ISP EXCLUI CONSELHO DE
SEGURANÇA DE CAXIAS
SEGURANÇA DE CAXIAS

A direção do ISP fez questão de frisar no documento que só estavam relacionadas as reuniões dos Conselho que estão efetivamente em funcionamento, isto é, em condições legais. No site do ISP, porém, contra uma reunião do 15º BPM com o Conselho de Segurança Pública de Duque de Caxias, que seria no dia 28, às 10;00hs, no CIEP 320 Ercilia Antonia da Silva, na Estrada Boitatá, s/n°, Bairro Codora, Santa Cruz da Serra (próximo a saída do km107 da Washington Luis), com a participação dos Delegados da 59°DP/Caxias.
Se o ofício da direção do ISP não omitiu dados, a reunião programada para o próximo dia 28 será ilegal?
Ou será que o Conselho Municipal de Segurança Pública não está enquadrado nas normas do ISP?
PRESIDENTE DA SUPERVIA
GARANTE: FOI SABOTAGEM
.jpg)
O presidente da Supervia, que administra os trens suburbanos da extinta RFFSA, disse estranhar a depredação de trens ocorridos em Nilópolis e em Ricardo de Albuquerque, no subúrbio.
“Isso é muito estranho, nossos usuários são ordeiros. Eles sabem como lidar. O sistema de transporte ferroviário precisa de regras rígidas de segurança para não colocar em risco o usuário. Então ele sabe como lidar”, disse Amin Murad.
“Os eventos da semana passada são absolutamente anormais na nossa operação. Em menos de cinco minutos dessa avaria, nós tivemos tanto em Nilópolis, quanto na Central do Brasil e em Ricardo, no sábado, um movimento de depredação, um movimento para não só atacar as estações, como também os trens que já estavam ali para dar suporte àqueles passageiros”, disse Murad.
“Na Central do Brasil, menos de cinco minutos da falta de energia no pátio, devido a um ato de terceiros já confirmado pela polícia, em cinco minutos também começou um movimento de confusão dentro da Central”, completou. Ao responder a perguntas de telespectadores, o presidente da concessionária disse não ter dúvidas de que é preciso ofertar mais trens no ramal de Japeri. Segundo ele, 30 novos trens chegam no final de 2010 e passam a operar em 2011.
MAIORIA DA POPULAÇAO
APÓIA DECISÃO DE ZITO

RÁPIDAS
• A Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos do Estado confirmou ontem (13) a decisão de recorrer à Justiça contra a decisão do prefeito Zito de proibir a realização da chamada “Parada Gay”. O evento vinha sendo realizado desde 2006, com apoio da Secretaria de Saúde no Governo Washington Reis.
• “A atitude tomada pela prefeitura foi truculenta e homofóbica. A proibição remota aos tempos medievais. Precisamos reconhecer que podemos conviver mesmo tendo opções diferentes”, afirmou o superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos (órgão ligado à Secretaria), Claudio Nascimento.
• De acordo com o superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos (órgão ligado à Secretaria), Claudio Nascimento, que chegou a participar da caminhada, mesmo proibida, no domingo, os organizadores do evento estudam a possibilidade de remarcar a parada para o dia 15 de novembro. “Queremos diálogo com a prefeitura. É ruim permanecer nessa queda de braço. Lutamos pelos direitos de liberdade de expressão, e a parada traduz isso”, disse.
• Na justificativa para sua decisão, o prefeito alegou que em momento algum foi procurado pelos nenhum organizadores do evento para debater a organização o assunto. “Não fiz nada de irregular ou desrespeitoso. Acontece que a documentação para a realização da parada foi requerida em cima da hora, e ninguém me procurou para dialogar”, disse Zito.
• Já Claudio Nascimento contesta o prefeito, afirmando que enviou um e-mail no dia 2 de outubro para a prefeitura, colocando-se à disposição caso houvesse problemas com a parada. “Inclusive, parabenizava a prefeitura pelo apoio ao evento nos anos anteriores. Mas não obtive resposta”, disse
• Cláudio Nascimento. terça-feira, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) manifestou repúdio à proibição da parada gay e informou que, caso seja solicitada, poderá prestar assistência jurídica aos organizadores do evento.
• A presidente de Direitos Humanos da OAB/RJ, Margarida Pressburger, afirmou que a Constituição brasileira garante a liberdade de expressão. “A parada gay, como é chamada, já se tornou uma tradicional manifestação contra o preconceito e é realizada em várias partes do país e do mundo sem causar qualquer problema. A intolerância de gênero, religiosa, racial ou qualquer outra não têm cabimento no estado democrático de direito”, disse Margarida.

• Uma das organizadoras da ‘Parada Gay”, a transexual Sharlene Rosa acusa a primeira dama e Secretária de Ação Social, Claise Maria Zito, de haver pressionado o marido para proibir o evento por motivo religioso, uma vez que a esposa do prefeito é evangélica e não aceita o homossexualismo como comportamento natural.
• A Comissão de Trabalho da Assembleia Legislativa, presidida pelo deputado Paulo Ramos (PDT), tem reunião nesta quarta-feira (14), para debater os incidentes ocorridos no sistema ferroviário do Rio de Janeiro.
• O parlamentar pretende reunir o Sindicato dos Ferroviários, as representações de trabalhadores do transporte alternativo e rodoviário, secretários estaduais, autoridades da área de segurança, parlamentares e a direção da Supervia, empresa responsável pelo sistema.
• “Os episódios mostraram as limitações do transporte de massa na cidade, fato que foi agravado com a desarticulação do transporte alternativo. A privatização dos trens urbanos foi feita com a promessa de modernização e de resolução dos problemas de transporte no Rio de Janeiro. Pelo visto, não foi o que aconteceu”, afirmou o líder do PDT.
ALERJ ANALISARÁ SUSPEITA DE
IRREGULARIDADES EM SORTEIOS

O POVO ESTÁ PEDINDO

Nenhum comentário:
Postar um comentário