EXTRA!! EXTRA!! EXTRA!! EXTRA!!
ESTADO DO RIO ESTÁ Á BEIRA
DO RACIONAMENTO DE ÁGUA
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No dia 22/12, o nível era de 1,7% da capacidade da barragem de Santa Cecília |
Até o último dia 22, a
armazenagem dos reservatórios da bacia era 1,7% da capacidade, o que significa
que a Região Metropolitana do Rio de Janeiro e as cidades que, ao longo do rio,
utilizam o Paraíba do Sul como fonte de abastecimento estão chegando muito
perto do ponto crítica e a possibilidade de racionamento de água no Estado está
cada vez maior, apesar do silêncio da Cedae a esse respeito.
A Resolução 2051 revoga a
Resolução 2048, do dia 23, e autoriza o novo valor de vazão até dia 31 de
janeiro de 2015. As reduções de vazão em Santa Cecília são autorizadas com
periodicidade desde maio de 2014. O objetivo “é preservar o estoque de água
disponível nos reservatórios da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul,
devido à importância da bacia para o abastecimento de várias cidades, inclusive
a região metropolitana do Rio de Janeiro” acrescentou o texto da ANA.Além da
autorização, a resolução publicada no Diário
Oficial da União prevê que a ANA, o Operador Nacional do Sistema
Elétrico (ONS) e o estado do Rio de Janeiro façam avaliações sobre o impacto da
medida no uso da água.
A nota da ANA informa, ainda,
sobre o volume morto. Até o último dia 22, a armazenagem dos reservatórios da
bacia era 1,7% da capacidade. “As vazões autorizadas poderão avançar sobre o
volume não operacional dos reservatórios do Paraíba do Sul, conhecido como volume
morto, já nos próximos dias”.
Diferentemente do Sistema
Cantareira, não será necessário realizar obras para retirada de água, já que o
processo poderá ser feito usando apenas a gravidade.
A Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul é composta pelos reservatórios de
Paraibuna, Santa Branca, Jaguari e Funil. (Com Agência Brasil)
PRISÃO DE EXECUTIVO NÃO
IMPEDIRÁ
NOVOS CRIMES DAS EMPREITEIRAS
Advogados do vice-presidente da empreiteira Camargo Corrêa,
Eduardo Hermerlino Leite, preso durante a sétima fase da Operação Lava Jato,
disseram à Justiça Federal que a prisão dele não vai impedir que as empresas
cometam mais crimes, conforme a defesa apresentada na segunda-feira (23) ao
juiz Sérgio Moro, responsável pelo processo.
Além de negar as acusações de lavagem de dinheiro,
corrupção e uso de documento falso, os advogados do executivo alegam que a
prisão preventiva de Hermerlino Leite não se justifica. Leite e executivos de
outras empreiteiras estão presos na Superintendência da Policia Federal em
Curitiba há 40 dias.
˜Com o máximo respeito, a alegação de interrupção do ciclo
delitivo não se sustenta. Acreditar que a prisão do acusado, funcionário de
terceiro escalão de uma das empresas envolvidas, impedirá a prática de novos
crimes é crença que foge à lógica e ao bom senso. Na prática, não existe
nenhuma conexão entre a prisão do denunciado e a cessação da prática de novos
crimes por parte das empreiteiras˜, diz a defesa.
No mesmo documento, os advogados afirmam que o executivo da
Camargo Corrêa ˜foi eleito como bode expiatório" para servir de alerta
para outros acusados. A afirmação rebate uma declaração de Sérgio Moro, quem em
despanho sobre as investigações, em novembro, disse que as prisões determinadas
por ele são um “remédio amargo” para coibir a continuidade dos casos de
corrupção na Petrobras.
"Parece que o acusado foi eleito como bode expiatório,
para advertir com o remédio amargo da prisão preventiva as empreiteiras de que
essa forma de fazer negócio com a administração pública não é mais
aceitável. Ora, definitivamente, a prisão preventiva não tem a finalidade
de alerta a terceiros!", disse a defesa.
Segundo o Ministério Público Federal (MPF), além da Camargo
Corrêa, as empreiteiras Engevix, OAS, Galvão Engenharia, UTC Engenharia e
Mendes Júnior faziam parte de um "clube" para fraudar as licitações
da Petrobras, mediante pagamento de propina a diretores da estatal. Eduardo
Hermerlino Leite e mais 38 investigados se tornaram réus na Justiça Federal, em
Curitiba, em ações penais oriundas da sétima fase da Operação Lava Jato,
realizada pela Polícia Federal para apurar irregularidades nas relações entre a
estatal do petróleo e as empreiteiras, (Com Agência Brasil),
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