GRUPO CHINÊS VAI INVESTIR
R$ 500 MILHÕES EM CAXIAS
Um dos gigantes do setor de logística do mundo, a Global
Logistic Properties (GLP), irá se instalar em Duque de Caxias. O anúncio da
chegada da empresa chinesa ao município, foi feito pelo presidente do grupo no
Brasil, Mauro Dias, em solenidade nesta quinta-feira (18), na sede da
prefeitura de Caxias, no bairro Jardim Primavera. A Global Logistic
Properies (GLP), é uma empresa chinesa com sede em Cingapura, gerencia um
portfólio de US 19.6 bilhões e conta com um total de área de logística de 26,9
milhões de metros quadrados.
Atuando no Japão e Brasil, atende a 750
clientes.
O prefeito Alexandre Cardos destacou a importância da
chegada do grupo ao município, afirmando que a prefeitura tem investido em
atrair cada vez mais novas empresas, possibilitando a geração de empregos.
“O parque logístico receberá investimento de mais de R$
500 milhões e poderá gerar cerca de quatro mil empregos. Por isso, precisamos
mais qualificação profissional para o morador da cidade, o que permitirá que o
caxiense ocupe os melhores lugares e não ver pessoas de fora ocupar estas
vagas”, disse o prefeito.
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Mauro Dias cumprimenta Alexandre Cardoso |
“A escolha de Caxias por parte da GLP mostra a
importância do município que tem a proximidade de um aeroporto internacional,
ligações viárias em direção ao Norte e Sul do país. A prefeitura terá que
investir em mobilidade, como a ligação entre o bairro do Gramacho - Ilha do
Governador, BRT, ciclovias. A implantação de mais empresas também exigirá
recursos para setores como a saúde, abastecimento de água. Com a arrecadação
que teremos com as empresas, a prefeitura contará com recursos para investir
nestas áreas”, explicou o prefeito Alexandre Cardoso.
Para o presidente da GLP, Mauro Dias, a escolha de Duque
de Caxias para sediar o parque logístico, que será o segundo maior do grupo no
país, levou em consideração vários fatores como o profissionalismo da
administração municipal ao longo de todo o processo, a facilidade de acesso a
portos, aeroportos e rodovias, a proximidade com o Rio de Janeiro, principal
mercado do grupo.
“Encontramos as condições favoráveis para o investimento,
que terá duas etapas de obras. A nossa meta é começar a obra em 2015 e no meio
de 2016 deverá estar pronta a primeira etapa. O parque logístico tem capacidade
para abrigar, depois de pronto, entre 10 a 15 empresas”, revelou o executivo.
O secretário de Planejamento, Luiz Edmundo
Costa, explicou que a implantação do empreendimento em Caxias, contou com a
participação de várias secretarias para dar suporte técnico abrangendo desde a
documentação necessária, licenças entre outras ações.
Já o secretário de Governo, Luiz Fernando Couto,
ressaltou a transparência da prefeitura na relação com os empresários. “Estamos
abertos a todas as parcerias, mas tudo dentro da transparência e ética e com o
compromisso de desenvolvimento”, concluiu.
O parque logístico da GLP será instalado em Xerém, quarto
distrito de Duque de Caxias, e tem potencial de área construída de 350 mil
metros quadrados. Distante cerca de 20 quilômetros da cidade do Rio de Janeiro,
receberá investimento de aproximadamente R$ 500 milhões, e poderá gerar em
torno de quatro mil empregos, quando estiver em funcionamento. Este será o
segundo maior parque logístico da empresa no país. (Fotos: Ralff Santos)
►PGE NEGA A DILMLA DIREITO DE RESPOSTA
Para o procurador-geral eleitoral, Rodrigo Janot,
propaganda eleitoral com crítica política a outros candidatos não deve gerar
direito de resposta. Ele enviou ao Tribunal Superior Eleitoral, nesta terça-feira
(16) parecer para que seja negado o direito de resposta à candidata à
Presidência da República Dilma Rousseff por causa de propaganda em que o também
candidato Aécio Neves cita o Mensalão enquanto maior escândalo de corrupção da
história e aborda denúncias envolvendo a Petrobras.
A representação trata da propaganda eleitoral veiculada pela televisão em 12 de
setembro, que afirmou: "Primeiro foi o mensalão, dirigentes importantes do
PT foram condenados e presos. A Dilma e a Marina sabem bem do que estou
falando, pois eram colegas de ministério desse governo e lá permaneceram
durante o maior escândalo de corrupção da história. Agora temos a denúncia de
um novo mensalão, desta vez, com dinheiro da Petrobras. Chegou a hora de dar um
basta em tanta corrupção, em tanto desgoverno, em tanto desrespeito."Segundo o parecer, o direito de resposta é devido por afirmação caluniosa, difamatória ou injuriosa e também por afirmação sabidamente inverídica, desde que prejudicial ao candidato, partido ou coligação. Para o procurador-geral, a propaganda em questão se refere a fato público e notório amplamente noticiado e divulgado na imprensa e não se verifica que tenha aptidão de ofender a candidato, partido político ou coligação.
Janot explica que a situação consiste em crítica política, podendo, quando muito, ser alvo de debate político, no palco adequado que é a propaganda eleitoral, no qual os candidatos aos cargos eletivos comparam suas propostas de governo, a fim de convencer o eleitor de que aquele concorrente é o mais apto para a função. "Não há campo para direito de resposta quando se trata de crítica, comentário ou afirmação genérica, a qual sequer há algo a responder", diz. (Representação 126713)
►MP INVESTIGA GESTÃO DAS URNAS NO MARANHÃO
O Ministério Público Federal no Maranhão (MPF/MA)
instaurou procedimento para investigar o processo licitatório realizado pelo
Tribunal Regional Eleitoral no Maranhão (TRE/MA) para gestão das urnas
eletrônicas nas eleições de 2014, que teve como vencedor a empresa Atlântica
Serviços Gerais Ltda.
No intuito de esclarecer os fatos e apurar as denúncias
noticiadas na imprensa, o procurador da República José Raimundo Leite Filho
informou ao TRE/MA que instaurou o procedimento e pediu cópia integral do
processo licitatório e do contrato administrativo que atribuiu à empresa
Atlântica a gestão das urnas eletrônicas no Maranhão. E, ainda, notificou a
empresa para que, no prazo de dez dias, se manifeste sobre a denúncia. (Assessoria
de Comunicação/MPE/MA)
►MPE INVESTIGA
CARAVANA DE LINDBERGH
A
realização da Caravana da Cidadania em 92 municípios fluminenses levou a
Procuradoria Regional Eleitoral no Rio de Janeiro (PRE/RJ) a propor ação de
investigação judicial eleitoral contra o candidato a governador Lindbergh
Farias (PT). Também respondem à ação o candidato a vice-governador Roberto
Rocco (PV), os candidatos a deputado federal Jorge Bittar (PT), Edson Santos
(PT) e André Taffarel (PT) e os candidatos a deputado estadual Gilberto
Palmares (PT) e Carlinhos Presidente (SDD). Eles são acusados de abuso do poder
político e econômico, podendo ficar inelegíveis por até oito anos e ter o
registro de candidatura ou eventual diploma cassado.
Desde 2012, Lindbergh e os outros réus visitavam municípios sob o pretexto de constatar as necessidades da população e incorporá-las num plano de governo. Os eventos ocorreram em espaços públicos, como as Câmaras Municipais, em período vedado para a campanha eleitoral.
A ação cita uma série de postagens na página da Caravana da Cidadania no Facebook, além de vídeos e trechos de discursos dos candidatos para demonstrar o caráter eleitoreiro do movimento, com promessas condicionadas à eleição de Lindbergh como governador. “As promessas feitas especificamente aos eleitores mais carentes visam cooptar votos, ainda que indiretos, daqueles que anseiam por melhores condições de vida”, avalia o procurador regional eleitoral, Paulo Roberto Bérenger.
O procurador regional eleitoral sustenta que eventos como a Caravana da Cidadania têm alto custo e caracterizam abuso de poder econômico por seu potencial de desequilibrar a disputa eleitoral. “A atividade nitidamente eleitoreira, travestida de caráter social, se presta a subtrair da Justiça Eleitoral a análise dos verdadeiros custos que uma campanha eleitoral tem. Os custos financeiros dessas intermináveis viagens e reuniões jamais integram as prestações de contas dos candidatos. Não se podendo negar, no entanto, tratar-se de atividade altamente lucrativa do ponto de vista eleitoreiro”, argumenta o procurador.
Já o abuso de poder político estaria caracterizado, no entendimento da PRE, pela realização dos eventos em órgãos estatais, como as Câmaras Municipais de Mesquita e Duque de Caxias. Isso porque o espaço não seria cedido se não fossem os cargos ocupados pelos candidatos. “O abuso do poder político se configurou, portanto, com o uso indevido da função pública com a finalidade de obter votos para determinado candidato, prejudicando a normalidade e legitimidade das eleições”, afirma a ação.
A Caravana da Cidadania realizada em Mesquita (RJ) já foi objeto de representação (RP Nº 416216) contra Lindbergh Farias, Carlinhos Presidente e Rui Aguiar por propaganda antecipada e está sendo analisada pelo Tribunal Regional Eleitoral no Rio de Janeiro. (Assessoria de Comunicação/PGR)
Desde 2012, Lindbergh e os outros réus visitavam municípios sob o pretexto de constatar as necessidades da população e incorporá-las num plano de governo. Os eventos ocorreram em espaços públicos, como as Câmaras Municipais, em período vedado para a campanha eleitoral.
A ação cita uma série de postagens na página da Caravana da Cidadania no Facebook, além de vídeos e trechos de discursos dos candidatos para demonstrar o caráter eleitoreiro do movimento, com promessas condicionadas à eleição de Lindbergh como governador. “As promessas feitas especificamente aos eleitores mais carentes visam cooptar votos, ainda que indiretos, daqueles que anseiam por melhores condições de vida”, avalia o procurador regional eleitoral, Paulo Roberto Bérenger.
O procurador regional eleitoral sustenta que eventos como a Caravana da Cidadania têm alto custo e caracterizam abuso de poder econômico por seu potencial de desequilibrar a disputa eleitoral. “A atividade nitidamente eleitoreira, travestida de caráter social, se presta a subtrair da Justiça Eleitoral a análise dos verdadeiros custos que uma campanha eleitoral tem. Os custos financeiros dessas intermináveis viagens e reuniões jamais integram as prestações de contas dos candidatos. Não se podendo negar, no entanto, tratar-se de atividade altamente lucrativa do ponto de vista eleitoreiro”, argumenta o procurador.
Já o abuso de poder político estaria caracterizado, no entendimento da PRE, pela realização dos eventos em órgãos estatais, como as Câmaras Municipais de Mesquita e Duque de Caxias. Isso porque o espaço não seria cedido se não fossem os cargos ocupados pelos candidatos. “O abuso do poder político se configurou, portanto, com o uso indevido da função pública com a finalidade de obter votos para determinado candidato, prejudicando a normalidade e legitimidade das eleições”, afirma a ação.
A Caravana da Cidadania realizada em Mesquita (RJ) já foi objeto de representação (RP Nº 416216) contra Lindbergh Farias, Carlinhos Presidente e Rui Aguiar por propaganda antecipada e está sendo analisada pelo Tribunal Regional Eleitoral no Rio de Janeiro. (Assessoria de Comunicação/PGR)
►A EXPERIÊNCIA DE MARINA EM QUESTÃO
A candidata do PSB à Presidência da República, Marina
Silva, rebateu as críticas que vem recebendo das campanhas de seus concorrentes
diretos, Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT), de que ela não tem
experiência em gestão para governar o Brasil. Marina conversou com os
jornalistas durante coletiva nesta quarta (17), em um hotel na zona sul do Rio.
Marina elencou as diversas conquistas que teve à frente
do Ministério do Meio Ambiente durante o governo do ex-presidente Lula, quando
ficou cinco anos e meio à frente da pasta. Ela citou a redução de 2 bilhões de
toneladas de gás carbônico, a execução de um plano que reduziu em 80% o
desmatamento, a criação de 24 milhões de hectares (um hectare corresponde
aproximadamente à área de um campo de futebol oficial) em unidades de
conservação e a criação do Serviço Florestal Brasileiro. Além disso, ela também
destacou sua experiência no Senado.
“É uma experiência em gestão que vem calçada por 16 anos
como senadora, com capacidade de diálogo com o Congresso e foi isso que me fez
aprovar vários projetos de lei, conversando com todos os partidos. Eu acredito
que a boa gestão é aquela que é capaz de ser feita de forma compartilhada, com
os melhores, aqueles que são escolhidos porque têm ideias, têm projetos e são
capazes de auxiliar qualquer governo”, disse Marina.
►BC TRABALHA COM
AUTONOMIA OPERACIONAL
O Banco Central (BC) funciona com autonomia operacional,
afirmou hoje (18) o diretor de Fiscalização da autarquia, Anthero Meirelles. Em
entrevista sobre o Relatório de
Estabilidade Financeira, Meirelles foi questionado sobre o debate
eleitoral em torno da autonomia da instituição.
Meirelles lembrou que está na diretoria do Banco Central há sete anos e que já
participou de mais de 50 reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom,
responsável pela definição da taxa Selic).
"O Banco Central funciona com autonomia operacional.
Todas as decisões que tomei foi com a minha consciência”, disse ele,
ressaltando que nunca recebeu nenhuma sugestão para tomar suas decisões. “O
trabalho do Banco Central precisa de autonomia operacional, mas não vou entrar
na discussão sobre a necessidade de [isso] estar na lei”, enfatizou.
A discussão sobre a autonomia do Banco Central é um dos
temas do debate entre os candidatos à Presidência da República. No último dia
10, a presidenta Dilma Rousseff, candidata do PT à reeleição, disse que não
“acha necessária” a autonomia e criticou propostas que defendem autonomia
técnica da instituição, sem o controle do governo e do Congresso Nacional.
Já a
candidata do PSB, Marina Silva, defende a autonomia do Banco Central, para
garantir que o país recupere a credibilidade e volte a crescer. De acordo com
Marina, a autonomia da instituição servirá também para preservar os empregos
►FUTURO MINISTRO DEFENDE AUTONOMIA DO BC
O
ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga afirma que a autonomia do Banco
Central, uma das principais propostas de Marina Silva (PSB), pode proteger o
povo da inflação e chama de “sórdida” campanha petista contra a iniciativa.
"Em
algum momento vai chegar a hora de formalizar a independência operacional do
Banco Central, mas isso não é para o BC fazer o que quiser, mas para fazer o
que o governo legitimamente eleito define", disse em entrevista ao Valor.
No entanto, o economista descarta qualquer possibilidade integrar um possível governo da ex-senadora: "Estou 100% com Aécio. Não consideraria outro candidato, pois acho que Aécio é a melhor alternativa".
No entanto, o economista descarta qualquer possibilidade integrar um possível governo da ex-senadora: "Estou 100% com Aécio. Não consideraria outro candidato, pois acho que Aécio é a melhor alternativa".
Nomeado
futuro ministro por Aécio, ele defende um programa de governo que combine
reformas (política e tributária), prioridade para infraestrutura, correções
microeconômicas e um forte rearranjo macroeconômico ancorado em uma meta de
superávit primário de 3% do PIB
►PM EXPULSA 9 ASSASSINOS
DE JUIZA
O Comando da Polícia Militar (PM) determinou a exclusão
de nove policiais militares condenados pela Justiça na morte da juíza Patrícia
Acioli, crime ocorrido em agosto de 2011. Ela foi vítima de emboscada e morreu
com 21 tiros quando chegava em casa, em Piratininga, região oceânica de
Niterói, na região metropolitana do Rio. A exclusão foi publicada no boletim
interno da corporação.
Na lista de expulsos estão o terceiro-sargento Charles de Azevedo Tavares;
os cabos Alex Ribeiro Pereira, Jeferson de Araújo Miranda, Sammy dos Santos
Quintanilha, Sergio Costa Junior, Carlos Adílio Maciel Santos e Jovanis Falcão
Junior e os soldados Júnior Cezar de Medeiros e Handerson Lents Henriques da
Silva. Na decisão do comando da PM ficaram de fora o tenente-coronel Cláudio de
Oliveira e o tenente Daniel dos Santos Benitez Lopes.O 7° Batalhão da PM (São Gonçalo), onde os militares eram lotados, foi comandado, à época do crime, pelo tenente-coronel Cláudio Luiz Silva Oliveira, condenado em março deste ano a 36 anos de prisão pela morte da juíza. Patrícia Acioli trabalhava no Fórum Regional do município e já tinha condenado vários PMs por crimes na região.
Pelo mesmo crime, o Conselho de Sentença do 3º Tribunal do Júri de Niterói condenou, em dezembro de 2013, o tenente da Polícia Militar Daniel Benitez a 36 anos de reclusão. O réu foi condenado em regime inicialmente fechado pelos crimes de homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, assegurar a impunidade de outros crimes e emboscada) e por formação de quadrilha. Ele era considerado o braço direito do tenente-coronel Cláudio de Oliveira no batalhão.
A Secretaria de Segurança Pública informou que, no caso do tenente-coronel Cláudio de Oliveira e do tenente Daniel Benitez, em função de o processo de expulsão dos policiais ter sido anteriormente sobrestado (suspenso) pela Justiça, os oficiais permanecem como integrantes da corporação. No entanto, assim que o Tribunal de Justiça enviar a conclusão do processo com o pedido de perda do cargo público, a exclusão será confirmada.
►DOLEIRO CONDENADO NO
CASO BANESTADO

A denúncia foi proposta pelo Ministério Público Federal
(MPF) em 2003, mas foi suspensa em função de um acordo de delação premiada.
Como Youssef voltou a cometer os crimes investigados na Operação Lava Jato, o
acordo foi quebrado e a ação voltou a tramitar neste ano.
Em 2003, Youssef foi preso pela Polícia Federal em
consequência das investigações da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do
Banestado. O doleiro foi acusado de ser responsável por dezenas de
contas-fantasmas para enviar dinheiro de origem ilícita para fora do país. A
investigação é conduzida pelo juiz Sergio Fernando Moro, que também é responsável
pelos processos da Operação Lava Jato, da Polícia Federal.
►PT ABRIGA
ESTUPRADOR CONDENADO
Condenado
a 18 anos de prisão por estupro de menores, Eduardo Gaievsk, ex assessor especial da então ministra Gleisi
Hoffmann, que concorre ao governo do Paraná, continua filiado ao PT. Ele chegou
a ser preso mas, mesmo condenado, aguarda julgamento de recurso impetrado por
sua defesa junto ao Tribunal de Justiça do Paraná.
Apesar
do escândalo em torno da sua prisão e condenação, ele não foi expulso do PT,
como seu conterrâneo André Vargas, que saiu do partido antes de ser expulso
depois de ser flagrado pedindo favores ao doleiro Alberto Yousseff, mas manteve
o mandato de deputado federal.
►A SEMANA NACIONAL DO TRÂNSITO E O CIDADÃO
O
cidadão é o foco da Semana Nacional do Trânsito deste ano, que terá como tema
Cidade para as Pessoas: Proteção e Prioridade ao Pedestre. Os números
divulgados pelo Mapa da Violência de
2014 mostram que, em 2012, último ano com dados consolidados, 11.406
pedestres morreram em acidentes de trânsito, além de 1.930 ciclistas.

As
ações de 2014 buscam conscientizar a população sobre a imprudência no trânsito
e os riscos de acidentes. A campanha será encerrada no dia 25 de setembro.
Focado nos públicos infantil e jovens, o Detran preparou atividades lúdicas
como oficinas de arte para crianças, jogos educativos, apresentação teatral e
distribuição de material educativo. A expectativa do órgão é que, durante a
semana, participem das atividades mais de 5 mil alunos de escolas públicas e
particulares.
O
diretor destacou o fato de a campanha de 2014 ser voltada para o
pedestre. “É importante que as ações sejam voltadas também para o
pedestre porque ele é a parte mais frágil do trânsito e nosso código [de
trânsito] preconiza que o maior cuida do menor em todos os aspectos. Então, o
pedestre é parte prioritária”, disse. Segundo ele, importância das atividades
com as crianças deve-se ao fato de elas serem “os motoristas de amanhã e,
também, ajudam fiscalizando os próprios pais”.
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