COMISSÃO DA CÂMARA VAI INVESTIGAR
ROMBO DE R$2,8 BI NO FUNDO PETROS

No requerimento, assinado também pelo deputado Domingos
Sávio (PSDB-MG), Andreia Zito justifica a sua preocupação com a crise no fundo
da Petrobras:
“A possibilidade de uma aposentadoria tranquila e segura
é o sonho de todo trabalhador. Servidores e empregados públicos investem uma
parcela de seus salários em previdência complementar”. Para a deputada, todas
as denúncias comprovam que o debate é “imprescindível para elucidar os fatos e
para prestar esclarecimentos aos empregados públicos da
Petrobras”.

Para a deputada, isso demonstra que, “mesmo contrariando
o conselho fiscal, as contas foram aprovadas pelo órgão superior da entidade, o
que não se pode admitir". O debate terá a finalidade, ainda, de
esclarecer sobre os 40 planos incorporados a partir do governo Lula, que não
geraram recursos suficientes para pagar os custos de administração. “Esses
custos estão saindo do mesmo fundo de administração dos dois planos originais
da Petros, que terão de pagar a aposentadoria de 75 mil funcionários da Petrobras
e suas subsidiárias. O cálculo dos conselheiros, baseado em dados que atribuem
à própria Petros, é que, em cinco anos, os dois planos perderam pelo menos R$
200 milhões, montante que pode chegar a R$ 500 milhões, se for corrigido”,
alertou a parlamentar.
No requerimento, a deputada indicou para participarem da
audiência pública os presidentes da Fundação Petrobras de Seguridade Social
(Petros), do conselho fiscal da Petros, da Previc, além de representante dos
funcionários da Federação Única dos Petroleiros (FUP).
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