SOB RISCO DE INVASÃO

TRIBUNAL MANDA O GOVERNO
ESVASIAR XADREZ DA POLINTER
O Tribunal de Justiça do Rio determinou que o governo do estado acabe com a superlotação da carceragem da Polinter, no Grajaú, zona norte da cidade. Segundo a assessoria de imprensa do Tribunal, a cadeia, que tem capacidade para 150 presos, está com

Agora, o governador tem em mãos uma ferramenta para abrir os portões das penitenciárias, não só da Polinter, como quer o Tribunal de Justiça. Basta cumprir a decisão do STF, que proíbe a prisão de condenados que ainda tenham recursos para serem examinados pela Justiça. Desde que os réus tenham grana para pagar a bons e caros advogados, como o ex-banqueiro Daniel Dantas, Marcos Valério e Fernandinho Beira Mar.
RÁPIDAS
• A Procuradoria Geral do Município terá grandes dificuldades na Justiça se não agir rápido. Além do “imbroglio” da desapropriação de um supermercado, onde Zito prometeu instalar a Feria de Artesanato e o “Forró na Feira”, tem o processo de cobrança de R$ 100 mil por parte da Light em decorrência da constatação de “gatos” na sede da Secretaria de Ação Social, comandada pela ex-primeira dama do município, e na Escola Municipal Carlota Machado, constatados em 2006 e 2007.
• Surge agora um outro “pepino” para a PGM resolver. O Governo passado desapropriou os terrenos da fábrica de sabão “Elmo” e, em dezembro último, a Justiça concedeu imissão de posse, desde que a prefeitura depositasse os valores atribuídos no decreto de desapropriação.
• No processo n.º 2008.021.009516-1, uma parte da área foi avaliada pelo município em R$ 251.616,96, enquanto na outra parte, que consta do processo nº 2008.021.027884-9, o valor oferecido pela expropriante é de R$ 505.559,84.
• Ocorre que um dos herdeiros do patrimônio pagou parte das dívidas da empresa e obteve, como garantia, a posse de parte dos terrenos. Ele já ingressou em Juízo cobrando da E. Ferreira & Filhos o que lhe é devido e o Juiz já mandou reservar parte do patrimônio da empresa para pagar ao credor. • E ainda tem o representante do missionário R. R. Soares, que alega haver comprado o imóvel sob promessa de um emissário do ex-prefeito de revogação da desapropriação.
• No caso do terreno do supermercado (foto), na Av. Plínio Casado, em fre

• Só para complicar ainda mais a situação, o ex-prefeito, a uma semana de deixar o cargo, invadiu a área do supermercado, cujas chaves ainda estão no Cartório. Por esse motivo, um dos expropriados apresentou queixa-crime na 59ª DP/Caxias contra Washington Reis por invasão de propriedade.
• A Delta recolheu o lixo que desde segunda-feira estava na calçada da Escola Municipal Oswaldo Cruz, no bairro da Covanca. E só o fez depois da denúncia do blog, postada na sexta-feira.
• Só falta, agora, a empresa melhorar o recolhimento na área da Av. Henrique Valadares, esquina com a rua Prefeito Adolfo David, no Parque Lafaiete, que diariamente é transformada em “lixeira” por falta de recolhimento adequado e fiscalização por parte da Secretaria de Serviços Públicos.
• A Polícia está investigando uma empresa chamada “Caçula Loterias”, cliente de uma empresa de informática de propriedade do presidente da Escola de Samba Vila Isabel, Wilson Vieira Alves, envolvido numa disputa extra-sambódromo com o presidente da Viradouro, Marco Antonio Lira de Almeida, o Marquinhos Lira. A confusão gira em torno de uma carta anônima que circula entre os presidentes das escolas do Grupo Especial.
• Nos anos 60, foi criada uma banca do jogo do bicho com o nome de “Caçula Loterias”, da família do ex-prefeito Hydekel Freitas, que se dispunha a disputar o jogo na cidade com a tradicional “Três Batutas”, a “Paratodos” e o “Cravo da Sorte”. O grupo da “Paratodos” acabou “incorporando” o “Três Batutas”, enquanto o “Caçula” e o “Cravo”, do vereador (já falecido) Armando Belo de França, deixaram de funcionar.
• O vereador, um conhecido X-9 ligado ao Delegado Amyl Ney Richaid, ficou famoso por participar da caçada ao assaltante conhecido como “Tião Medonho”, o desastrado chefe da quadrilha que participou do assalto a um trem pagador da Central do Brasil. O assunto virou filme de grande sucesso e o “X-9”, que construiu uma luxuosa casa com minarete no bairro Centenário, acabou se elegendo vereador em 1962, enquanto o delegado se tornou deputado estadual.
• O “Duque de Caxias”, ligado ao ex-prefeito Washington Reis e a Eurico Miranda e formado por jogadores reservas do Vasco, e o Tigres, mantido por uma empresa fornecedora da Petrobrás, times de Xerém que representaram Duque de Caxias na Taça Guanabara, tiveram uma atuação pífia e estão fora das finais. O “Duque” perdeu a chance de ir à final ao empatar, em casa, com o Madureira.
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