IRREGULARIDADES EM HOSPITAL
CONSTATADAS POR DEPUTADOS
A Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa constatou na manhã desta
terça-feira (50 irregularidades no Hospital São José, em Teresópolis, Região
Serrana. O relatório da visita será divulgado em breve pelo colegiado,
representado pelos deputados Enfermeira Rejane (PCdoB) e Nilton Salomão (PT),
que vistoriaram o local e ouviram queixas de pacientes.
“Um morador me falou que a esposa teve uma crise, por causa da água
contaminada”, contou a deputada Rejane.
A seção de hemodiálise do Hospital São José já tinha sido alvo de
denúncias, em setembro deste ano, devido a suspeitas de contaminação pela
hepatite C. “Vimos que aqui o despejo do material vai para o lixo comum.
Precisamos averiguar com a Prefeitura o destino do lixo”, concluiu. A comissão
quer ainda o relatório da Vigilância Sanitária sobre o fechamento de outra
clínica da região onde, anteriormente, os pacientes faziam a hemodiálise.
No curto prazo, a comissão quer melhorias na quantidade de comida
disponível e nos ônibus usados para o deslocamento dos pacientes de hemodiálise
de Teresópolis, na Região Serrana, para Itaboraí, na Região Metropolitana.
Segundo os parlamentares, a infraestrutura oferecida para hemodiálise é
precária e os moradores esperam a construção de uma clínica pública para fazer
o atendimento na cidade.
►RUA DO MEDO NO SARAPUÍ

O presidente do Conselho Comunitário, Jailson Liberato,
revela que o próprio subsecretário, que nasceu e foi criado no bairro Jardim
Gramacho, do outro lado da BR-040, já foi vítima de assalto no local, mas,
mesmo assim, não cumpriu a promessa feita na presença do Comandante do 15º BMP,
Coronel Brandão, e do Delegado Claudio Vieira, titular da 59ª DP, que participam
da reunião do Conselho no dia 30
►JUSTIÇA REUNE N. IGUAÇU E MESQUITA
A Assembleia Legislativa aprovou nesta terça (5) o
projeto de lei 2.542/13, que cria a Comarca Nova Iguaçu-Mesquita, com
jurisdição nos dois municípios. A proposta foi aprovada na forma de um
substitutivo da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que retirou do texto
a previsão de compartilhamento do tribunal de júri. O projeto segue para sanção
do governador Sérgio Cabral.
Segundo a presidente do Tribunal de Justiça
do estado, desembargadora Leila Mariano, o projeto integra Mesquita à comarca
de Nova Iguaçu. “Com isso, haverá o aproveitamento racional das instalações já
existentes em Nova Iguaçu, estendendo à população de Mesquita igual atendimento
de alta qualidade, nas dependências do novo fórum”, diz a desembargadora,
explicando, na justificativa ao texto, que estudos feitos pelo tribunal
ajudaram na definição de especialidades de maior interesse e necessidade
locais.
“Assim, nossas pesquisas apontaram a
necessidade de imediata transferência de juízos com especialidade em matéria
Cível, Família, Criminal e Juizado Especial Cível, por corresponderem ao
quantitativo de feitos de maior impacto no movimento processual. Ressaltamos
que, pela análise deste tribunal, foi identificado que cerca de 30% das
demandas hoje existentes no município de Nova Iguaçu se referem a
jurisdicionados com domicílio em Mesquita”, explica.
De acordo com o projeto, o fórum de Nova
Iguaçu terá seis Juízos de Direito de Varas Cíveis; quatro de Direito de Varas
de Família; um de Direito de Vara da Infância, da Juventude e do Idoso; três de
Direito de Varas Criminais; um de Direito de Juizado de Violência Doméstica e
Familiar contra a Mulher; dois Juizados Especiais Cíveis; e um Juízo de Direito
de Juizado Especial Criminal. Em Mesquita, haverá quatro juízos: de Direito de
Vara Cível, de Direito de Vara de Família; de Direito de Vara Criminal; e um
Juizado Especial.
► EQUIPAMENTO IMPORTADO É MAIS BARATO
A indústria
brasileira de produtos de saúde quer isenção de tributos para equipamentos
médicos, hospitalares, laboratoriais e odontológicos produzidos no país, quando
comprados por entidades públicas e filantrópicas. O assunto foi debatido nesta
terça(5) em audiência na Comissão de Assuntos Sociais do Senado.
Segundo associação
do setor, quando órgãos públicos, instituições filantrópicas e de ensino
importam produtos, não há pagamento de impostos. Quando compram os produtos
nacionais, há cobrança de tributos. Com isso, fica mais barato importar do que
comprar da indústria brasileira, de acordo com a Associação Brasileira da
Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de
Laboratórios (Abimo).
O presidente da
associação, Paulo Fraccaro, disse que a indústria instalada no Brasil tem
capacidade para produzir 95% dos equipamentos necessários aos hospitais. “Hoje,
se alguém quiser comprar um produto similar no mercado local, vai pagar mais
caro”, disse.
Segundo a Abimo, a
Receita Federal aplica a imunidade tributária limitada aos impostos diretos,
como é o caso dos incidentes na importação. No caso dos impostos e
contribuições indiretos cobrados pela União e pelos estados (IPI, PIS, Cofins e
ICMS) não há imunidade.
De acordo com
estudo feito pela Fundação Getúlio Vargas, apresentado pelo presidente da Abimo
na audiência, se houvesse isenção de PIS, Cofins, IPI e ICMS, a economia
cresceria 0,3% e o emprego, 0,28%.
O assessor técnico
da Subsecretaria de Tributação e Contencioso da Secretaria da Receita Federal,
Alexandre Andrade, argumentou que o PIS/Pasep e a Cofins são tributos que
fornecem recursos para programas sociais do governo. “Uma desoneração pode ser
boa para a economia em geral, mas causa problema fiscal relevante para o
governo”, disse.
Andrade
acrescentou que a Receita precisa de cerca de seis meses para avaliar o setor e
se é possível haver desoneração. “A Receita está disponível para estudar a
cadeia e os produtos”, disse
►LEI AMPLIA NORMAS SOBRE RESÍDUOS SÓLIDOS
A Assembleia Legislativa aprovou nesta
terça-feira (5) projeto de lei que autoriza a regulamentação no estado dos
Sistemas de Tratamento de Resíduos Sólidos de Serviços de Saúde (RSSS) de
acordo com as normas técnicas vigentes. Ele introduz na legislação estadual
determinações do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), define
responsabilidades e lista as formas de descarte desse material tóxico, como
autoclavagem, incineração, dentre outras.
“A mudança principal é uma maior abertura para a
aplicação de tecnologias em sistemas de tratamento dos resíduos hospitalares.
Atualmente é definida uma única tecnologia a ser utilizada para a esterilização
de resíduos sólidos, a vapor. Com base na resolução do Conama mais recente, há
uma abertura para a utilização de sistemas diversos, dependendo das
características de geração, transporte do resíduo e o local de disposição”,
explicou em plenário o deputado Samuel Malafaia (PSD), que assina o projeto em
conjunto a Bernardo Rossi (PMDB), Jânio Mendes (PDT), Átila Nunes (PSL), Bruno
Correia (PDT) e ao ex-deputado Alessandro Calazans, atual prefeito de
Nilópolis, na Baixada Fluminense.
►DICA E A REFORMA DOS
CAMPOS DE FUTEBOL

Há bairros em que as quadras existem, mas estão em péssimo estado, por
isso serão reformadas. Em outros não há um espaço para recreação e será
necessário construir o campo de futebol. Por exemplo, para o bairro Engenho do
Porto foram pedidos dois campos de futebol society. No Jardim Gramacho, um dos
locais escolhidos foi o campo ao lado da Escola Municipal Mauro de Castro, que
precisa de reforma e a demanda é grande. O espaço de terra batida do bairro
Novo São Bento vai dar lugar à nova quadra de grama sintética.
A previsão é que sejam investidos dois milhões de reais do Governo do
Estado em dezenas de quadras.
►MAGISTRADOS E A NOVA LEI
DE EXECUÇÃO PENAL
O debate sobre a reforma da Lei de Execução Penal (Lei n. 7.210/1984)
reunirá magistrados de todo o País em Curitiba/PR, onde acontecerá, a partir desta
quinta-feira (7) o II Encontro Nacional de Execução Penal. Organizado pelo
Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o evento tem por objetivo a discussão de
temas que envolvem a relação entre o Poder Judiciário e o sistema prisional.
Às 14 horas dessa quinta, primeiro dia de atividades, o ministro do
Superior Tribunal de Justiça (STJ) Sidnei Beneti falará sobre a atualização da
lei que rege direitos e deveres de presos, juízes e membros do Poder Executivo
responsáveis por acompanhar o cumprimento das penas no País.
Na sexta (8), magistrados e outros integrantes do sistema de Justiça
debaterão aspectos específicos da execução penal, como Regime Disciplinar
Diferenciado (RDD), Justiça Restaurativa e Medidas de Segurança. (Agência CNJ).
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