COMPROMETIDO ATÉ 2014

No caso das supostas obras que seriam feitas com recursos da antecipação de receita e até empréstimos no BID do Japão, Zito lembra que o Hospital Moacyr do Carmo foi inaugurado pelo Presidente Lula e o governador Sérgio Cabral com equipamentos abandonados na calçada, sem água canalizada, enquanto as obra do PAC mal começaram, como o conjunto residencial na AV. Dr. Manoel Reis, que receberia as famílias que moram em áreas de risco ou a serem removidas da Favela do Lixão, na entrada da cidade.
O prefeito lembrou, ainda, que, no seu primeiro mandato, recebera do prefeito Moacyr do Carmo uma Prefeitura com as contas em dia, mas que, em 2009, encontrara um orçamento apenas virtual, pois boa parte da arrecadação entre 2008 e 2014 havia sido gasta antecipadamente pelo seu antecessor, o agora deputado federal Washington Reis, que está em plena campanha para voltar à prefeitura em 2012.
MUNICIPALIZAÇÃO DOS CIEPs
SERÁ A BANDEIRA DO PDT
No discurso feito na noite de sexta-feira, de boas vindas ao presidente da Câmara, o vereador Mazinho, que está de malas prontas para ingressar no PDT, o Ministro do Trabalho e presidente licenciado do partido fundado por

Lupi lembrou ainda que Duque de Caxias, com um orçamento de mais de R$ 1,2 bilhão por ano, não pode deixar a sua população caminhar por ruas de terra batida, sem rede de esgotos e água canalizada, sem iluminação publica, com uma educação de baixa qualidade, com postos de saúde sem médicos e medicamentos, sem segurança e sem esperança de dias melhores.
Lupi foi enfático em determinado ponto de sua fala, ao lembrar os milhões arrecadados no município pelos Governos do Estado e Federal, que são enviados para outras regiões, deixando Duque de Caxias e a Baixada Fluminense carentes das mínimas condições de vida e dignidade para mais de 3 milhões de fluminenses, sendo efusivamente aplaudido por centenas de militantes que tomaram a galeria, o plenário e até os corredores da Câmara na festa do PDT de Duque de Caxias.
RÁPIDAS
• O Conselho Nacional de Justiça divulgou, sexta-feira (12), dados atualizados sobre o número de juízes que têm a vida ameaçada no país. Segundo o balanço, feito com base em informações fornecidas pelos tribunais a pedido da Corregedoria Nacional de Justiça, pelo menos 100 magistrados estão nessa situação
• Alguns tribunais não repassaram os dados e, por isso, o número pode ser maior. De acordo com o levantamento, há 69 juízes ameaçados, 13 sujeitos a situações de risco e 42 escoltados. O CNJ esclarece que muitos se enquadram em duas situações ao mesmo tempo, por exemplo ameaçados com escolta ou em situação de risco com escolta.
• Os dados mostram ainda que o Paraná é o estado com o maior número de juízes sob ameaça - 30, seguido pelo Rio de Janeiro, com 13, e pela Bahia, com dez.
• Cerca de 60 entidades estão empenhadas no preparo de uma Proposta de

• Para ser apresentada à Câmara dos Deputados e tramitar como projeto de lei no Congresso, mais de 1 milhão
de assinaturas são necessárias. A Constituição Federal exige que a iniciativa popular seja subscrita por, no mínimo, 1% do eleitorado nacional e que essas assinaturas sejam distribuídas pelo menos por cinco estados. Além disso, a proposta tem que contar com o apoio de 0,3% dos eleitores de cada um desses estados.
• As entidades estão reunidas no Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral. A proposta traz conceitos que vão desde a simplificação do trâmite das iniciativas populares, até o polêmico financiamento público exclusivo de campanha, uma forma considerada fundamental pelas entidades para combater a corrupção, os chamados “caixa 2” e os abusos de poder econômico durante as eleições.
• Outra novidade proposta na plataforma é a criação do veto popular, que seria usado quando a população discordar de uma lei aprovada pelo Parlamento. Nesse caso, o veto popular terá que seguir o mesmo rito da coleta de assinaturas da iniciativa popular, previsto atualmente pela Constituição Federal, e depois a proposta terá que ser submetida a um referendo.
• A plataforma também propõe mudanças nos partidos políticos, que devem continuar como entidades de direito privado, mas de interesse público. Além disso, as entidades querem o fim das votações secretas no Poder Legislativo, o fim da imunidade parlamentar para casos que não representam respeito à opinião e ao direito de fazer denúncias, além do fim do foro privilegiado, exceto nos casos em que a apuração se refere ao estrito exercício do mandato ou do cargo.
• Outro ponto que deve ser examinado para evitar o troca-troca de legenda por parte dos políticos é o que trata da fidelidade partidária. A plataforma propõe que “os cargos eletivos não sejam propriedade particular de cada eleito”. A troca de partido, sem motivação programática, de acordo com a proposta, deve repercutir com a “perda automática do mandato”.
• Além disso, a iniciativa quer aumentar o prazo de filiação partidária para quatro anos, no caso de político que tenha perdido o mandato por infidelidade partidária. Atualmente, o prazo de um ano antes do pleito serve para todos.
• No caso das eleições proporcionais, a proposta defende o voto em lista partidária com alternância de sexo como forma de combater o personalismo, fortalecer e democratizar os partidos. Para as eleições majoritárias, a adoção das listas é vetada pela proposta. As entidades defendem como forma mais democrática a manutenção das prévias partidárias
• No discurso em que agradeceu o convite do PDT, Mazinho convocou a militância para sair às ruas para reforçar os quadros do partido conquistando no mínimo 20 mil novos filiados até dezembro próximo. A outra meta da nova direção do partido em Duque de Caxias, agora presidido pelo ex-vereador Laury Villar, foi o retorno de dezenas de brizolistas, que deixaram o partido nos últimos anos. Mazinho convocou um a um todos os velhos brizolistas, que estavam na Câmara naquele momento.
• O ex-vice-prefeito Wilson Gonçalves, secretário geral do PDT/Caxias, foi encarregado de abrir a sessão e saudar o ministro Carlos Lupi, que chegou á Câmara acompanhado por algumas das estrelas do partido, como o presidente do diretório estadual, José Bonifácio, do secretário geral e vice de São João de Meriti, Carlos Correa, do deputado Bruno Correia e do ex-vereador e ex-deputado federal Clemir Ramos, um dos fundadores do partido.
• Ao usar a tribuna, o vice-prefeito Carlos Correia conclamou os prefeitos da Baixada a se unirem em favor de uma solução efetiva para o problema da água na região. O ex-deputado lembrou que a Light dispõe de uma represa em Barra Mansa, que teria condições de atender a toda a Baixada, sem prejudicar o funcionamento da usina geradora de energia elétrica da empresa naquele município.
• O ex-vereador Kiel do Canarinho, de Saracuruna, também foi à tribuna conclamar a militância a sair às ruas para dar ao Partido a oportunidade de, pela segunda vez, ocupar a Prefeitura do município, implantando uma administração moderna e eficiente, com a marca do PDT, especialmente no campo da Educação, da Saúde e do Saneamento Básico.
• Mazinho aproveitou a oportunidade para defender a criação de uma

• Encerrada a festa na Câmara, o vereador Mazinho reuniu um pequeno grupo em sua residência, na Rua General Câmara, para um jantar em homenagem ao Ministro Carlos Lupi. Lá estavam, entre outros, o ex-vereador Clemir Ramos, os presidentes do PDT/RJ, José Bonifácio, e do PDT/Caxias, Laury Vilar, o Coronel Ronaldo Reis, ex-Secretário de Defesa Civil de Duque de Caxias, o deputado Bruno Correa e o ex-vereador Kiel do Canarinho.
• A candidatura a prefeito do deputado Dica (foto) subiu no telhado depois de uma

• Atribuindo a denúncia ao deputado Marcelo Freixo (PSol), que presidiu a CPI das Milícias, o jornal lembra que foi o deputado da Prainha que apresentou emenda ao relatório da CPI, excluindo o vereador Chiquinho Grandão da lista de possíveis intgrantes das milícias armadas que atuam no Estado.
• O jornal lembra que, embora seu reduto eleitoral seja os bairros da Prainha, Bar dos Cavlaeiros e Parque Lafaiete, todos no primeiro distrito, o deputado Dica mantém um centro social no Parque Fluminense, reduto de Chiquinho Grandão e Jonas é Nós, o que só seria possível se houvesse um acordo de “cavalheiros” entre os tres políticos.
• Duque de Caxias passou a contar com um novo Deputado Federal. Trata-se

• Marroni foi eleito pelo Projeto da Câmara dos Deputados para ser uns dos 7 deputados Federais Jovens a representar o Estado do Rio de Janeiro em Brasília. E também para levar as demandas principalmente da juventude do nosso estado para o Congresso Nacional.
• Marroni fez um projeto de lei aonde obriga os laboratórios farmacêuticos a colocarem letras grandes, usando fontes de cor preta nas bulas de qualquer tipo de medicamentos. O agora deputado justifica o projeto: “O Brasil é o país que mais cresce no número de idosos, por isso já é relevante ser colocada e debatida a questão dos idosos do nosso país. O Projeto de Lei que já é chamado de Lei da Bula é de suma importância para todos os brasileiros,
• Bruno Marroni revela que não fez esse projeto pensando apenas nos idosos de Duque de Caxais ou do Estado, mas pensando nos milhares de idosos de todo o país, que tem dificuldades de identificar os reméidos que são obrigadoa s tomar diariamente.
• Para o jovem parlamentar temporário (seu mandato será de apenas um ano), esse projeto vai muito além de ser somente para os idosos e para quem tem algum problema visual, mas beneficiará toda a juventude que amanhã se tornará um numeroso grupo de idoso do nosso país.”
• A professora Roberta Barreto retoma, nesta segunda (15), o cargo de Secretária Municipal de Educação, cargo que ela ocupou no primeiro e segundo mandato de Zito. Desde o ano passado, ela presidia a Fundec, destinada ao ensino profissionalizante. Ela irá substituir a também professora Rosely Duarte, que assumiu há poucos dias a Secretaria de Ação Social. Para o comando da Fundec, irá a professora Edite Viana.
COLEGAS PEDEM FORÇA-TAREFA
PARA INVESTIGAR MORTE DE JUÍZA

No ofício enviado ao ministro pelo presidente da AMB, Nelson Calandra, os magistrados pedem uma ação enérgica e rápida para investigar o crime. “Quando um juiz sofre um ataque é também um atentado ao Estado, à democracia e à sociedade brasileira”, disse Calandra. “Não descansaremos enquanto não forem presos os responsáveis por essa atrocidade e apurada a autoria. Queremos uma resposta rápida, enérgica e exemplar”, destacou.
A juíza Patricia Acioli foi assassinada na porta de sua casa, na Rua dos Corais, em Piratininga, bairro de Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro. Ela foi atingida por 21 tiros. De acordo com informações da família, ela já vinha recebendo ameaças.
Patrícia, de 47 anos, trabalhava na 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, município também da região metropolitana do Rio. Ela era conhecida por atuar com rigor no combate a grupos de extermínio, milícias que agem em São Gonçalo, além de máfias que controlam o comércio de combustíveis e o transporte clandestino na região.
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