MARAJÁ$ DE BRASÍLIA NÃO
IRÃO DEVOLVER SALÁRIO
O ministro Luiz
Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu que servidores do Tribunal de
Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) não terão que devolver
salários pagos indevidamente pelo tribunal. Fux entendeu que os valores foram
recebidos “de boa-fé" pelos funcionários. A questão ainda será julgada
pelo Plenário do STF.

Em outra decisão
sobre pagamentos ilegais, na quarta-feira (25), o TCU também decidiu que
o Senado deve interromper o pagamento de salários acima do teto
constitucional (R$ 28.059,29) e que servidores que ganham além desse valor
devolvam as quantias recebidas a mais nos últimos cinco anos. O Sindicato dos
Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União
(Sindlegis) informou que vai recorrer ao Supremo para impedir a devolução do
dinheiro.
Apesar de entender
que outras decisões do STF consideram ilegal o recebimento de 100% de salário
da função comissionada acumulada com a remuneração do cargo efetivo, o ministro
entendeu que os servidores do TJDFT não são obrigados a devolver as quantias
recebidas irregularmente. “É ponderável a tese relativa ao caráter alimentar
das verbas controvertidas, recebidas de boa-fé pelos interessados, o que afasta
qualquer possibilidade de devolução ao erário”, disse Fux.
Em outra decisão
sobre pagamentos ilegais, na quarta-feira (25), o TCU também decidiu que
o Senado deve interromper o pagamento de salários acima do teto
constitucional (R$ 28.059,29) e que servidores que ganham além desse valor
devolvam as quantias recebidas a mais nos últimos cinco anos. O Sindicato dos
Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União
(Sindlegis) informou que vai recorrer ao Supremo para impedir a devolução do
dinheiro.
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