ATIROU CONTRA A CÂMARA

PREFEITO ESTÁ DE OLHO
NA GRANA DE BRASÌLIA
.jpg)
Ainda na semana passada, antes de entrar em recesso, a Câmara autorizou o prefeito a firmar convênio para receber parte dos R$ 12,03 milhões destinados ao RJ. E tudo, como sempre, foi feito a toque de caixa. O vereador Ito, da bancada de oposição, denuncia que nem o comando do 15º Batalhão, nem os delegados titulares das 4 Delegacias de Polícia no município foram procurados, quer pelo prefeito, quer pelo Secretário Municipal de Segurança Pública, para discutir o projeto de instalação das câmeras, objetivo central da ajuda de Brasília, tendo por base os locais de maior índice de criminalidade. Sem isso, teremos apenas imagens de gente indo de um lado para o outro, sem qualquer melhoria da segurança do cidadão, como já ocorre com as câmeras hoje operadas pela PM, como a do Banco Itaú, que não registrou o atentado contra a Câmara de Vereadores. Até os Guardas Municipais sumiram misteriosamente dos principais cruzamentos da cidade, para ajudar a desfazer os nós. Em compensação, de talão de multas nas mãos, esses GMs são vistos em movimentadas ruas do Centro e do 25 de Agosto, “fazendo caixa” para ajudar a arrecadação da Prefeitura.
• O ministro Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal Federal, resolveu enfrentar a pressão da Associação de Magistrados do Brasil, que integra o Movimento de Combate a Corrupção, juntamente com a OAB e a CNBB. Para o presidente da mais alta Corte de Justiça do País, o veto à candidatura de políticos que, ao invés de “Curriculum Vitae”, têm uma extensa folha penal, é uma medida populista, isto é, quem se rebela contra a candidatura de bandidos está fazendo proselitismo político.
• Como o assunto foi decidido, em uma consulta, por 4 x 3 no TSE, na medida em que os TREs nos Estados começarem a recusarem
.jpg)
• Esse é o caso da urbanização da Favela do Lixão, cujo custo pulou de R$ 8 milhões no final do Governo Marcello Alencar, para R$ 43,7 milhões no governo Garotinho. Agora, é o prefeito Washington Reis quem vai injetar parte dos R$ 300 milhões do PAC para terminar as obras, interrompidas pela Gautama por decisão do TCU. Do projeto original, de R$ 8 milhões, só restou uma imensa lagoa de dejetos, o "pinicão do Garotinho" como é chamado pelos moradores da favela, construída pelo Governo do Estado bem na entrada de Caxias, ao lado da Linha Vermelha
• Até hoje, a Secretaria de Cultura não pagou os R$ 16 mil relativos aos prêmios do IV Festival de Teatro realizado de 10 a 23 de setembro do ano passado pelo Centro de Pesquisas Teatrais de Duque de Caxias, um prestigiado grupo de teatro da cidade. Cerca de 200 grupos, inclusive de S. Paulo, Pernambuco e Ceará, participaram do Festival, que se apresentaram para um público estimado em 20 mil pessoas.
• No último dia 25, o processo de pagamento (Nº 22.643/07), que deu entrada na Prefeitura em 18/05/07, retornou novamente à Controladoria Geral do Município, um mini-tribunal de contas, que analise a legalidade dos pedidos de pagamento.
• Os grupos vencedores do Festival estão dispostos a fazerem uma ruidosa manifestação em frente ao Teatro Raul Cortez, onde se apresentaram. O curioso é que, na festa de encerramento, o Governo arranjou dinheiro para pagar o cachê do ator que encarna o personagem “Beiçola”, do humorístico “A Grande Família”. Parece que o “Augustinho” arranjou um “bico” na Prefeitura de Caxias para tumultuar o ambiente.
• Por falar no impagável “Beiçola”, o ator Marcos Oliveira (foto) passou mal

• Desde terça-feira, o consumidor fluminense está pagando mais caro pelo gás canalizado e um novo reajuste devera entrar em vigor no próximo dia 1º de agosto. Em nota divulgada ontem (2), a CEG e a CEG Rio, concessionárias da distribuição do produto, informaram que o reajuste foi causado pelos novos preços cobrados pela Petrobrás.
• Enquanto o consumo residencial foi reajustado em 6%, para a indústria será entre 15% e 24%, e de 23% para o GNV. Embora o percentual de rajuste do gás residencial tenha sido menor, as donas de casa acabarão pagando mais caro por produtos industrializados que dependem do gás, principalmente o pãozinho, que subiu no início do ao em decorrência da suspensão da importação de trigo da Argentina, determinada pela presidente Cristina Kischner, em briga com os produtores de grãos daquele país.
Um comentário:
essa camara, que me perdoem alguns vereadores e funcionarios, é imprestável e geralmente só serve para "legalizar" jogadas do "chefe" do momento.
pode fechar que nao faz falta.
cida
Postar um comentário