EMPRESA CONFESSA PROPINA
E FISCAIS CONTINUAM PRESOS

Luiz Alexandre Cardo de
Magalhães, auditor que, segundo a Promotoria, aceitou falar sobre o esquema de
corrupção, a chamada delação premiada, foi o único dos suspeitos que não teve a
prisão prorrogada. "Com relação ao Luiz, formalizamos a delação premiada e
evidentemente em relação a ele, como colaborou na produção da prova, não
pedimos a prorrogação", disse o promotor.

"Hoje eles se
apresentaram, confirmaram os depósitos e confirmaram a existência do esquema.
Eles entendiam que não deviam nada de ISS no final da obra, que todo o ISS já
havia sido recolhido durante a realização do empreendimento. Na visão deles,
foram obrigados a pagar senão o empreendimento não seria legalizado. É uma versão",
afirmou o promotor Roberto Bodini na sexta-feira (1º).
Em nota, a empresa alega que
está colaborando com o Ministério Público, “prestando todas as informações
necessárias à apuração dos fatos”. No texto, a incorporadora afirma que compareceu
“espontaneamente”, foi ouvida como testemunha e que se considera vítima da
situação.
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