicou.
O ministro comentou ainda sobre sua expectativa para o segundo mandato da presidenta Dilma, e espera "a intensificação do combate à corrupção, o fortalecimento das instituições de controle, o empenho do governo pela reforma política - a começar pela alteração do financiamento empresarial dos partidos -, a redução do número dos partidos e a mudança do sistema partidário, para que se reduza a pulverização dos partidos nanicos no Brasil. (Com Agência Brasil)
SISTEMA CARCERÁRIO BRASILEIRO
É MOTIVO DE CHACOTA NA ITÁLIA 
Foi preciso que a Justiça italiana negasse a extradição do ítalo-brasileiro Henrique Pizzolato, condenado a mais de 12 anos de reclusão por participação no processo do Mensalão, para que o Governo acordasse para a realidade, que nenhum marqueteiro eleitoral pode modificar, como é feito no cinema e na televisão: o descasos com os presos, alguns há décadas encarcerados sem mesmo terem sido julgados, enquanto a ala VIP – capitaneada pelo ex ministro José Dirceu e pelo ex presidente nacional do PT, o ex deputado José Genoíno – passava uma temporada na Penitenciária da Papuda, em Brasília, mas longe dos traficantes, assaltantes de bancos e ladrões de galinha.
Presos foram degolados em
presídio do Maranhão
O grave é que uma parte expressiva dos condenados pelo Supremo Tribunal Federal passará o Natal em casa, cercados de amigos e figuras de proa do Governo Federal, pois, para o ex presidente Lula, José Dirceu & Cia. são verdadeiros heróis, pois foram vítimas de uma vingança sórdida “das zelites”.
E a Procuradoria Geral da República não poderá alegar que foi apanhada de surpresa com o principal argumento da defesa do réu Henrique Pizzolato – a degradante situação dos presídios no Brasil. Durante o julgamento dos 39 denunciados pelo Ministério Público Federal perante o STF, a defesa de alguns condenados, como no caso do ex deputado José Genoíno, pediu que o réu cumprisse pena em seu domicílio pois, tendo direito a cumprir a pena em estabelecimento prisional especial, não havia no País tal tipo de cadeia, isto é, o Sistema Prisional do País foi feito para abrigar apenas a ralé dos criminosos, principalmente os que fazem parte dos três Ps – Pretos, Pobres e Prostitutas.
Presídio Central de Porto Alegre (RS)
No último dia 24, o portal Contas Abertas distribuiu um material jornalístico irrespondível, acusando o Governo de, nos últimos 13 ano (Governos Lula e Dilma Rousseff), ter deixado de investir – embora os recursos estivessem previstos nos orçamentos aprovados pelo Congresso Nacional – cerca de 21 bilhões em segurança pública. Em matéria específica da construção e reforma das penitenciárias, o Governo deixou de investir R$ 2 bilhões.
Segundo levantamento do Portas Abertas, cerca de R$ 2 bilhões estão disponíveis para o Funpen (Fundo Penitenciário Nacional, que angaria recursos para construção, reforma e ampliação de penitenciárias, mas não são aplicados. Em 2000, o saldo disponível e não aplicado atingiu apenas R$ 175,2 milhões. A partir de 2004, as disponibilidades do fundo superaram os R$ 300 milhões. Em 2008, 2009 e 2010, os valores foram de R$ 514,7 milhões, R$ 610,3 milhões e R$ 795,6 milhões.
Desde 2011, entretanto, o saldo contábil do fundo ultrapassou a barreira dos bilhões. Em 2012, o valor das disponibilidades alcançou R$ 1,4 bilhão, passando para R$ 1,8 bilhão em 2013. Um novo patamar deve ser atingido a partir de 2014. A elevação do saldo é consequência direta das dotações orçamentárias anuais não saírem do papel. Em 2014, o orçamento previsto é de R$ 494 milhões para 2014, mas, apenas R$ 183,3 milhões foram realmente executados (37%).
Considerados os recursos já aplicados, pode-se dizer que o governo destinou, até agora, apenas R$ 325,26 para cada preso da verba do Funpen. Levando em conta as prisões domiciliares, o estudo da CNJ revela que o Brasil passa a ter a terceira maior população carcerária do mundo, só fica atrás da China e dos Estados Unidos.

Além disso, é também possível calcular um novo déficit de vagas no sistema. Atualmente, o país possui cerca de 357 mil vagas em penitenciárias que abrigam 206 mil presos a mais. Esse déficit atinge 354 mil vagas se considerado os presos que estão em domicílio. “Se contarmos o número de mandados de prisão em aberto, de acordo com o Banco Nacional de Mandados de Prisão – 373.991 –, a nossa população prisional saltaria para 1,089 milhão de pessoas”, afirmou o conselheiro da CNJ Guilherme Calmon.
POLÍTICO CASSADO VAI PAGAR 
POR NOVA ELEIÇÃO MUNICIPAL 
A Justiça do Paraná confirmou, pela primeira vez, sentença que condenou um político cassado a ressarcir a União pelos custos com novas eleições. No caso concreto, Richard Golba, ex-prefeito de Cândido Abreu (PR), foi condenado a pagar R$ 46,7 mil pelas despesas com a organização do pleito. Com base no mesmo entendimento, a Advocacia-Geral da União (AGU) cobra na Justiça R$ 3,2 milhões de candidatos barrados que insistem em disputar eleições, mesmo depois de condenados por fraudes ou outras irregularidades.
Candidato cassado pagará a conta
Nas eleições municipais de 2008, Golba tentou a reeleição. Ele não conseguiu registro de candidatura, pois teve as contas rejeitadas no primeiro período em que governou a cidade, entre 1998 e 1999. Mesmo com o registro rejeitado, ele continuou a campanha e foi eleito. Em seguida, o Tribunal Superior Eleitoral manteve a candidatura dele barrada e determinou a realização de novas eleições.
De acordo com entendimento do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, sediado em Porto Alegre, a União não pode arcar com prejuízos causados pelo ex-prefeito, que concorreu ao pleito por sua conta e risco.
Conforme o Artigo 186 do Código Civil, não pode a União arcar com um prejuízo que adveio de ato do réu. Baseado neste dispositivo, a decisão estabelece que "aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito". Ressalta que, "dessa forma, encontram-se preenchidos os três requisitos da responsabilidade civil: ato ilícito, nexo causal entre esse ato (continuar concorrendo ao pleito eleitoral com o registro indeferido) e dano que acarretou a necessidade de realização de eleições suplementares”.

Para cobrar os custos de novas eleições, a AGU entrou com 84 ações de cobrança. Em quatro processos, houve pagamento do prejuízo com novas eleições. Seis acordos de pagamento foram fechados. A Justiça Eleitoral determina eleições suplementares quando o candidato vencedor obtém mais de 50% dos votos válidos.
PREFEITURA DE CAXIAS CONCLUI UPA 24H DO PARQUE BEIRA MAR 
Uma UPA, devidamente equipada para prestar atendimento de urgência e emergência a pacientes com problemas cardíacos, será inaugurada pela Prefeitura de Duque de Caxias na próxima semana, possivelmente no dia 11. Com equipamentos de última geração para a realização de exames, inclusive de ultrassonografia, a UPA construída ao lado do Hospital Moacyr do Carmo é mais um passo da nova política municipal de saúde, que visa racionalizar o atendimento aos paciente nos postos de saúde e hospitais.
A nova UPA também vai ajudar a
desafogar  o Hospital Moacyr do Carmo
A exemplo do que foi feito no Hospital Infantil, com a inauguração da UPA 24 Horas, que passou a concentrar os atendimentos de urgência e emergência, a Secretaria de Saúde pretende construir outras UPAS 24 Horas, para absorver os atendimentos de urgência e emergência, acabando com as enormes filas na porta dos hospitais onde pessoas com problemas crônicos ficavam misturados a pacientes com problemas súbitos, que exigem atendimento imediato.
A nova HPA recebeu o nome de UPA do Parque Beira Mar, por decisão do prefeito Alexandre Cardoso, que reconhece que os moradores de bairro, vizinho ao Hospital Moacyr do Carmo, vinham sofrendo o estigma de ver o nome do bairro ligado às atividades criminosas de um traficante, que nasceu numa comunidade vizinha ao Parque Beira Mar, mas que a mídia transformou no perigoso “Fernandinho Beira Mar”.
A nova UPA seguirá o padrão
da UPA Infantil
A UPA do Parque Beira Mar está devidamente equipada para os primeiros socorros, inclusive centro cirúrgico e sala de reanimação, para atender ás vítimas de problemas circulatórios e cardíacos – o número de pacientes atendidos no Moacir do Carmo, em consequência de AVC e infartos, é muito alto – com equipes médicas especializada na área da cardiologia e atendimentos conexos.
A reformulação do Programa de Saúde do Município ganhará mais eficiência, melhorando o grau de conforto e atendimento humanizado dos pacientes, com a implantação gradativa de UPAS 24 Horas para os atendimentos de urgência e emergência.
Por outro lado, com a inauguração da Policlínica Duque de Caxias, no prédio do antigo Hospital Duque de Caxias, no Parque Senhor do Bonfim, cujo atendimento diário já supera a casa dos 2,300 pacientes por dia, o sistema de saúde de Duque de Caxias retoma o seu papel de principal sistema de saúde da Baixada, pois mais de 46 dos atendimentos no novo Duque são de pessoas residentes na Zona Norte da Capital, de São João de Meriti e de Belford Roxo, índice semelhante ao da UPA do Pilar, bairro mais próximo de Belford Roxo. A existência de várias linhas de ônibus ligando Duque de Caxias aos municípios vizinhos também facilitam a chegada de pacientes da Zona da Leopoldina, de São João de Meriti e de Belford Roxo.
DEPOIS DE BARBOSA, SÉRGIO
MORO ENTRA NA MIRA DO PT 
Em reportagem de capa, a revista Veja desta semana revela as armações que estão sendo engendradas pelo alto comando do PT e grupos ligados ao governo para desconstruir o juiz Sergio Moro, da 3ª Vara Federal de Curitiba, que conduz, por sorteio, o inquérito resultante da Operação Lava Jato, que mandou para a cadeia o ex diretor de Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto Costa, e o doleiro Alberto Youssef, encarregado de lavar o dinheiro desviado dos cofres da estatal para alimentar a base governista, tal e qual ocorrera no caso do Mensalão.
A reportagem lembra que o relator do processo do mensalão, o ex-ministro Joaquim Barbosa recebeu do PT a alcunha de traidor [fora nomeado por Lula por ser o único negro na lista de candidatos do Ministério Público Federal, onde ingressou por concurso e sem cota] e foi atacado, de forma impiedosa, antes mesmo de decretar a prisão da cúpula do partido. Autor do pedido de condenação de 39 envolvidos no caso, o então procurador-geral Roberto Gurgel foi transformado por petistas em personagem de uma CPI, sendo ameaçado, inclusive, com um processo de impeachment. Os dois resistiram, e o Supremo Tribunal Federal (STF) condenou os mensaleiros. Descrita como “ponto fora da curva”, a decisão, em vez de atenuar, agravou uma lógica perversa -- quanto maior o esquema de corrupção, maior o peso de certas forças para engavetá-lo. Moro agora é quem carrega as responsabilidades que foram de Barbosa e Gurgel. Ele está na mira dos interesses contrariados.
Aos 43 anos de idade e dezoito de profissão, Sérgio Moro é um daqueles juízes inatacável, com uma carreira cujos feitos passados explicam seu comportamento no presente e prenunciam um futuro brilhante. Moro conduziu o caso Banestado, que resultou na condenação de 97 pessoas de diversas maneiras responsáveis pelo sumiço de 28 bilhões de reais. Na Operação Farol da Colina, decretou a prisão temporária de 103 suspeitos de evasão de divisas, sonegação, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro - entre eles, um certo Alberto Youssef. No ano passado, um processo sob a responsabilidade de Moro resultou no maior leilão de bens de um traficante já realizado no Brasil. Foram arrecadados 13,7 milhões de reais em imóveis que pertenciam ao mexicano Lucio Rueda Bustos, preso em 2006. Com sólida formação acadêmica, coroada por um período de dois anos de estudos na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, Moro também atuou como auxiliar da ministra do STF Rosa Weber no processo do mensalão. Com frequência, suas teses eram citadas por colegas dela nos debates em plenário.
Segundo a revista, Moro começou investigando uma rede de doleiros acusados de lavagem de dinheiro, mas enredou em um esquema de corrupção na Petrobras armado durante os governos do PT com o objetivo financiar campanhas políticas e, de quebra, enriquecer bandidos do colarinho branco, mas com as mãos sujas de lama.

►PGR MANTÉM SIGILO NO PETROLÃO
Os parlamentares da CPMI da Petrobrás bem que tentaram, mas não terão acesso aos nomes que fazem parte das delações premiadas de Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, e do doleiro Alberto Youssef.
De acordo com o procurador-geral Rodrigo Janot, a lista só será tornada pública após sua denúncia ao Supremo Tribunal Federal – o que gerou protestos entre integrantes da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito da Petrobras.
"Janot colocou que o sigilo só poderia ser quebrado após a denúncia. Mas o acesso é um direito que nós temos", disse o senador Vital do Rêgo (PMDB-PB).
Ocorre que a Procuradoria Geral da República precisa abrir um procedimento para cada nome citado pelo ex diretor da Petrobrás, Paulo Roberto Costa, e pelo doleiro Alberto Yousseff, reunindo o máximo de provas dos crimes atribuídos aos delatados.
Formalizado o processo, a PGR terá de enquadrar cada denunciado nos artigos da legislação penal, especificando cada ato delituoso e a normal penal correspondente, de maneira que possa ajuizar uma denúncia formal para cada envolvido.
Só então a PGR decidirá se fará uma única denuncia, reunindo todos os denunciados, a exemplo do que foi feito no Mensalão, ou encaminha ao STF apenas os casos em que os envolvidos contam com foro privilegiado. Como tivemos eleições em outubro e muitos políticos ficaram sem mandato, eles perderam o direito ao foro privilegiado, devendo ser denunciados à Justiça Federal do Paraná, que cuida do processo decorrente da Operação Lava Jato.
Como os vazamentos dos depoimentos indicam o envolvimento, pelo menos em tese, de deputados, senadores e governadores, todos com foro privilegiado, a PGR decidiu só tornar público os nomes dos envolvidos quando apresentar a denúncia formal perante o Supremo Tribunal Federal, da mesma forma como foi instaurada a Ação Penal nº 470, também conhecida como o processo do Mensalão do PT.
Por isso, e só por isso, os abelhudos de plantão só saberão os nomes dos reais envolvidas nas negociatas comandadas por Paulo Roberto Costa e Alberto Yousseff, quando os processos chegarem ao STF.

►SAIA JUSTA NO CONGRESSO
A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, que o Congresso Nacional vote o aumento de salário aprovado pelos ministros da Corte junto com a proposta do Orçamento Geral da União de 2015. A ministra atendeu pedido feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR) para que o reajuste seja incluído na proposta original do orçamento, sem modificações.
De acordo com entendimento da ministra, os projetos de lei devem ser apreciados dentro da proposta. “Defiro o pedido de medida liminar, para assegurar que as propostas orçamentárias originais, encaminhadas pelo Poder Judiciário, incluído o Conselho Nacional de Justiça, pelo Ministério Público da União e pelo Conselho Nacional do Ministério Público, anexas à Mensagem Presidencial nº 251/2014, sejam apreciadas pelo Congresso Nacional como parte integrante do projeto de lei orçamentária anual de 2015”, decidiu a ministra.
Segundo a PGR, os projetos de lei enviados pelo Judiciário ao Executivo, nos quais constam pedidos de aumento de salário, não foram incluídos, na íntegra, no orçamento. De acordo com o Ministério do Planejamento, as propostas originalmente encaminhadas pelo Judiciário e pelo Ministério Público da União foram encaminhadas em anexo ao texto enviado ao Congresso, "para conhecimento final e deliberação sobre a matéria".
Conforme a proposta aprovada, em agosto, pelo STF, a partir do dia 1º de janeiro do ano que vem, os ministros da Corte passariam a ganhar R$ 35.919,00, caso o reajuste fosse aceito pelo Congresso Nacional. O salário atual é R$ 29.462,25. Para calcular o aumento, os ministros levaram em conta a recomposição inflacionária de 16,11%, referente ao período de 2009 a 2014. A proposta também contempla os servidores do Judiciário. A proposta aumenta, ainda, os vencimentos dos procuradores da República.
Outro reajuste para os ministros está previsto para o dia 1º de janeiro de 2015, de acordo com a Lei 12.771, de 28 de dezembro de 2012, que definiu o valor dos vencimentos dos ministros até 2015. Os vencimentos vão passar para R$ 30.935,36.

►A REFORMA POLÍTICA POSSÍVEL (I)
Às vésperas da posse de deputados e senadores (1/3 do Senado), surgem propostas de todos os tipos para uma ampla reforma política no País, a começar pela redefinição da lei que permite a criação sem controle de legendas que, mais adiante, irão negociar o seu apoio (tempo de rádio e TV) em coligações que unem partidos políticos de viés completamente antagônicos.
A proposta mais racional é a proibição de coligações nas eleições proporcionais. Nas eleições de 2010, por exemplo, Tiririca, com 1.353.820 de votos, ajudou a eleger Otoniel Lima (PRB), Vanderlei Siraque (PT) e o delegado Protógenes Queiroz (PCdoB).
Nas eleições de 5 de outubro, 28 partidos dividem as 513 cadeiras da Câmara dos Deputados. Sem o artifício da coligação, cinco partidos seriam automaticamente excluídos da casa. Em uma mudança ainda mais profunda, que incluiria o estabelecimento da cláusula de barreira, 182 cadeiras ficariam vagas, e apenas sete partidos permaneceriam com representação na Câmara (PT, PMDB, PSDB, PSD, PP, PSB e PR).
Segundo matéria do jornal O Globo, o fim das coligações é um dos poucos temas em que tanto partidos da base quanto de oposição tendem a concordar. Estabelecido o fim da coligação, o número de partidos capazes de alcançar o quociente eleitoral e garantir representação na Câmara diminuiria. Mas, mais importante, apenas sete partidos, em vez de dez, teriam bancada superior a 20 deputados, o que facilitaria a composição de maiorias e, em tese, diminuiria a possibilidade de compra de votos.

► REFORMA POLÍTICA POSSÍVEL (II)
Outra maneira de reduzir o número de partidos seria instituir a chamada cláusula de barreira, um mecanismo criado pela democracia alemã. Nesse caso, partidos que não obtivessem 5% dos votos válidos em pelo menos nove estados perderiam o direito às suas cadeiras, que seriam redistribuídas aos partidos que superassem esse piso. Em um cálculo simplificado e hipotético, o número de partidos da Câmara eleita seria reduzido a um quarto da quantidade atual.
O cientista político Jairo Nicolau, da UFRJ, ouvido pelo jornal carioca, afirma que a multiplicação de partidos dificulta a aprovação de leis e favorece chantagens e achaques. "Não tenho conhecimento de nenhum outro parlamento no mundo em que haja 28 partidos com cadeiras", afirmou.
Para o cientista político Fernando Abrúcio, da Fundação Getúlio Vargas, além de demasiado severa, a cláusula de barreira produziria efeitos que poderiam ser atingidos, ao longo do tempo, apenas com o fim da coligação. "A tendência é que os partidos comecem a se fundir. Os próprios líderes partidários já estão percebendo isso e se adiantando à reforma, porque já está claro que o sistema atingiu seu limite com tantos partidos", afirmou.

► REFORMA POLÍTICA POSSÍVEL (III)
Com a redução das bancadas na Câmara, PSB, PPS, Solidariedade e DEM já começaram a discutir fusões, partindo de um objetivo comum: o novo partido seria de oposição ao Governo. O PSB elegeu 34 deputados, o Solidariedade, 15, o PPS, 10, e o DEM, 22. Se formaram um único partido, teriam 81 cadeira e seria uma bancada nada desprezível, quer pelo Governo, quer pela oposição.

► REFORMA POLÍTICA POSSÍVEL (IV)
O único ponto de uma reforma política que deixa o PT falando sozinho é a proibição de contribuição privada, seja através de pessoas físicas, ou de empresas. Os demais partidos consideram que o financiamento público exclusivo tenderia a fortalecer o PT, em detrimento das demais legendas, que nunca tiveram dificuldades em conseguir ajuda de empresas e grandes empresários. No caso específico do deputado Eduardo Cunha, que Dilma e o PT tentam pulverizar, ele teria recebido doações privadas de cerda de R$ 3 milhões, o que a legislação atual permite. Com tanto dinheiro disponível, a campanha do líder reeleito do PMDB foi uma das mais caras do Rio de Janeiro,

► REFORMA POLÍTICA POSSÍVEL (V)
Outro ponto que conta com apoios na Câmara mas enfrentam resistência no Senado, é a extinção da figura do suplente. Até a Constituição de 1988, eram considerados suplentes os candidato ao senado que não alcançassem a vaga. 
Assim, nas eleições de 2016, em que cada estado terá duas vagas ao Senado, cada partido indicaria dois candidatos e seriam eleitos os dois mais votados. Hoje, os suplentes são escolhidos pelo cabeça de chapa, sem precisar arranjar um só voto. No atual senado, 1/3 das cadeiras é ocupado por suplentes, que não conquistaram um só voto nas eleições de 2008 e 2010.

►SELIC NÃO AJUDA A CADERNETA
A elevação da taxa Selic (juros básicos da economia) para 11,25% ao ano continua a desestimular quem guarda dinheiro na poupança. De acordo com levantamento da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), a alta dos juros básicos manteve os fundos de investimento mais atrativos que a caderneta na maioria das simulações, apesar de a poupança não pagar impostos nem taxas de administração.
Segundo a Anefac, apenas nos casos em que os fundos de investimento cobram altas taxas de administração, a partir de 2,5% ao ano, a poupança torna-se mais vantajosa. Para taxas de 2% ao ano, a caderneta só rende mais que os fundos em aplicações de até um ano. Para taxas de 1,5%, a poupança ganha apenas se o dinheiro ficar aplicado no máximo seis meses. Nos fundos com taxa de até 1% ao ano, a caderneta perde em todas as simulações.
Pelas simulações da Anefac, com o novo nível da taxa Selic, uma aplicação de R$ 10 mil na poupança rende 7,19% ao ano, o que representa rendimento de R$ 719 ao fim de 12 meses. No mesmo prazo, a quantia rende de R$ 604 (com taxa de administração de 3% ao ano) a R$ 834 (com taxa de administração de 0,5% ao ano), se aplicada em fundos de investimento.
Apesar da desvantagem em relação aos fundos de investimento, a poupança continua rendendo mais que a inflação esperada para 2014. De acordo com o Boletim Focus, pesquisa com instituições financeiras divulgada toda semana pelo Banco Central, a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deverá fechar o ano em 6,45%, contra 7,19% de rendimento esperado na caderneta.

►PARQUE PAULISTA PEDE PAZ
Será nesta segunda-feira (3), a partir as 17:00h, na Rua 36 - CL 22, que os moradores do Parque Paulista, como apoio de líderes de diversas denominações evangélicas do segundo (Campos Elíseos), terceiro (Imbariê) e quarto Distritos (Xerém) de Duque de Caxias, irão celebrar um anto em favos da Paz e pela aplicação da Justiça aos autores da chacina que resultou na morte de 5 jovens, com idades entre 12 e 18 anos, numa movimentada rua daquele bairro no dia 13 de outubro
Segundo a Polícia Civil, foram disparados mais de 20 tiros contra os jovens, mas não há informações oficiais sobre o andamento da investigação, a cargo da Delegacia de Homicídios da Baixada, sediada em Belford Roxo, bem distante do local da chacina.

►FESTIVAL DE CURTA DE CAXIAS
Será lançado na próxima terça-feira (4), a partir das 11 horas, no Museu Ciência e Vida, no centro de Duque de Caxias, o edital do Festival de Curtas que tem como tema a questão da água. Durante o evento será apresentado o júri, composto por: Antônio Molina (cineasta cubano); Luiz Antônio Gerace (presidente do Sindicato Interestadual dos Trabalhadores na Indústria Cinematográfica); e Flávio Machado (produtor cinematográfico).As inscrições no site www.duquedecaxias.rj.gov.br efestivalcurtavivacaxias.com. até o dia 2 de dezembro. As obras devem ter no máximo 28 minutos.  As exibições vão acontecer no Museu Ciência e Vida nos dias 9 e 10 de dezembro, e a premiação será no dia 11.