EM 2013, GOVERNO SÓ INVESTIU
R$ 127 MILHÕES
EM SANEAMENTO

Tanto a
despoluição da Baía de Guanabara como a das lagoas de Jacarepaguá estão
ocorrendo a passos lentos, mais um reflexo dos problemas de gestão da área de
saneamento no Rio. Segundo relatório da Companhia Estadual de Águas e Esgotos
(Cedae), de 2012, o desperdício de faturamento da empresa chega a 50%, o que
significa que a companhia recebeu somente por metade de sua produção.
Segundo o
levantamento, nos últimos anos chegou a 30% a média de desperdício na
distribuição de água potável no Rio. Vale ressaltar que o consumo médio per
capita, de 237,8 litros por habitante/dia, em 2011, por exemplo, superou a
média dos estados de São Paulo (186,8 litros), Minas Gerais (155,5) e Espírito
Santo (192).
Sem detalhar em
quais programas a verba foi investida, a secretaria estadual de Obras informou,
por meio de nota, que o governo do estado gastou R$ 327 milhões em obras de
saneamento em 2013, recursos próprios e do governo federal. Com um orçamento
previsto de R$ 5 bilhões para 2014, a Cedae disse que os projetos de ampliação
e modernização das redes de abastecimento de água em andamento e os que
começarão em 2014 somam mais de R$ 2 bilhões.
No próximo dia
11 de fevereiro deve ocorrer um novo processo licitatório para as obras de
revitalização e recuperação ambiental das lagoas de Jacarepaguá. A data foi
remarcada pela secretaria estadual de Meio Ambiente, que, em julho do ano
passado, cancelou a licitação após uma reportagem da revista Época apontar
suspeita de fraude no processo.
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