FICHA LIMPA "NÃO PEGA" E
ELEITOR FICA EM APUROS
Regendo sua primeira eleição, a Lei da Ficha
Limpa levou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedidos de impugnação de 1.361
candidaturas de prefeitos, vice-prefeitos e vereadores em todo o país. Apesar
de a votação ocorrer no domingo (7), a grande maioria dos políticos sob
suspeição disputará o voto do eleitorado sem saber se será enquadrada como
ficha suja. A incerteza vai marcar a eleição porque o plenário do TSE não
conseguirá julgar todos os processos. Além dos casos motivados pela Lei da
Ficha Limpa, o TSE também tem que analisar milhares de outras ações envolvendo
registros de candidaturas. Nos casos em que não houver deliberação da Justiça
Eleitoral, os candidatos concorrerão sub judice e os votos serão computados
normalmente.
Contudo, a vitória nas urnas não será a
garantia de posse no cargo porque, se o candidato, depois do pleito, tiver o
registro impugnado pelo TSE, os votos serão considerados nulos. O tribunal
analisará caso a caso qual será o procedimento nas situações em que o vencedor
tenha seu registro cassado.
Entre as hipóteses, estão a diplomação do
segundo mais votado ou até a realização de uma nova disputa, no caso de eleição
majoritária. No caso dos vereadores, serão empossados os candidatos que tiverem
o maior número de votos.
Aprovada em 2010, a Lei Complementar 135,
batizada como Lei da Ficha Limpa, está valendo para as eleições municipais
deste ano. Pela legislação, não podem se candidatar a cargo eletivo os
políticos condenados pela Justiça em decisão colegiada (por mais de um
desembargador), mesmo em processo não transitado em julgado (com condenação
definitiva).
Entre outros pontos, a lei também pune o
político que renunciar ao mandato quando já houver representação ou pedido de
abertura de processo, aumentando o período de inelegibilidade pela soma do que
resta do mandato e mais oito anos. Antes, a suspensão ia de três a oito anos.
PETROBRÁS É ACUSADA DE DESPEJAR
TONELADAS DE LIXO TÓXICO NO MAR
Manifestantes fizeram um ato público nesta
terça (2) em frente à sede da Petrobras, no centro do Rio de Janeiro, para
denunciar a estatal pelo lançamento no mar de resíduo tóxico gerado pela
extração de petróleo e gás. A campanha, denominada Água Negra Não, contou com
integrantes de movimentos sociais, pescadores artesanais e comunidades
impactadas pela indústria do petróleo. O ambientalista, gestor e planejador
ambiental Sérgio Ricardo disse que o resíduo, chamado de água de produção ou
água negra, contém substâncias altamente poluentes, como anticorrosivos,
etanol, metais pesados, elementos radiativos, entre outros. Segundo ele, das
110 plataformas no território nacional, apenas 21 possuem estação de tratamento
de seus efluentes.
De acordo com Ricardo, 82% da produção de
petróleo do país são no Rio de Janeiro, ameaçando o meio ambiente do estado.
“Os licenciamentos ambientais não estão levando em conta os ecossistemas, os
pescadores artesanais e muito menos os riscos ambientais dessa atividade. No
Rio, há um apagão na política ambiental. Isso tem ameaçado a nossa rica
biodiversidade”, avaliou. O ambientalista acrescentou que, nos últimos anos,
foram dadas mais de três mil licenças ambientais, que chama de licenças “fast
food”, pois “saem do forno com uma rapidez meteórica”. Segundo Ricardo, o
processo de licenciamento da Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro)
se deu em apenas seis meses.
Em nota, a Petrobras disse que respeita e
atende aos requisitos da legislação ambiental brasileira e internacional.
Segundo a nota, a água produzida junto com o petróleo nas plataformas é tratada
e descartada de acordo com a legislação brasileira. Além disso, informa que,
nas plataformas onde não há sistema de tratamento, a água é enviada para outras
plataformas ou outras instalações para destinação adequada.
A estatal informou ainda que o descarte da
água atende às resoluções do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) 393 e
357, e à convenção Marpol 73/78, da Organização Marítima Internacional (IMO),
agência especializada da Organização das Nações Unidas (ONU). O documento trata
de compromissos internacionais para evitar a poluição do mar por petróleo.
EMPRESA INTERDITADA POR
CRIME AMBIENTAL EM CAXIAS
Agentes da Coordenadoria Integrada de Combate aos Crimes
Ambientais (Cicca), órgão ligado à Secretaria de Estado do Ambiente, fizeram na
manhã desta quarta (3) uma operação para combater crimes ambientais no
município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Durante a operação, os
agentes percorreram e vistoriaram empresas com o objetivo de identificar,
multar e interditar aquelas que desrespeitam o meio ambiente, despejando óleo e
produtos químicos no Rio Calombé.
Essa foi a segunda operação de agentes da Cicca na
região. No início do mês, a equipe de combate a crimes ambientais encontrou
irregularidades em três das oito empresas vistoriadas. Todos os três
estabelecimentos foram autuados e multados por poluição ambiental. Duas empresas
também foram interditadas e seus diretores detidos e encaminhados à delegacia
da região para prestar esclarecimentos. A multa para os crimes de poluição de
rios e lagoas pode chegar a R$ 50 milhões.
A empresa Montman Serviços, reparos Marítimos e
Terrestres, Ltda., localizada na Rua Souza Dantas, no bairro Chácaras
Rio-Petrópolis. Ela trabalha com limpeza e reforma de tanques de armazenamento
de óleo combustível, infringiu a Lei Estadual 3476/200. A multa será estipulada
e poderá chegar a R$ 10 milhões.
Marcos Grilo,
responsável pela empresa, foi detido e encaminhado à delegacia da região para
prestar esclarecimentos. Outra empresa vistoriada foi a Log Mix que faz o
transporte de óleo diesel. No local, os policiais encontraram uma substância de
cor rosa, em um reservatório dentro do estabelecimento. O mesmo componente
químico foi jorrado no Rio Calombé. Na região, foram identificados 12 pontos de
poluição. Todos serão investigados e as empresas que cometerem crimes ambientes
serão fechadas para o bem do meio ambiente e da população da região.
De acordo com o secretário do Ambiente, Carlos Minc, as
provas foram colhidas e serão analisadas pelos técnicos do Instituto Estadual
do Ambiente (Inea) e do Instituto Carlos Éboli. Segundo ele, o material será
recolhido e analisado para identificar sua composição. Se comprovado ser óleo
diesel, a empresa poderá ser multada e interditada.
“Nós temos que combater permanentemente a impunidade
ambiental. A nossa orientação não é só multar, é interditar, prender e abrir
processo criminal. Essa [a empresa flagrada com uma substância rosa em seus
reservatórios] é uma das empresas que vai bancar os R$ 20 milhões para a
despoluição do Rio Calombé. Para doer no bolso”, afirmou Minc.(Foto: Márcio
Leandro)
Em setembro de 2008, o então prefeito Washington Reis anunciou o início das obras
de construção de um viaduto ligando a Av. República do Paraguai à Av.
Presidente Kennedy, o que aposentaria a passagem de nível ao lado da estação de
Gramacho. A inauguração seria em dezembro daquele ano, conforme o blog registrou.
Passadas as eleições, apurados os resultados e confirmada a derrota do
prefeito, as obras foram abandonadas. O órgão responsável pela construção do
futuro viaduto é o DER/RJ, que desde 2004 está executando a duplicação de cerca
de 15 km da Av. Presidente Kennedy, entre o viaduto do Centenário e a conexão
com a BR-040, na entrada de Campos Elíseos.
Este ano
RÁPIDAS
• O
presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro, Luiz Zveiter,
pregou nesta quarta (3) uma política de “tolerância zero” no combate aos
ilícitos eleitorais no estado, entre esses a chamada boca de urna, que não
poderá ser feita em qualquer circunstância: "Nem a 20 quilômetros do local
de votação", frisou. O presidente do TRE falou a uma plateia formada por
juízes eleitorais, na presença de autoridades do Exército, da Marinha e das
polícias Civil, Militar, Federal e Rodoviária Federal.

• Zveiter
ressaltou que o objetivo é evitar que os candidatos burlem a legislação.
"As pessoas vão apostar entre o caos e o que é legal. O caos é boca de
urna, distribuição de verbas, distribuição de material no dia da eleição. De
uma forma afrontosa, essas pessoas tentam impor um constrangimento à Justiça
Eleitoral ou demonstrar à população que o que impera é a vontade antiética e
imoral daqueles que querem alcançar a eleição a qualquer custo”.
• Fiscais
do TRE-RJ em Magé apreenderam, na manhã desta quarta-feira (3), cédulas de
dólares e de real em um veículo usado na campanha do candidato a prefeito
Ricardo Correa de Barros (PSB), o Ricardo da Karol, e do postulante a vereador
Carlos José de Souza (PSB), o Carlos Bigu. A ação foi motivada por denúncia anônima,
segundo a qual o dinheiro, R$ 5 mil e US$ 32, seria supostamente utilizado na
compra de votos.
• A
apreensão foi feita em frente à Cooperativa de Catadores de Lixo de Bongaba,
onde havia um aglomerado de cerca de 50 pessoas e um automóvel estacionado, com
adesivos dos dois candidatos. De acordo com os fiscais, Carlos Bigu,
proprietário do veículo, informou que estava no local para verificar um
abaixo-assinado dos catadores de lixo sobre uma indenização que a Prefeitura
lhes devia.
• Além
do dinheiro, os fiscais recolheram no automóvel uma planilha de custo de
campanha, na qual constava, entre outras anotações, a contratação de 2.500
pessoas, a R$ 30 reais cada, para trabalhar no dia das eleições, uma ficha de
filiação partidária, nove cópias de títulos de eleitor e 10 fichas de
cadastramento com dados de eleitores. Também foi encontrado material de
campanha dos candidatos, como panfletos e santinhos.
• O
material recolhido foi levado para a 148ª ZE, responsável pela fiscalização de
propaganda no município. Segundo o coordenador da fiscalização em Magé, Wagner
Leandro Rabello, os valores apreendidos ficarão acautelados no cartório até a
decisão do juiz.
• A
Polícia Federal prendeu, na madrugada desta quarta-feira (3), a prefeita e um
vereador de São João da Barra, no norte do Estado, por compra de votos. Segundo
informações da prefeitura, Carla Machado foi presa depois de um comício na
cidade. A prefeita não é candidata à reeleição.
• O
vereador Alexandre Rosa, que é candidato a vice-prefeito pelo PMDB, também foi
preso. O delegado que investiga os políticos dará uma coletiva de imprensa às
10h na delegacia federal de Campos dos Goytacazes e passará os detalhes do
caso.
• No apagar das luzes
da sua atual direção, a Câmara de Duque de Caxias decidiu não renovar o
contrato com a empresa Locanty, para o fornecimento de mão de obra
terceirizada. O pessoal contratado será demitido nos próximos dias, pois
ninguém sabe quem ocupará a Mesa Diretora do Legislativo a partir de 1º de janeiro
de 2014. Cabe à Mesa a administração da Câmara, inclusive a realização de
licitações e a assinatura dos respectivos contratos.
• A torcida do
Flamengo está uma arara com o atacante Wagner Love. E não é apenas por conta
dos gols perdidos no Fla-Flu, inclusive por se negar a bater um pênalti
alegando que não treinara antes do jogo. Para a maioria dos rubronegros, quem “secou” o
camisa 99 foi o candidato Washington Reis. Vascaíno e considerado um tremendo “pé
frio”, o candidato do vascaíno Serio Cabral desfilou no calçadão da José de
Alvarenga abraçado com o artilheiro que agora perde gols feitos.
• O que todos se
perguntam é por que um craque chamado Roberto Dinamite, nascido, criado e
revelado na Escolinha do São Bento? Além de tudo isso, boa parte da família do
presidente do Vasco da Gama ainda mora em São Bento, inclusive seu tio, o ex
vereador Armando Maia.
• Outro vascaíno
ausente da campanha do candidato do PMDB é o ex deputado Eurico Miranda, que
cedeu parte do terreno do clube na Rodovia Washington Luís, para a construção
do Hospital Moacyr do Carmo.
• O projeto original
de Washington Reis era construir o hospital ao lado da garagem da Prefeitura, na
margem direita do rio Meriti. O ministério da Marinha desaconselhou a localização,
pois ale existe uma oficina de manutenção de armamento pesado (quartel dos Fuzileiros
Navais), do outro lado do rio. Os testes de tiro seriam inviáveis ao lado de um
hospital.
• Aliás, o Tribunal de
Contas da União tornou sem efeito o decreto do Presidente Geisel, doando a área
ao Vasco da Gama, e determinou ao Departamento do Patrimônio da União a
retomada da área, pois o clube deixou passar mais de 20 anos sem fazer as obra
do Centro Técnico que abrigaria a escola de remo. A doação de parte do terreno
para a Prefeitura foi uma tentativa de Eurico Miranda de enganar o TCU.
• O Ministério Público Eleitoral ajuizou ação
de investigação judicial eleitoral por abuso de poder político, abuso de poder
econômico e prática de conduta vedada por agente público em face de Marcos
Aurélio Dias, Vice-Prefeito, atualmente exercendo o cargo de Prefeito de
Guapimirim e candidato a Prefeito; Ismeralda Rangel Garcia, ex-candidata à
Prefeitura; Marcel Rangel Garcia, ex-candidato ao cargo de Vice-Prefeito; e
Renato Costa Mello Junior, o Junior do Posto, Prefeito afastado em razão de
prisão preventiva e de decisão judicial de suspensão de função pública.
• A Promotoria
Eleitoral requereu à Justiça Eleitoral a cassação do registro ou do diploma, se
eleito, de Marcos Aurélio, a aplicação da multa prevista na Lei 9.504/97, além
de declaração de inelegibilidade dos quatro para as eleições dos próximos oito
anos.
• O Ministério Público também requereu a
suspensão, por meio de liminar, dos efeitos de três leis municipais que
concedem benefícios fiscais e sociais e a retirada da propaganda institucional
do site oficial da Prefeitura.
• A representação destaca que Junior do Posto
sancionou as leis concessivas em total violação ao disposto na legislação
eleitoral vigente (*especificação das leis no final do texto) *. "Não
deixam dúvidas sobre a finalidade em ano eleitoral, porque suas edições
destinam-se a conferir benesses a uma parcela considerável da população",
narra trecho da ação.
• Sobre o site da Prefeitura, a representação
afirma que a propaganda é irregular "ostensiva e intempestiva", pois
destaca diversos atos que vêm sendo praticados por Junior do Posto ao longo do
seu mandato, tais como investimentos nas áreas da saúde, educação, projetos
culturais e realização de obras, além da aquisição de novos carros para atender
a população.
• "Tudo isso passando a clara ideia de
que o grupo político do Prefeito deverá permanecer na chefia do Executivo para
dar continuidade aos trabalhos, em nítido apoio e utilização da máquina administrativa",
narra trecho da ação.
• O passado de um
candidato, que alguns apresentam numa Folha Corrida, será o único instrumento
que o eleitor terá para saber quais são as chances de que sejam cumpridas as
promessas feitas durante a campanha, diz o cientista político da Universidade
de Brasília (UnB) Leonardo Barreto. Ele recomenda que o eleitor procure saber
se o candidato tem experiência administrativa ou se é suspeito de envolvimento
em esquemas de corrupção.
• “Os candidatos falam
de projetos para o futuro, que não sabemos se poderão ser de fato cumpridos. O
eleitor deve, então, buscar elementos para verificar, no passado deles, a
probabilidade de que as promessas realmente se concretizem”, recomenda Barreto
• Os meios para
obtenção dessas informações podem ser matérias veiculadas pela imprensa, a
própria biografia disponibilizada pelos candidatos e a internet. “Vale a pena
gastar um tempo para garimpar informações que ajudem a traçar um diagnóstico
mais preciso.”
• Para Barreto, embora
as legendas brasileiras não tenham muita rigidez ideológica, elas podem
oferecer informações importantes para a decisão. “Se o candidato [à prefeitura]
pertence a um partido muito pequeno, pode ser que ele não tenha amparo na
Câmara de Vereadores, pode faltar sustentação política. Também é importante
observar o partido para saber quem são as pessoas que assumirão os cargos de
secretários. Elas provavelmente vão sair do mesmo partido”, ressaltou.
• No pleito deste ano,
o eleitor precisa ainda analisar o alinhamento do candidato a prefeito aos
governos estadual e federal. “É preciso perceber se o que se deseja é um
prefeito que esteja na mesma linha dos demais governos ou se a preferência é
por alguém que seja de oposição”, acrescentou Barreto.
• Na opinião da
diretora do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, organização da
sociedade civil que reúne 51 entidades de diversos segmentos, Jovita Rosa, o
eleitorado deve ficar atento, ainda, ao enquadramento das promessas à área de
atuação específica do cargo pleiteado. Ela citou o exemplo de candidatos a
vereador que prometem construir hospitais, reformar escolas e dar aumento aos
professores.
• “Não é papel do
Legislativo. Ele [vereador] até pode apresentar um projeto de lei que trate da
questão, mas não pode prometer fazer coisas que cabem ao prefeito. É importante
saber a função de cada cargo. Legislativo é para fazer leis e, principalmente,
fiscalizar o Executivo”, alertou. “Às vezes, essas falsas promessas indicam má-fé,
mas existem casos de despreparo do candidato, que também desconhece as
atribuições do cargo ao qual está concorrendo.”
• Jovita Rosa se disse
otimista com os resultados da eleição deste ano, primeiro de vigência da Lei da
Ficha Limpa, e destacou que o trabalho do eleitor não pode ficar restrito aos
períodos de campanha. “O eleitor deve anotar em quem votou para não se esquecer
de acompanhar a atuação dele nos anos seguintes. O resultado da falta de acompanhamento
e da cobrança popular é a corrupção”, afirmou.
• Condenado pelo Supremo Tribunal Federal por
corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha durante o
julgamento da Ação Penal 470, o deputado Valdemar da Costa Neto (PR-SP)
anunciou que pretende recorrer à Corte Interamericana de Direitos Humanos da
Organização dos Estados Americanos (OEA) contra a decisão da mais alta Corte
brasileira.
• Apesar de confessar a prática de crime
eleitoral, Costa Neto alegou que foi condenado injustamente porque não cometeu
corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. O deputado disse que
não vai renunciar ao seu mandato e alegou que está tendo seu direito de defesa
cerceado.
• “Não sou inocente. Mas também nunca vivi de
lavagem de dinheiro, corrupção ou formação de quadrilha. Apenas fui condenado
pelo crime errado, como, certamente, ficará provado com a garantia do direito
ao duplo grau de jurisdição”, disse Costa Neto.
• “Apelarei até as
últimas instâncias do planeta para garantir o inviolável direto a uma defesa
que seja examinada em duas oportunidades distintas de julgamento”, acrescentou
o parlamentar.
Um comentário:
Querido Alberto, não tenho sua força para denunciar, então se quiser aproveitar o nunca discutido e não desmentido terremoto que Jô Soares apresentou em seu programa com Dona Foster Petrobrás, programa inclusive censurado na parte desta denúncia, seu final, não postado no seu site eletrônico da Globo.Foi censurado, proibido de poder ser visto, cortado aleijado propositadamente, e desmentido pelo Geólogo França, no dia de sua ocorrência, dia Cabralino de 2008 (22.04)com epicentro exatamente aonde se prospectava o pré-sal de Santo Vicente, Tupi de Santo Paulo. Ninguém havia denunciado ou mencionado ao menos ou citado a empresa Petrobrás, mas em menos de 24 horas do evento já noticiavam não ser a Petrobrás a responsável? Lhe sugiro procurar no You Tube. Jô já apresentou o tema inclusive o encontra no vídeo com o meteorologista da USP, quando lhe entrevistou, e apresentado pelo seu bucha de canhão Juca de Oliveira. Procure confirmar se tem veracidade ou só é mais uma imaginação de Jô Soares? Abraços
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