domingo, 26 de abril de 2015

Polo Petroquí­mico do Rio de Janeiro




PETROLÃO AFUNDOU A NOVA
REFINARIA DO RIO DE JANEIRO

No lançamento da pedra fundamental do Comperj, em Itaboraí, em junho de 2006, (vídeo acima) o então Presidene Lula afirmou que a obras seriam concluídas até 2011, garantindo que a País atingiria a autossuficiência não só na produção de petróleo, graças às descobertas do pré sal, mas também na produção de combustíveis. 
A promessa acabou arrastada pelo petrolão, que acabou paralisando as obras e provocando desemprego e o fechamento de empresas no entorno do Comperj, inclusive a de turismo motivada pela chegada dos executivos das grandes empresas que iriam operar o Polo petroquímico, já descartado pela Petrobras de caixa baixa e prejuízo colossal.
Ao contrário das promessas e Lula, o Brasil está longe da prometida autossuficiência em combustíveis, pois a importação de gasolina e diesel continuam impactando, negativamente, a nossa balança comercial com o exterior. Hoje, o Brasil importa combustíveis, o que pesa no índice da inflação, uma vez que todo o sistema de transporte no País depende das rodovias e dos caminhões, grandes consumidores de óleo diesel.

No site oficial do Palácio do Planalto, um trecho do discurso do presidente Lula durante cerimônia de assinatura de contratos para implantação do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) em Itaboraí (RJ): confissão de incompetência no planejamento e gestão da coisa pública, causando prejuízos à Petrobras e à sociedade brasileira, com corrupção, superfaturamentos e aditamentos criminosos de contratos.
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