PIZZOLATO POR CORRUPÇAO
O ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique
Pizzolato deve ser condenado pelo crime de corrupção passiva por ter recebido
R$ 326 mil para favorecer o grupo de Marcos Valério. Esse foi o entendimento do
revisor do mensalão, Ricardo Lewandowski, no primeiro voto que proferiu no
processo. Este é o segundo voto pela
condenação de Pizzolato pelo crime de corrupção passiva. O relator Joaquim
Barbosa também entendeu que o ex-dirigente do Banco do Brasil teve culpa no
caso.
De acordo com Lewandowski, ficou provado que
Pizzolato recebeu a quantia para adiantar a liberação de R$ 73 milhões para a
DNA Propaganda, que tinha contrato de publicidade com o Banco do Brasil.
“Chama a atenção o valor fracionado do
dinheiro recebido, o que sugere recebimento de uma comissão de atos praticados
ou supostamente praticados em contrato entre DNA e Banco do Brasil”, assinalou
o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).
De acordo com a denúncia do Ministério
Público, Pizzolato enviou um contínuo da Previ (fundo de pensão do Banco do
Brasil) para receber, em seu nome, R$ 326 mil em uma agência do Banco Rural, no
Rio de Janeiro. A defesa sustentou que Pizzolato estava apenas fazendo um favor
a Marcos Valério e que encaminhou o envelope, sem abrir, a uma pessoa não
identificada do PT.
Lewandowski entendeu que a defesa tinha
“inconsistências” e não conseguiu derrubar as acusações de que Pizzolato sabia
da existência de dinheiro no envelope e de que ele ficou com a quantia em
benefício próprio.
“A verdade é que sua versão não condiz com as
provas dos autos”, destacou o revisor.
O ministro ainda acrescentou que a tese de
corrupção foi reforçada após auditorias internas do Banco do Brasil e,
posteriormente, da Polícia Federal, terem concluído que o adiantamento liberado
por Pizzolato ao grupo de Valério era ilegal.
SERGIO CABRAL E GAROTINHO
DISPUTAM
VOTOS EM CAXIAS
Consequência do nosso calendário eleitoral,
que separou as eleições municipais das nacionais, o início do horário gratuito
(para os candidatos) a prefeito de Duque de Caxias, transmitido
obrigatoriamente pelo SBT, mostrou o governador Sérgio Cabral, além do seu antecessor
e ex padrinho político Garotinho, pedindo votos para seus afilhados nas
eleições para prefeito de Duque de Caxias. Enquanto Sério Cabral pedia votos
para a volta de Washington Reis (PMDB), Garotinho apresentava sua nova cria
política, o deputado estadual Samuquinha (PR), filho do saudoso Samuel Correa,
que ficou famoso como apresentador do “Patrulha da Cidade”, um noticiário
policial de grande audiência da Rádio Tupi nos idos de 60 e 70. Como
contraponto, o senador Lindberg Farias recomendava o voto dos eleitores do PT,
PDT e PC do B no deputado Alexandre Cardoso, do PDB de Eduardo Campos e que
está se afastando da Presidente Dilma e de Lula.
Só um objetivo mobiliza os três políticos de
fama nacional: a eleição de governador em 2014. Quem levou a melhor, nesse
primeiro momento, foi o prefeito Zito, que demonstrou que suas relações com
Sérgio Cabra subiram no telhado, como antecipava o blog nesta terça-feira (21),
ao anunciar que Zito havia desembarcado da nau capitânia da esquadra comanda
por Cabral. Sem essas amarras, Zito vai poder falar (mal) à vontade sobre a
incapacidade da Cedae continuar explorando os serviços de água e esgotos, bem
como insistir que o fechamento do lixão de Jardim Gramacho foi um golpe
político da dupla Eduardo Paes-Sérgio Cabral, para prejudicar os prefeitos da
Baixada que tentam a reeleição. Agora, sem compromisso político com o
governador, Zito pode ir para a mídia e dizer: Fora Cedae!
No caso do ex prefeito Washington Reis, além
da ação penal por crimes ambientais antes, durante e depois de ser prefeito, o
apoio de Cabral potencializa o seu passivo administrativo com as obras
inacabadas de duplicação da Av. Presidente Kennedy, o fechamento do “Buraco do
Cabral”, a passagem subterrânea que custou mais de R$ 32 milhões e está fechada
desde dezembro de 2011, bem como o Hospital Moacyr do Carmo, inaugurado em
setembro de 2008 sem água canalizada pela Cedae e com o tomógrafo ainda na
embalagem e abandonado na calçada da entrada da Emergência.
No
caso de Alexandre Cardoso e os outros candidatos, a distância do governador
será muito oportuna, pois eles terão oportunidade de mostrar ao eleitor
alternativas de governo além da disputa pessoal entre Zito e Washington Reis.
MINISTRO DEFENDE MUDANÇAS NA
CARTOLAGEM DOS
ESPORTES
O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, declarou
nesta terça (21) que apoia a mudança de gestão nas entidades esportivas,
inclusive o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e as confederações de modalidades.
Ele se alinhou automaticamente á posição da Presidente Dilma Rousseff, que
defende o aoio do Governo diretamente aos atletas, sem a intermediação de
federações ou confederações esportivas, diante do fraco desempenho da equipe
olímpica em Londres, de onde só trouxe 17 medalhas apesar do Governo ter
investido, nos últimos 4 anos, cerca de R$ 1,7 bilhao no preparo da equipe
desta última Olimpíada.
“Se o país está em um caminho de
democratização. Se você tem limite de tempo de mandato para o presidente da
República, para os governadores dos estados, para prefeitos, para mandatos
executivos, é natural que, na sociedade e nas instituições, nas entidades, você
também procure este caminho, de limitar o tempo de mandato e limitar o número
de mandatos”, disse.
Hoje, as regras de sucessão nas confederações
variam de entidade para entidade e há casos, como o do próprio COB, em que uma
mesma liderança permanece por mais de uma década na gestão.
Para o ministro, a mudança é um caminho
natural e uma eventual regra beneficiaria não apenas o esporte nacional, mas as
próprias instituições.
“Isso atribui maior responsabilidade aos
dirigentes. Se você é dirigente de uma entidade e acha que pode ficar lá 30
anos, a sua preocupação com o momento seguinte não vai ser tão grande. Se você
tem prazo no seu mandato e número de mandatos, isso seria uma coisa boa para o
esporte, ajuda a criar compromisso de formar novas lideranças”, observou.
RÁPIDAS
• O Tribunal
Regional Eleitoral do Rio de Janeiro indeferiu na sessão plenária de hoje (21) o
registro da candidatura de Marcio Panisset, pela coligação Juntos para
Reconstruir Itaboraí (PDT/PPS/PTC/PRP). Ele tenta concorrer ao cargo de
prefeito de Itaboraí, município do Grande Rio.

Dos candidatos que concorrem à prefeitura de Itaboraí,
três já tiveram a candidatura deferida pelo TRE-RJ (Altineu Coutinho, do PR,
que concorre pela A Força da Mudança; Helil Cardozo, do PMDB, pela coligação
Unindo Forças por Itaboraí; e Lourdes Monteiro, do PSOL).
• Anteriormente,
quem também teve a candidatura indeferida pelo TRE-RJ foi Sergio Soares, do PP,
que representa a coligação Itaboraí para Nossa Gente. Ele já entrou com recurso
no TSE.
• O Brasil possui
30 partidos políticos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O
número deste ano foi alcançado desde que o Tribunal aprovou em 2011 o registro
nacional do Partido Social Democrático (PSD), fundado pelo prefeito de São
Paulo, Gilberto Kassab. Contudo, além da “nova concorrência”, os partidos
precisam ter outra preocupação para as eleições deste ano.
• Segundo
levantamento feito pelo Contas Abertas, treze partidos políticos possuem “dívidas”
com a União (Executivo, Legislativo e Judiciário). A pesquisa foi realizada no
dia 15 de agosto, às 10h00, no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do
Setor Público Federal (Cadin) e apontou ainda que o Partido dos Trabalhadores
(PT) é o único a possuir duas pendências.
• Assim é que
PMDB, PR, DEM, PP, PV, PDT, PSOL, PTdoB, PSDB, PPS, PCO são as siglas que
possuem apenas um débito registrado.
Outro fato relevante é que no caso de doze partidos, quase a totalidade,
as dívidas são com o mesmo órgão federal: a Procuradoria-Geral da Fazenda
Nacional (PGFN). O único partido que não é devedor da PGFN é o PDT, cujo credor
é a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.
• Desde
1993, a PGFN é um órgão de direção superior da Advocacia-Geral da União e suas
atribuições residem, principalmente, na representação da União em causas
fiscais, na cobrança judicial e administrativa dos créditos tributários e
não-tributários e no assessoramento e consultoria no âmbito do Ministério da
Fazenda.
• O Cadin é um
banco de dados onde se encontram registrados os nomes de pessoas físicas e
jurídicas que possuem pendências financeiras com algum órgão ou entidade
federal.
• As informações
contidas no cadastro permitem à Administração Pública Federal uniformizar os procedimentos
relativos à concessão de crédito, garantias, incentivos fiscais e financeiros,
bem como à celebração de convênios, acordos, ajustes ou contratos de modo a
favorecer a gestão seletiva dos recursos existentes.
• Nas consultas ao
Cadin não constam o valor do débito com o órgão federal, considerado informação
sigilosa. Entretanto, somente podem ser inscritos devedores com valores acima
de R$ 999,99. As entidades com dívidas entre R$ 1 mil e R$ 9.999,99 são
inscritas conforme decisão dos credores. A inscrição para débitos de montante
superior a R$ 10 mil é obrigatória.
• Os cerca de 20
mil funcionários de hospitais federais do Rio decidiram, no início da noite de
hoje (21), manter a greve. Em assembleia geral, eles rejeitaram proposta do
governo federal, de reajuste de 15,8% em três anos, e fizeram uma contraproposta,
de 15,8% de aumento em parcela única este ano.
• A diretora do
Sindicato dos Trabalhadores Públicos Federais em Saúde e Previdência Social
(Sindsprev-RJ) Lúcia Pádua disse que uma nova assembleia acontecerá na próxima
sexta-feira (25). “A avaliação da assembleia de hoje é que a proposta
apresentada pelo governo foi insuficiente e nem de longe atende às expectativas
dos servidores”, disse Lúcia. Segundo ela, o atendimento nos hospitais federais
do Rio está resumido a casos de emergência.
• Outra categoria
que segue em greve é a dos policiais rodoviários federais, que está atendendo
apenas ocorrências graves nas estradas, com cerca de 30% do efetivo. O
vice-presidente do sindicato da categoria no Rio, Ranier de Almeida, explicou
que as reivindicações não se resumem a aumentos salariais.
• Também envolvem
o reconhecimento da categoria como nível superior, a reestruturação da carreira
e o investimento em equipamentos mais modernos, incluindo computadores nas
viaturas que permitam checagem de informações em tempo real.
• Mesmo com a
volta da liberação de produtos retidos em portos e aeroportos de todo o país,
os efeitos da greve de servidores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária
(Anvisa) devem ser sentidos pelos próximos meses. A avaliação é de
representantes do setor de laboratório e diagnóstico ouvidos pela Agência
Brasil.
• No último dia 8,
o Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou que 70% dos servidores da
Anvisa, lotados em áreas essenciais, mantenham as atividades. A greve, iniciada
no dia 16 de julho, tem prejudicado a importação e a armazenagem de produtos
sujeitos à fiscalização da Vigilância Sanitária, como insumos e equipamentos
laboratoriais.
• De
acordo com o secretário-executivo da Câmara Brasileira de Diagnóstico
Laboratorial, Carlos Eduardo Gouvêa, as empresas têm conseguido liminares e
mandados de segurança na Justiça autorizando a liberação de parte do volume de
produtos retido em algumas capitais, mas o problema não foi resolvido. “Quem
não tem mandado tem que se contentar com um contingente limitado de pessoas que
está tentando fazer o possível”, disse
• Gouvêa ressaltou
que o acúmulo de mercadorias nos portos e aeroportos aumenta o risco de
vencimento do prazo de validade ou de armazenagem inadequada. “Temos sempre que
buscar uma discussão dentro de um cenário de bom-senso. O que estamos vendo é
que a população está sendo prejudicada, as empresas estão pagando uma conta
altíssima e há graves consequências para todos.”
• O presidente da
Sociedade Brasileira de Patologia Clínica, Paulo Azevedo, lembrou que 90% dos
materiais utilizados para diagnóstico são importados e têm prazo de validade
curto, o que impede que laboratórios e clínicas mantenham grandes estoques. “O
próprio exportador deixa de enviar porque não vai enviar algo com risco de
estragar”, disse.
• Para ele, ainda
que 70% dos servidores da Anvisa tenham retomado as atividades, serão
necessários entre dois e três meses para que a liberação de produtos volte à
normalidade. “Precisamos de um tempo para melhorar. A coisa não é automática.
Se voltarem a trabalhar com vontade de resolver o problema, ele vai ser
resolvido.” Segundo ele, há registro de falta de kits para diagnóstico do vírus
HIV.
• A Associação
Brasileira de Medicina Diagnóstica informou, em nota, que a paralisação vem
afetando o abastecimento de equipamentos considerados essenciais. Os estoques
de grande parte do setor, segundo o órgão, estão praticamente esgotados. A
previsão é que, a partir desta semana, algumas entidades fiquem desabastecidas.
• A associação
alertou que pacientes com doenças, como diabetes e hepatite C, além de pessoas
com AIDS, só podem prosseguir o tratamento por meio da realização de exames
periódicos de controle. Pacientes com câncer precisam passar por exames
semanais que orientem a continuidade ou não da quimioterapia.
• Em comunicado, a
Anvisa informou que está adotando as providências necessárias para a liberação
de produtos para a saúde e de itens essenciais ao Sistema Único de Saúde (SUS).
Dos 1.622 servidores, 1.185 estão trabalhando – apenas os funcionários da
unidade de Portos, Aeroportos e Fronteiras em Santa Catarina ainda não retomaram
as atividades, segundo o órgão.
• “Ocorre que funcionários da Receita Federal
estão realizando uma operação-padrão e, em alguns casos, a demora na liberação
dos produtos pode não ser da Anvisa e sim de outro setor do funcionalismo
público”, concluiu nota da agência reguladora.
• Por intermédio
do Procon, o Ministério Público do Estado de Minas Gerais suspendeu, em decisão
cautelar, todos os serviços de concessão de crédito de dez instituições
financeiras que atuam no estado. Segundo o MP, o processo administrativo foi
instaurado após grande número de reclamações recebidas pelo Procon estadual.
• Os consumidores
se queixavam de dificuldades para receber dos bancos “informações cadastrais e
financeiras imprescindíveis à portabilidade de dívidas, bem como necessárias
para liquidação antecipada de débito, total ou parcialmente”.
• As instituições
financeiras que tiveram as operações de concessão de créditos suspensas em
Minas Gerais foram os bancos BMG, Bonsucesso, Cacique, Cruzeiro do Sul, GE
Capital, Intermedium, Mercantil do Brasil, Rural e Santander, além da BV
Financeira.
• “A quitação antecipada de débitos, conforme a
decisão, é um direito do consumidor previsto no Artigo 52, Parágrafo 2º, do
Código de Defesa do Consumidor. A negativa pelas instituições bancárias de
fornecer informações ou documentos indispensáveis para quitação antecipada
infringe tal dispositivo, além de agredir frontalmente os incisos 3 e 4 do
Artigo 6º, que, respectivamente, obriga o fornecedor a informar corretamente o
consumidor e proíbe métodos desleais ou coercitivos”, diz o Ministério Público.
• Além disso,
explica o Ministério Público, “a portabilidade de dívidas está assegurada por
determinações do Banco Central, principalmente a Resolução n.º 3.401/2006, que
dispõe sobre a quitação antecipada de operações de crédito e de arrendamento mercantil
por meio de recursos transferidos de outra instituição financeira. Permite-se,
então, ao consumidor, quando constatar juros e encargos menores sendo
praticados por um banco, portar seu débito para esta instituição”.
• A presidenta da
Petrobras, Graça Foster, negou que a empresa tenha pedido o reajuste de preços
dos combustíveis ao governo, apesar de ser favorável à paridade dos preços no
país e no exterior. A declaração foi dada em evento da empresa na manhã de hoje
(21), no Rio de Janeiro, em anúncio dos projetos esportivos e sociais que
receberão apoio da estatal.
• Graça Foster
disse também que é possível recuperar os atrasos nas obras na Refinaria Abreu e
Lima, em Pernambuco, que tem sofrido problemas de continuidade, com greves de
operários e demissões por parte das empresas contratadas para a construção.
• “É um episódio que nós estamos gerenciando.
Parece que hoje estava mais calmo do que ontem, e está voltando à normalidade
as negociações. Espero que volte o mais rápido possível. A gente precisa muito
dessa refinaria
• O
ministro do Esporte, Aldo Rebelo, declarou nesta terça (21) que apóia a mudança
de gestão nas entidades esportivas, inclusive o Comitê Olímpico Brasileiro
(COB) e as confederações de modalidades. Ele se alinhou automaticamente á
posição da Presidente Dilma Rousseff, que defende o aoio do Governo diretamente
aos atletas, sem a intermediação de federações ou confederações esportivas,
diante do fraco desempenho da equipe olímpica em Londres, de onde só trouxe 17
medalhas apesar do Governo ter investido, nos últimos 4 anos, cerca de R$ 1,7
bilhao no preparo da equipe desta última Olimpíada.
• “Se o país está em um caminho de
democratização. Se você tem limite de tempo de mandato para o presidente da
República, para os governadores dos estados, para prefeitos, para mandatos
executivos, é natural que, na sociedade e nas instituições, nas entidades, você
também procure este caminho, de limitar o tempo de mandato e limitar o número
de mandatos”, disse
• Hoje,
as regras de sucessão nas confederações variam de entidade para entidade e há
casos, como o do próprio COB, em que uma mesma liderança permanece por mais de
uma década na gestão. Para o ministro, a mudança é um caminho natural e uma
eventual regra beneficiaria não apenas o esporte nacional, mas as próprias
instituições.
• “Isso atribui maior responsabilidade aos
dirigentes. Se você é dirigente de uma entidade e acha que pode ficar lá 30
anos, a sua preocupação com o momento seguinte não vai ser tão grande. Se você
tem prazo no seu mandato e número de mandatos, isso seria uma coisa boa para o
esporte, ajuda a criar compromisso de formar novas lideranças”, observou.
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