HOSPITAL
NÃO EXPLICA PARTO
OCORRIDO NA RECEPÇÃO
Uma mulher, no 8º mês
de gestação, entrou em trabalho de parto e foi
levada pelo marido até o Hospital Daniel Lipp, no centro de Duque de
Caxias. Mesmo reclamando de muitas dores,
nenhum medico veio atende-la na recepção do hospital, onde ficou por mais de
uma hora. Em dado momento, a criança começou
a nascer o pessoal da faxina correu para amparar a criança, pois a
mulher estava sentada numa caeira de rodas desde que chegara ao hospital.

Todo o drama da dona
de casa Márcia Goulart, do bebê Lohan Mateus e de seu pai,
Everton Ribeiro, foi registrada em vídeo por uma pessoa que estava na recepção
durante todo o drama da família.
Márcia contou que
cerca de quatro minutos depois do nascimento um médico foi atendê-la.
“Cortaram o umbigo
dele na recepção mesmo. Depois levaram ele para o berçário, pra onde tem que
levar, lá pra dentro. Pediram ao meu esposo para ir acompanhando o bebê. E eu,
me botaram na cadeira de rodas e me levaram pro centro cirúrgico pra poder
tirar o restante da placenta que ficou na minha barriga”, contou.
Em nota, a direção da
Daniel Lipp negou que o parto tenha sido improvisado na recepção do hospital e
que a paciente e seu filho receberam todo o cuidado devido nessas
circunstâncias.
Procurado pela
reportagem da TVF-Globo, o prefeito Alexandre Cardoso, que é médico, informou
que abriria um inquérito para investigar todos os fatos. A verba do SUS passa
pela Secretaria de Saúde do município, a quem cabe fiscalizar os serviços
prestados pelos hospitais particulares vinculados ao SUS.
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