quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

EM CARTA A DILMA, ROTARY
DIZ QUE BASTA DE VIOLÊNCIA! 
A omissão do Governo Federal em relação ao vandalismo, que pretende transformar os protestos legítimos em crimes contra o patrimônio público e privado, levou o Rotary Internacional - uma organização voluntária de prestação de serviços humanitários e que está completando 109 anos de ações destinadas, com prioridade, à busca da Paz e da compreensão mundial - a enviar uma Carta Aberta à presidente Dilma Rousseff, onde, além de lamentar a violência dos confrontos entre a Polícia e grupos de mascarados, muitos deles ligados a partidos extremistas, sugere medidas de curto, médio e longo prazo para que o Brasil volte a viver em clima de paz e tranquilidade, com a Democracia se estabelecendo nos quatro cantos do País.
Na introdução do documento, subscrito por uma dezenas de ex dirigentes dos RCs em todo o País, os rotarianos ressaltam que é evidente, e a todos os brasileiros preocupa, a escalada da insegurança e violência que vem se disseminando pelo País, o que nos leva a uma trágica constatação de que, os fora da lei e desordeiros estão “ganhando o jogo” das forças policiais em todo o Brasil, mormente nas grandes capitais, onde imperam cinturões de pobreza.
“Este clima de absoluta insegurança, sem perspectivas de uma breve solução, se arrasta há meses, atingindo a sociedade como um todo, nos segmentos mais altos até os mais pobres, que vivem momentos de constante angústia e incerteza, e que, lamentavelmente, não demonstram sinais de uma solução necessária e definitiva”.   
De imediato, os rotarianos pedem uma união de esforços entre as forças de segurança de todos os níveis de governo para combater o que chamam de “arruaceiros de encomenda”.
A médio prazo, sugerem uma justa e equânime fixação dos salários de qualquer classe dos servidores públicos, incluso os profissionais de segurança pública,” tendo como referencial os salários dos profissionais similares do mercado, posto que, este é um referencial saudável e justo, não recebendo influencias da vontade humana e sim do valor que a comunidade confere a utilidade do serviço prestado”
A longo prazo, o documento prega o reconhecimento profissional, “através de critérios justos e claros, tendo por base a meritocracia, como forma equânime do promover o necessário aproveitamento e promoção dos mais capazes".

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