EFICIÊNCIA DA POLICIA
Os motoristas que circularam por Duque de Caxias em 2008 perderam para a bandidagem cerca de quatro mil veículos, entre roubos e furtos, sendo este

GOVERNO CULPA A LIGHT
POR QUEDA DE ÁRVORES
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Em resposta à nota do blog sobre a queda de uma árvore e a eminência de uma segunda, na esquina das ruas Conde de Porto Alegre e Cardoso Bessa, antiga Vileta, recebemos um e-mail do Secretário de Meio Ambiente, Samuel Maia, que responsabiliza a concessionária de energia elétrica pelos problemas enfrentados pelos moradores daquele local. O Secretário afirma que já fez diversos pedidos à Light para que interrompa o fornecimento de energia naquela esquina, para que funcionários da Prefeitura possam fazer o corte da árvore sem risco de sofrerem uma descarga elétrica.
Pelo visto, o governador mineiro Aécio Neves terá muitos problemas no Rio se quiser disputar as prévias no PSDB, pois a Light, controlada pela CEMIG, empresa do governo minério, é useira em ignorar os direitos do consumidor. No caso da queda da primeira árvore, a empresa foi avisada dos riscos, mas não adotou nenhuma providência. A segunda árvore, com as raízes à mostra, poderá cair a qualquer momento.
RÁPIDAS
• Zito fez nessa terça-feira a mais rápida entrevista coletiva da história política do País. Em menos de 3 minutos, ele abriu e fechou a entrevista, reafirmando a sua irritação com a falta de ação da Polícia diante da bandidagem, que coloca Duque de Caxias

• Das autoridades da área de segurança convidadas, só o comandante do Policiamento da Baixada não apareceu. No final das contas, sobrou para o delegado Zaqueu Teixeira (foto), secretário municipal de Segurança, explicar aos jornalistas o que a Polícia pretende fazer para reverter esse quadro de insegurança geral.
• Uma das explicações das próprias autoridades da área de Segurança para o aumento da criminalidade na Baixada seria a pressão que o Governo vem fazendo em redutos considerados seguros pelos traficantes, verdadeiros santuários, como Complexo do Alemão e Vila Cruzeiro.
• Com a pressão da Polícia, principalmente atacando as fontes de renda – tráfico de drogas, venda de gás de cozinha e exploração de transporte pirata – as quadrilhas estariam buscando refúgio em favelas de Duque de Caxias, como ocorreu no final do ano passado no bairro do Centenário, quando as Favelas da Mangueira e do Morro do Sapo, na divisa com o bairro Olavo Bilac, foram tomadas por bandidos fugitivos da Vila Cruzeiro, na Capital.
• A passagem de nível ao lado da estação do Gramacho, por exemplo, vem sendo palco de assaltos diários. Semana passada, um motorista teve que “pagar pedágio” para recuperar o veículo roubado por uma quadrilha que se homizia na Vila São José, área da 60ª DP. A vítima depende do veículo para trabalhar e acabou concordando em pagar o “resgate”. Aliás, bem mais em conta do que as seguradoras que dominam o mercado cobram para fazer o seguro.
• A reforma da sede da Câmara prometida pelo presidente Mazinho começou pela extinção da Sala de Leitura Dr. Moacyr do Carmo. Independente dos motivos para o fechamento daquela biblioteca, a medida agride gratuitamente duas figuras importante na política de Duque de Caxias.
• Em primeiro lugar, revoga uma justa homenagem a um ex-pracinha e pediatra que ajudou a garantir a sobrevivência de milhares de crianças e que, como prefeito, proporcionou os recursos para a construção da sede do Legislativo caxiense.
• O segundo atingido pela medida foi o saudoso Elias Lazzaroni, ex-vereador e ex-diretor da Câmara, que comeu o pão que o diabo amassou para conseguir montar essa biblioteca, que até o final do ano passado era visitada diariamente por dezenas de estudantes para fazerem pesquisas e trabalhos. • Aliás, a campanha contra a memória do saudoso Dr. Moacyr do Carmo já é antiga. Há muito sumiu da fachada da Câmara o nome do saudoso médico e prefeito (eleito por duas vezes), homenageado com uma biblioteca pública e o novo hospital, que também leva o seu nome, foi inaugurado sem condições efetivas de funcionamento.
CHOQUE DE ORDEM DERRUBA
12 OUTDOORS IRREGULARES

Pelo mesmo motivo, a Secretaria de Serviços Públicos retirou 10 barracas da feira ao lado do SESC e próximo ao Hospital Infantil. Agora, os 300 ambulantes que vendiam roupas, sapatos, tênis, ferramentas usadas e de informática, atuarão no limite da rua do Sesc, das 6h às 15, de domingo. A operação contou com fiscais da secretaria e a Guarda Municipal. O mesmo ocorreu nas feiras de Santa Cruz da Serra, Nova Campinas, Imbariê, Campos Elíseos e Jardim Primavera.
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