PARA MOSQUITOS DA DENGUE


JUSTIÇA VAI EXIGIR FICHA
LIMPA DOS CANDIDATOS
Os 248 juízes, encarregados de presidir as eleições de 5 de outubro no Estado do Rio, estão sendo orientados pelo presidente do TRE/RJ, desembargador Roberto Wider a impugnar o registro de candidatos sem “ficha limpa” na área criminal. No pedido de registro, os partidos terão de apresentar certidões da vida pregressa dos candidatos a prefeito e a vereador, tal e qual é exigido dos candidatos a empregos públicos. A exigência consta da Resolução Nº 691-08, que estabelece os critérios para o pedido de registro. Os “sem ficha limpa” serão vetados já na sua cidade, ampliando as barreiras contra o uso do mandato para garantir a impunidade. A resolução fixou o prazo máximo de 35 dias entre a expedição das respectivas certidões e o pedido de registro, para evitar que sejam utilizadas certidões antigas. Embora os prazos do Código Eleitoral sejam exíguos, a simples impugnação na Justiça E

• O Ministério Público Eleitoral já está preparando uma “Operações Pente Fino” em torno dos candidatos mais visíveis na mídia, especialmente os que disputam as prefeituras, centro de “distribuição de propinas”, que poderiam alimentar as candidaturas às eleições gerais de 2010.
• E o MPE não precisará de muito trabalho, pois bastará consultar o Tribunal de Justiça do Estado e lá encontrará a lista de processos criminais envolvendo os pretendentes a prefeito e a vereador, em especial os que operam ONGs envolvidas em desvio de verbas.
• Para começar, o prefeito de Campos, Alexander Cardoso Macaiber, do PSB, que retornou ao cargo, deve depor no Ministério Público nesta quarta-feira sobre as acusações de envolvimento na contratação irregular de obras através de dispensa de licitação, uma prática muito comum nas prefeituras e governos estaduais.
• Visando facilitar o trabalho de investigação, o Procurador Geral do Estado e chefe do MPE, Marfan Vieira, baixou ato, já publicado no “Diário Oficial”, delegando competência ao promotor criminal de Campos, Vitor Queiroz, para fazer as investigações em nome da Procuradoria.
• Para se ter uma idéia do que significará a ação do MP na carreira de muitos políticos, na atual campanha no rádio e TV, o PSB de Alexander Cardoso Mocaiber, omitiu o seu nome. O lema do parido é “Planejando, dá certo”.
• A primeira vítima dos “novos tempos”, porém, foi o presidente a Força Sindical e deputado, pelo PDT/SP, Paulo Pereira da Silva, o “Paulinho”. Na festa de 1º de maio, quando os sindicatos ligados à “Força” promoveram o sorteio de carros e apartamentos para atrair a atenção dos trabalhadores paulistanos, as principais lideranças políticas paulistas ficaram longe da festa.
• Temiam aparecer no “You Tube” ao lado de um suspeito de usar sua influência política para que prefeituras e grandes empresas conseguissem “dinheiro barato” no BNDES. Aliás, a Justiça já decretou a prisão preventiva de 13 envolvidos no esquema detonado pela “Operação Santa Teresa”, da Polícia Federal, que investigava uma conhecia casa de prostituição numa área nobre de S. Paulo. Através de escuta telefônica autorizada pela Justiça, a PF acabou chegando num esquema criminoso. Entre os presos está João Pedro de Moura, ex-assessor de Paulinho, indicado para um cargo de Conselheiro no BNDES pela Força Sindical.
• A Ministra do Turismo, Martha Supicy, candidata à Prefeitura de S. Paulo, foi uma das poucas estrelas no comício da “Força”, mas acabou vaiada por uma parte dos milhares de trabalhadores que foram à festa, regada a recursos do Imposto Sindical. Só o Ministro do Trabalho e presidente afastado do PDT, foi a São Paulo defender publicamente o deputado-sindicalista.
• O relatório da Polícia Federal sobre o escândalo de desvio de recursos do BNDES, enviado semana passada à 2ª Vara Criminal de São Paulo, diz que o deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (PDT-SP), recebeu R$ 325 mil de propina para intermediar um empréstimo de R$ 124 milhões do BNDES para a prefeitura de Praia Grande (SP). Segundo a PF, o prefeito de Praia Grande, Alberto Mourão (PSDB), repassou R$ 2,6 milhões à quadrilha em troca da aprovação de financiamento de R$ 124 milhões. O dinheiro, diz a PF, foi dividido em partes iguais entre 8 pessoas, inclusive Paulinho.
2 comentários:
cool~~~~~~~~~~~
Sou leitora deste blog, gosto do jeito como escreve!
Rose Cabral
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