PISO SALARIAL NACIONAL

“O crime em Brasília é o mesmo [que em outros lugares do Brasil]. A bala lá em Brasília machuca do mesmo jeito que machuca aqui no Rio. Aliás, o Rio é até mais violento e o soldado aqui no Rio tem mais serviço”, justifica o deputado. Segundo ele, a ideia é tentar levar a PEC 300 ainda neste ano ao plenário da Câmara dos Deputados, para que seja aprovada e encaminhada ao Senado Federal.
O parlamentar explicou que o compromisso da Comissão Especial da PEC era levar o projeto a discussão em conferências e audiências públicas em todos os estados brasileiros e que apenas cinco deles ainda não realizaram esses encontros. O Major Fábio propõe que seja criado um fundo para pagar o piso nacional e que, nesse fundo, sejam investidas verbas federais.
“Ou o policial ganha bem e se torna um profissional que tenha dignidade, ou a violência no Brasil vai piorar, não vai melhorar nunca”, afirmou o deputado. Segundo ele, também tramitam no Congresso propostas semelhantes para policiais civis e agentes penitenciários.
PREFEITURA USA UMA PALMEIRA
EXÓTICA E ESQUECE DA MIRITI

E foi da palmeira Miriti que derivou o nome da primeira estação ferroviária depois que o trem deixava a antiga Capital, a Vila Meriti. E a Palmeira Miriti é uma espécie ameaçada de extinção, principalmente no entorno de Brasília, o chamado cerrado, que está sendo invadido pelo agronegócio, principalmente a pecuária. Com a queima da vegetação, são destruídos os canais que garantem a água necessária à preservação da floresta típica desse tipo de alagado. Ainda é tempo da Secretaria de Meio Ambiente entrar no circuito e trocar as Palmeiras Imperiais, que são exóticas, pelas Palmeiras Miriti, nativas da Baixada e que deram nome à segunda maior potência econômica do Estado do Rio. (Fonte: Panoramio)
RÁPIDAS
• Cerca de 200 alunos de escolas municipais participaram, quinta-feira (22),

• O propósito é reduzir o impacto ambiental provocado pelo despejo do óleo rejeitado em locais impróprios, como pias, terrenos baldios e lixeiras. Muitas escolas funcionam como pontos de troca, com tambores de cem litros, para receber o material. Para cada dois litros de óleo entregue, o voluntário recebe em troca um kit com os produtos reciclados.
• “Estou muito feliz em participar da campanha, porque temos oportunidade de aprender, enquanto ensinamos, pois o óleo jogado na pia pode contaminar gravemente os rios e o mar, matando peixes e milhares de outros animais”, observou a estudante Emily Batista, de 10 anos.
• Mais da metade dos deputados e senadores é favorável à atual legislação do aborto, enquanto apenas 1% defende modificações no texto. Por outro lado, 18% acreditam que a prática deve ser legalizada. Os dados constam da quinta pesquisa divulgada pelo Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea), que ouviu a opinião de 321 dos 594 parlamentares. O estudo foi realizado, nos últimos dois anos, com a intenção de descobrir o que os parlamentares pensam dos direitos das mulheres
• Segundo o estudo, 57% dos parlamentares defendem o texto em vigor referente ao aborto. Além disso, 15% dos deputados e senadores são contrários a qualquer forma de interrupção voluntária da gravidez, enquanto 8% preferiram não opinar.
• Em entrevista ao programa Revista Brasil, da Radio Nacional, a cientista política do Cfemea, Patrícia Rangel, disse que a ideia da pesquisa é propagar a opinião dos legisladores sobre projetos que fortaleçam os direitos da classe feminina e diminuir a resistência deles em aceitar a ampliação dos debates de alguns assuntos considerados polêmicos.
• “O Parlamento vem se mostrando conservador, principalmente quando a gente fala de direitos sexuais e reprodutivos como aborto e união de pessoas do mesmo sexo, por outro lado tem sido favorável em alguns temas, principalmente na área de direitos trabalhistas.”
• Para Rangel, aumentar a participação das mulheres no cenário da política daria força aos movimentos feministas. “Os parlamentares demonstram conhecer a problemática da sub-representação das mulheres na política, mas não manifestam interesse em promover mudanças nesse cenário, já que isso implicaria em redução da presença masculina no congresso nacional.”
• Ficou constatado no estudo que 38% dos entrevistados preferem legislar seguindo convicções religiosas. Para o Cfemea, a influência desses setores na definição de políticas públicas pode atrapalhar pois, a classe feminina tem sido oprimida por algumas doutrinas religiosas associadas, muitas vezes, à formação machista, que impõem condições de subordinação e preconceitos.
• Foi só o vereador Tato passar para o lado do prefeito para o seu irmão, conhecido como Tunico, partir para a agressão ao Governo por conta da proibição da 4ª Parada Gay de Duque de Caxias. E o pior é que a revista “Trend”, que publicou um editorial denunciando que a cidade continua suja e cheia de buracos, é distribuída no gabinete do vereador, que agora é Zito desde criancinha.
• Por conta das idas e vindas da tal parada, Zito fez uma proposta inusitada: que seja reservado no calendário nacional um dia para que, em todo o País, sejam realizadas as paradas. O prefeito alega que, com essa medida simples, acabaria ao “turismo” que hoje comina o evento, pois caravanas de outras cidades acabam tumultuando e descaracterizando o objetivo do movimento: a liberdade sexual.

• Segundo a Polícia Militar, os agentes foram à favela após terem recebido uma denúncia de que traficantes estariam vendendo drogas no local. Com a chegada dos policiais, 15 bandidos saltaram de três táxis e iniciaram o confronto.
• Um rapaz de 16 anos foi morto na noite de sábado (24) em uma favela de São João de Meriti, na Baixada, durante mais uma operação policial para tentar prender bandidos que participaram da tentativa de invasão do Morro dos Macacos, no último dia 17.
• Segundo a Polícia Militar, o jovem morreu depois de trocar tiros com policiais. Ainda de acordo com a polícia, o Batalhão de São João de Meriti foi ao Morro da Andorinha depois de receber denúncia anônima de que criminosos envolvidos na queda do helicóptero da PM, abatido a tiros no Morro dos Macacos, estariam escondidos naquela favela.
• Dois adolescentes foram detidos por suspeita de envolvimento no episódio. A Polícia Civil vai investigar se os dois presos têm realmente relação com a tentativa de invasão do morro. Com a morte de hoje, sobe para 41 o número mortos no Morro dos Macacos e nas operações policiais desencadeadas depois do episódio da favela, em que morreram três policiais e três trabalhadores, fuzilados por bandidos.
• Os presos por qualquer tipo de crime têm assegurado uma bolsa reclusão de R$ 710, pago pelo INSS, enquanto o policial, que arrisca a vida no confronto com a bandidagem, ganha em torno de R$ 600. Em caso de morte em serviço, a pensão paga à viúva e aos filhos menores é menor que o soldo do solado na ativa. Além disso, há mais de 8 anos o Governo do Estado não reajusta as pensões pagas aos familiares dos policiais mortos.
DESCASO DO GOVERNO COM
O PATRIMÔNIO PÚBLICO
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Na noite do incêndio, o motorista recebeu ordem da chefia para deixar o veículo na porta de um outro morador, que é treinador de uma escolinha de futebol, que teria um jogo na segunda, em Santa Crua da Serra. A intenção era facilitar o embarque dos jogadores da escolinha. No caso, a Secretaria de Transporte Público teve ação direta sobre o ocorrido, por não recolher o veículo à garagem da Prefeitura durante o fim de semana, como previsto em lei. E esse não é um fato novo, pois um outro veículo fica abandonado na porta de um outro motorista, que mora na Rua Pinto Lira, próximo à Vila Ideal, favela que serve de apoio aos grupos que disputam o controle do Morro dos Maçados e que provocaram a queda de um helicóptero da PM e a morte, até ontem, de quase 40 pessoas, inclusive três ocupantes da aeronave u três trabalhadores que vinham de uma festa e foram fuzilados pelos integrantes de um “bonde”.
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