NO CAMPUS DA UFRJ EM XERÉM
Sem qualquer justificativa, a prefeitura suspendeu as obras do novo campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que vinha sendo construído desde o ano passado em Xerém, para abrigar a Faculdade de Tecnologia e Metrologia, criada em convênio com o INMETRO. A denúncia da suspensão das obras foi feita no final de semana pelo blog “Viva Caxias” (http://caxiasprafrente.blogspot.com/) A unidade de Xerém

A primeira turma de futuros tecnólogos, que prestou vestibular no início de 2008, começou a estudar em agosto em dependências do estádio “Marrentão”, em Xerém, cedidas à UFRJ. As obras do novo campus, numa área de 5 mil metros do INMETRO, estavam sendo tocadas com recursos repassados pelo Ministério da Ciência e Tecnologia por decisão de Lula, quando esteve em Duque de Caxias durante a recente campanha eleitoral.
Embora o PSB, que controla o Ministério, integre o governo Zito, onde controla a Secretaria de Municipal de Ciência e Tecnologia, ninguém se pronunciou sobre a decisão do prefeito de suspender as obras, que constavam do orçamento do Município aprovado pela Câmara de Vereadores no ano passado.
PCB ALERTA SOBRE CORTES NO
ORÇAMENTO DA PREFEITURA
Em nota distribuída neste fim de semana, o Diretório municipal do Partido Comunista Brasileiro, que não apoiou a eleição de Zito, fez um alerta de que, a crise econômica mundial, com a redução das atividades produtiva e queda da arrecadação, vai levar a Prefeitura a fazer cortes no orçamento de R$

Na pauta de discussão, o PCB volta a pedir a isenção de impostos e cobranças de serviços básicos (água ,luz,gás) para desempregados, taxação progressiva IPTU para imóveis desocupados e usados pra especulação imobiliária, divulgação do Orçamento, da aplicação das verbas pela Câmara e Prefeitura através de Diário Oficial, de forma acessível a toda população, jornais de Grande Circulação e Internet e a adoção do orçamento participativo, com a população decidindo onde o Governo deve aplicar o dinheiro de impostos e taxas cobrados no Município.
Pena que o PCB não elegeu nenhum vereador para defender suas propostas na Câmara de Vereadores de Duque de Caxias.
RÁPIDAS
• Não passou de uma encenação pirotécnica do deputado Jorge Picciani, autor da discutível medida, a derrubada do veto do governador ao projeto que obriga os servidores dos três Poderes a entregarem declaração de bens, anualmente, à Assembléia Legislativa.
• A declaração de bens, assim como a correspondência e a telefonia, gozam de sigilo por determinação da Constituição Federal, cuja proteção só pode ser quebrada pela Justiça. Assim, mesmo se a Justiça não derrubar a “Lei Picciani” por flagrantemente inconstitucional, a Alerj não poderá utilizar essas declarações sem antes pedir autorização à Justiça, justificando o pedido, como ocorre nos casos da telefonia.
• Analistas políticos que conhecem o governador garantem que tudo não passa de um ato combinado, em que o governador é poupado de aprovar leis inconvenientes aos seus projetos políticos, deixando a promulgação dessas leis a cargo do presidente da Alerj, que pleiteia a vaga de candidato a senador pelo PMDB.
• A entrevista do senador Jarbas Vasconcelos (foto) à revista “Veja” desta semana e

• Nem a direção do partido, nem os presidentes do Senado e da Câmara, atacados diretamente pelo senador pernambucano, dispuseram-se a desmentir as denúncias de que o PMDB só existe em função da corrupção. Até o sizudo Pedro Simon, tão ácido em suas críticas à falta de ética de seus pares, resolveu guardar silêncio.
• Com a exceção da substituição do principal envolvido na fraude dos contracheques, que prejudicou mais de uma centena de humildes funcionários da prefeitura, principalmente guardas e o pessoal de apoio da Educação, nada mudou na Secretaria de Administração.
• Os servidores, vítimas do golpe e que apelaram para a Justiça, continuam sendo descontados irregularmente e ameaçadas de represália por parte dos remanescentes da quadrilha de estelionatários que agiam dentro da Prefeitura.
• Com 800 atendimentos por dia, o Hospital Infantil Ismélia da Silveira tem novidades para seus pacientes mirins. As crianças, que aguardam por atendimento, vão ganhar um cineminha na sala de espera. Os filmes exibidos destacarão a importância da higiene, saúde bucal, combate ao mosquito da dengue e meio ambiente. Na próxima sexta-feira (20), às 15h, o grupo teatral Cena da Ladeira apresentará a peça “Alegria Cura”.
• Para a diretora geral do Hospital Infantil, Márcia Caputto, as ações também promovem a cura. “Queremos levar momentos de alegria, de descontração e entusiasmo, pois acreditamos nesses elementos no processo de melhora dos pacientes”, explicou Márcia.
• Em março, o Centro Cirúrgico deve ser aberto para a realização de cirurgias de baixa complexidade como hérnia, fimose, entre outras operações. Caso haja uma epidemia de dengue, os profissionais do hospital já foram treinados para receber as crianças e tratar os casos.
• O Hospital Infantil, construído e inaugurado no primeiro Governo do Dr. Moacyr do Carmo, no final dos anos 60, oferece emergência pediátrica 24h, serviço de pronto atendimento e ambulatorial, neurologia, cardiologia, pneumologia, pólo de asma, oftalmologia, otorrinolaringologia, endocrinologia, cirurgia, ortopedia, psiquiatria, dermatologia, psicologia, fisioterapia, fonoaudiologia, DST, gastroenterologia e homeopatia.
• As vaias que Zito começa a receber em alguns locais indicam que o seu governo está perdendo no quesito “comunicação com o povo em geral”. As manifestações de camelôs e sambistas tem origem em duas decisões do prefeito: o choque de ordem na cidade e a suspensão de ajuda financeira aos blocos carnavalescos.
• O curioso é que o Subsecretário de Cultura, que é diretor da Grande Rio, foi nomeado para o cargo com a promessa do prefeito de ajudar os blocos a restaurar o Carnaval de Rua. Além da Prefeitura, alegando falta de dinheiro, não pagar a ajuda prometida (R$ 172 mil) para os oito blocos, a imprensa noticia que Ronaldo “Fenômeno” doou R$ 50 mil para a Pimpolhos da Grande Rio, a escola mirim da tricolor caxiense, que este ano tem o patrocínio da França e já emplacou o patrocínio da Ambev para 2010, com o enredo sobre a Marquês de Sapucaí, sede da cervejaria no Rio.
ACABOU A LUA DE MEL?

Assim, a mudança da direção da escola, que deveria ser um processo interno, sem maiores traumas, passou a ser uma disputa entre antigas direções e novos professores, com alguns vereadores no meio. A falha mais grave, no entanto, foi a decisão de expulsar dos quadros da escola o professor que perdeu o cargo de direção. E isso foi dito sem meias palavras pela Secretária de Educação, determinando que uma diretora exonerada aproveitasse as férias para procurar outra escola onde irá trabalhar, isto depois de iniciado o ano letivo. Sem um fato grave para justificar a exoneração, o afastamento do diretor da escola, onde trabalhava há muitos anos, é uma agressão sem propósito, que humilha o professor e não melhora o rendimento pedagógico da escola.
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