
Destinado ao público da Baixada, o Museu ocupará os quatro andares do antigo Fórum, onde disponibilizará três exposições permanentes. O museu contará ainda com planetário, auditório destinado a exibições de filmes ou espetáculos de teatro, além de área para exposições temporárias. O objetivo desse projeto é aliar o divertimento à educação e mostrar a Baixada com todas as suas características e riquezas ambientais. Para isso, as exposições terão como base equipamentos interativos, além de contar com acesso para deficientes e textos disponíveis em braile e inglês.
VALEU A PENA UMA NOVA
INVASÃO FANCESA NO RIO?
A Grande Rio, oficialmente a única escola do Grupo Especial que teve patrocinadores (empresas brasileiras de capitais franceses, como a Citroën e o Carrefour), fez um desfile luxuoso, esmerando-se nos detalhes dos carros alegóricos, dos adereços e fantasias, com esculturas perfeitas e conseguiu

Outro fator extra-sambódromo foi a presença bissexta de Lula e sua comitiva, deixando para traz a desastrosa aparição a 14 anos do ex-presidente Itamar Franco, enredado numa farsa montada para desmoralizá-lo. Desta vez, Lula, Eduardo Paes e Sergio Cabral se vacinaram da presença de doidivanas sem calcinhas, levando para o camarote do Governo as respectivas primeiras damas.
O problema da Grande Rio é a ascendência do chefão Anísio da Beija Flor sobre os jurados, respaldado pelo velho “capo!” Capitão Guimarães, que controla o carnaval por trás dos refletores do Sambódromo. Enquanto Jaider Soares não fumar o cachimbo da paz com Anísio, botando um ponto final naquela sua aventura na Amazônia, a Grande Rio terá sempre, no quesito possibilidades de ser campeã, a alternativa “quase”.
RÁPIDAS
• Irritado com a revelação pelo jornal “O Globo” de que mais de 600 homens

• Para Beltrame, é inconcebível que oficiais com postos de comando da PM façam “bicos”, em especial, trabalhando para contraventores. Explorar empresas de segurança privada em nome de parentes, como fazem delegados da Polícia Civil e oficiais da PM, pode!
• O governador Sergio Cabral e o Delegado Beltrame, Secretário de Segurança, que se preparem. A
Quarta-feira de Cinzas (25) marcará o início da reflexão e dos debates sobre a segurança pública no país, quando será lançada, pela CNBB a Campanha da Fraternidade de 2009 com o tema “FRATERNIDADE E SEGURANÇA PÚBLICA”.
• A intenção é estimular o debate sobre as causas da violência, contribuir para a promoção da cultura da paz na sociedade e a construção da justiça social. O lema da campanha, que estará estampado nos cartazes, será “A Paz é Fruto da Justiça”.
• Tema que costuma causar polêmica, a maioridade penal está entre os assuntos a serem discutidos. Serão também abordados os diversos aspectos da violência como o racismo, a violência no trânsito, contra os povos indígenas, no meio familiar, a praticada por policiais e contra os policiais.
• As discussões não deixarão de fora o lado político. Um dos objetivos específicos da campanha é denunciar a gravidade dos crimes contra a Ética, a Economia e as gestões públicas, assim como a injustiça presente nos institutos de prisão especial, de foro privilegiado e de imunidade parlamentar para crimes comuns.
• A última campanha teve como tema Fraternidade e Defesa da Vida, se posicionando contra o aborto e a eutanásia, entre outros pontos. A campanha é feita desde os anos 60 e a cada edição aborda um tema diferente.
• A hepatite é uma das doenças contagiosas que mais se adquire nesta época do ano, especialmente no Carnaval. Segundo o médico infectologista e professor da Universidade de Brasília (UNB), Ricardo Marins, as hepatites são mais freqüentes do que o HIV - o vírus transmissor da aids. A cada 100 pessoas, 1,2 tem hepatite, enquanto pouco mais da metade, 0.6, tem o vírus HIV. “No carnaval existe uma permissividade social que induz as pessoas à prática sexual, muitas vezes, sem nenhum cuidado. O vírus da hepatite é um dos mais resistentes ao meio ambiente”, afirma Marins.
• A ONG Saúde em Vida defende, em Campinas, a criação de uma lei que fiscalize e regulamente esses locais. O projeto determina o uso de materiais descartáveis, luvas e esterilização dos instrumentos após cada uso, entre outros cuidados.
• “Não é necessário uma transfusão, uma pequena quantidade de sangue é suficiente. Muitas pessoas não sabem como contraíram o vírus, mas basta um alicate contaminado para transmiti-lo”, afirma Christian Carvalho.
• Os salões de beleza, estética, clínicas de podologia, estúdios de tatuagem e de aplicação de piercing são outro importante local de transmissão, pois utilizam instrumentos sem a devida esterilização.
• O diretor da organização não-governamental (ONG) Saúde em Vida, que trabalha com portadores de hepatite, Christian Joseph Souza Carvalho, explica que outra forma comum de contrair o vírus é com o uso de drogas. “As pessoas precisam saber que não é só com droga injetável que se adquire a hepatite. Muitos usuários utilizam uma “marica” (canudo feito com caneta, alumínio ou nota de dinheiro) para cheirar a cocaína ou o crack. Como a droga machuca a parede interna da narina, ocorre o contato com o sangue de outra pessoa”, destaca Carvalho.
• No último levantamento feito pelo Ministério da Saúde, em 2007, foram registrados cerca de 20 mil casos, apenas das hepatites B e C. Segundo o coordenador do Programa Nacional de Hepatites, Ricardo Gadelha, o Brasil está pleiteando junto à Organização Mundial de Saúde (OMS) a criação do Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais. “Nossa intenção é sensibilizar o mundo para esta causa”.
• Gadelha diz que a melhor forma de prevenção é a vacina, apesar de, no momento, só existir para o tipo A (menos grave) e a B. A aplicação é disponibilizada nos postos de saúde de forma gratuita. A última campanha para realização de testes ocorreu em 2005.
• “Naquele ano, tivemos um grande número de notificações, por isso hoje focamos na prevenção, que é mais barata que o tratamento. Estamos direcionando o trabalho à população adolescente, que tem maior dificuldade de ir até a uma unidade de saúde”.
OS “SEM CARNAVAL” DE CAXIAS
INVADIRAM AS PRAIAS DA BARRA

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