FÓRUM
DEBATE A INTOLERÂNCIA
RELIGIOSA
EM DUQUE DE CAXIAS
Com o
lema “Juntos de mãos dadas contra a Intolerância Religiosa”, o 1º Fórum Contra
a Intolerância Religiosa de Duque de Caxias, atraiu no sábado (20), ao
auditório da Universidade Unigranrio, representantes das mais variadas
religiões com o objetivo de respeito às cores e credos que marcam a
religiosidade brasileira, contrariando manifestações de ofensas e ataques a
templos, igrejas e matrizes africanas.
O
evento foi realizado pela Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos
Humanos (SMASDH), através da Coordenadoria Municipal de Políticas de Promoção
de Igualdade Racial e Direitos Humanos, Individuais, Coletivos e Difusos – LGBT
(COMPPIRD) e do Conselho Municipal Contra a Intolerância Religiosa de Duque de
Caxias (CMCIRDCD).
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Sharlene Rosa, coordenadora do COMPPRIRD |
“Reitero
o nosso prazer e estima de participar desta comunhão religiosa, uma vez que o
cidadão, por ser livre, pode e deve agir
segundo seus preceitos religiosos. E estes devem ser respeitados por todos.
Comungamos que a verdadeira religião está na prática diária com atos humanos e
na contribuição de uma vida mais digna para todos. Reafirmo que a grandiosidade
do ser humano está não só naquilo que prega, mas nos ensinamentos vivenciados.
A SMASDH participando deste governo que pensa no cidadão não poderia deixar de
ser contra a qualquer forma de discriminação. Vamos construir juntos UMA NOVA
CAXIAS”, disse a subsecretária municipal de Assistência Social e Direitos
Humanos, Letícia Dávila.
A
COMPPIRD vem desenvolvendo um trabalho voltado para a promoção de políticas
públicas de enfrentamento e combate à violência e à discriminação por cor, raça,
credo para os diversos grupos etnicoraciais, afrodescendentes, indígenas,
quilombolas, ciganos, população LGBT e para os diversos grupos religiosos, em
especial, os de matriz africana. Outro objetivo da coordenadoria é fomentar a
construção de um Plano Municipal de Promoção da Liberdade Religiosa em resposta
ao Plano Estadual de Promoção da Liberdade Religiosa e Direitos Humanos.
“O
fórum teve como objetivo promover no município os pilares democráticos do
direito que são o respeito, a liberdade e o acesso irrestrito aos direitos
fundamentais, bem como instituir em Duque de Caxias a discussão e implementação
de políticas contra intolerância religiosa”, destacou a coordenadora do
COMPPIRD, Sharlene Rosa.
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Não faltou a apresentações culturais |
O
público alvo foram os grupos e segmentos religiosos caxienses, a população em
geral, as secretarias municipais e os órgãos estaduais e outras entidades que
visam assegurar a liberdade de expressão desta política, além da sociedade
civil e seus segmentos, que formaram a comissão de organização do 1ª Fórum de
Intolerância Religiosa de Duque de Caxias.
Marcaram
presença no evento, o secretário municipal de Meio Ambiente, Luiz Renato
Vergara, a representante da Superintendência de Direitos Individuais, Coletivos
e Difusos, Denise Thayná, o coordenador do Programa Rio Com Liberdade
Religiosa, Claudio Nascimento, o vereador e presidente da Comissão de Direitos
Humanos da Câmara Municipal, Moa, a vice-presidente do Conselho Municipal de
Defesa dos Direitos do Negro e Promoção da Igualdade Racial e Étnica, Leninha,
a representante da Comissão Permanente de Combate às Discriminações e
Preconceitos de Cor, Raça, Etnia, Religião e Procedência Nacional da Alerj,
Lara Moutinho, o coordenador do Centro de Promoção da Liberdade Religiosa &
Direitos Humanos, Adailton Moreira e o membro da Comissão de Combate de Intolerância
Religiosa, Luiz Carlos Amaral. Além de representantes de igrejas católicas,
evangélicas e matrizes africanas.
Durante o Fórum foram discutidos temas
como a elaboração de um Plano Municipal
de Ações e Metas para o Enfrentamento da Intolerância Religiosa, a inclusão da
Caminhada Contra a Intolerância Religiosa – 23 de novembro de 2014 – no calendário da cidade, independente da semana
de tradições e artes Negras e Contemporâneas de Duque de Caxias, discutir
providências para enfrentar os atos de discriminação e vandalismo ocorrendo nas
dependências das religiões – Templos, Centros, Terreiros, Igrejas etc.
►DELAÇÃO CONTINUA SOB SIGILO
O juiz
Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, impediu hoje (22) acesso às
informações prestadas pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo
Roberto Costa, em troca da delação premiada. Além da Comissão Parlamentar Mista
de Inquérito (CPMI), que investiga irregularidades na estatal, Moro também
negou acesso à Controladoria-Geral da União (CGU) e à própria Petrobras.
Em outro
despacho, Sérgio Moro determinou, conforme solicitado pelo presidente da CPMI
da Petrobras, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), o encaminhamento à Comissão de
cópia dos depoimentos da contadora do doleiro Alberto Youseff, Meire Poza.
“Reconheço
o papel relevante da CGU e das CPIs na investigação criminal e no controle da
Administração Pública. Também enalteço o auxílio que a Petrobras S/A tem
prestado para investigação e instrução dos processos nesse feito, bem como o
legítimo interesse das três em obter cópia dos supostos depoimentos prestados
por Paulo Roberto Costa. Entretanto, o momento atual, quando o suposto acordo e
os eventuais depoimentos colhidos sequer foram submetidos à homologação
judicial, não permite o compartilhamento, sem prejuízo de que isso ocorra no
futuro”, justificou o juiz.
►MARINA VOLTA A DESCARTAR A REELEIÇÃO
A
candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, afirmou hoje (22)
que, se eleita, vai cumprir o mandato de quatro anos e não tentará a reeleição.
Ao participar de uma sabatina com integrantes da Associação Nacional de
Educação Católica, em Brasília, a candidata criticou o processo de recondução
aos cargos do Executivo que, segundo ela, é “um atraso para o país”. A ex
senadora se comprometeu a defender uma reforma política que mude essa regra já
para as próximas eleições.
“Estou
antecipando que só terei quatro anos de mandato porque vamos apresentar o
projeto de reforma política aumentando [o mandato] de quatro para cinco anos”,
disse ela, explicando que a mudança só valerá para o governo seguinte e
incluirá o fim da reeleição.
“O
problema da reeleição é esse de criar uma confusão entre o uso institucional
para o exercício da função e o uso dos meios e equipamentos que são do Estado
para campanha. Essa é uma ambiguidade que será resolvida com o fim da
reeleição”, afirmou.
No
encontro, Marina destacou pontos de seu programa de governo e reiterou compromissos
como o de melhorias na área de educação e implementação do ensino em tempo
integral nas escolas. A candidata descartou rumores de que não dará sequência a
programas sociais, como o Bolsa Família. “Estão dizendo aí que eu vou acabar
com tudo e ainda vou acabar com o resto”, disse em tom irônico, provocando
risos da plateia.
►MARINA CONDENA O MARKETING SELVAGEM
“Contra
o marketing selvagem não vale
argumento, só discernimento. Peço o discernimento do povo brasileiro porque não
dá para acreditar que uma pessoa possa acabar com pré-sal, Fies [Fundo de
Financiamento Estudantil], Pronatec [Programa Nacional de Acesso ao Ensino
Técnico e Emprego], Bolsa Família, a transposição do São Francisco, o décimo
terceiro, as férias, privatizar a Petrobras, a Caixa Econômica e o Banco do
Brasil. Se uma pessoa pode fazer isso é porque temos um país que é papel. Isso
fere o bom senso e a inteligência dos brasileiros”, completou.
Marina
Silva reforçou que vai aperfeiçoar programas que estão dando certo, mas
precisam entrar em uma “terceira geração”. “Precisamos dar um terceiro passo e
criar programas de terceira geração, que vão trabalhar com uma cesta de
oportunidades com agentes de desenvolvimento social para que as famílias que
estão cadastradas no Bolsa Família possam ter uma ação customizada para sair da
situação de vulnerabilidade, juntando oportunidades disponíveis", explicou
a candidata. Ela ressaltou que, muitas vezes, a pessoa já tem um filho formado,
mas falta a profissionalização. "O Estado pode ajudar essa família.”
A
ex-senadora minimizou possíveis problemas que poderá enfrentar, caso seja
eleita, para aprovar projetos prioritários sem uma base parlamentar forte no
Congresso Nacional. Marina ressaltou que, mesmo com a maior bancada no
Legislativo, o atual governo admite esse tipo de dificuldade. Para ela, esse é
um problema tem de ser contornado com uma mudança na lógica de governar o país
e com uma aliança entre todos os partidos.
"O
que estamos propondo é não nos conformamos com essa forma e estabelecer uma
governabilidade programática. Vamos governar com os melhores de todos os
partidos. Eu sonho com uma governabilidade em que as pessoas escaladas pelo
PSDB sejam comprometidas com a estabilidade econômica, as escaladas pelo PT,
comprometidas em manter e aperfeiçoar a inclusão social, as escaladas pelo PSB,
comprometidas em renovar a política e as escaladas pela Rede [partido fundado
por Marina, ainda sem registro definitivo na Justiça Eleitoral], comprometidas
com a sustentabilidade”, explicou.
Marina
também comentou denúncias envolvendo a Petrobras e o Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE). Para a ex-senadora, a credibilidade da estatal
e do instituto acaba sendo prejudicada por um erro de gestão. “Lamento que
indicações políticas que muitas vezes não obedecem a critérios técnicos dentro
das agências, dentro da Petrobras, dentro do IBGE, possam causar esse
prejuízo." Para ela, todos esses problemas não devem ser tratados como se
fossem banais. "Devem ser tratados com o nível de preocupação que o
problema requer. Nosso compromisso é que esses cargos serão preenchidos por
critérios técnicos e critérios éticos”, afirmou.
Antes
da sabatina, Marina encontrou-se com ciclistas e assinou uma carta apresentada
pelo grupo comprometendo-se com políticas de melhoria para o transporte não
motorizado.
►JUÍZES
DISCUTEM O USO DA MACONHA

O
debate, presidido pelo senador Cristovam Buarque (PDT-DF), contou também com a
participação do procurador da República Guilherme Zanina Schelb e do psiquiatra
Fábio Gomes de Matos e Souza, que se manifestaram contra a legalização do uso
de maconha. A coordenadora do Movimento Mães de Maio, Débora Maria da Silva,
criticou o combate ao tráfico como tem sido feito. Segundo ela, as ações são
realizadas de forma preconceituosa contra os moradores das periferias.
O
senador Cristovam Buarque abriu a palavra a várias pessoas que acompanhavam a
audiência no plenário e ressaltou que ainda não tem uma posição definida quanto
à regulamentação do uso recreativo da maconha. Apesar do desgaste que tem
sofrido com as audiências, devido à manipulação feita sobre sua posição e
discussões polêmicas que acontecem nas reuniões, o senador avisou que vai
continuar promovendo o debate.
- Eu
não vou parar de fazer as audiências, porque elas têm um papel de me ilustrar,
de me ajudar a tomar a decisão – disse.
O juiz
Carlos Maroja defendeu que os usuários de drogas não sejam considerados
criminosos, mas pessoas que precisam de ajuda. Ele estimou que as quatro varas
de entorpecentes no Distrito Federal tenham, juntas, cerca de 10 mil processos
envolvendo traficantes. No entanto, esses traficantes não são os grandes, mas
usuários que começam a comercializar a droga para suprir o próprio vício.
- O
sistema penitenciário infelizmente não ajuda a educar as pessoas e o problema
grande aqui é de educação – opinou.
Para o
juiz João Batista Damasceno, ser a favor da regulamentação do uso da maconha
não significa ser a favor de seu consumo. Ele argumentou que se morre e se mata
mais em razão da proibição das drogas do que por overdose.
- Uma
criança ou um adolescente pode ter dificuldade de comprar bebida ou cigarro,
mas nada o impede de adquirir qualquer tipo de droga ilícita que quiser –
argumentou.
O
magistrado manifestou-se também contra a internação compulsória de viciados em
drogas. Para ele, a medida fere a liberdade individual e tem sido usada por
alguns apenas para obter vantagens financeiras.
O juiz
Roberto Luiz Corcioli Filho provocou manifestações de protesto dos presentes ao
dizer que não desejaria um mundo sem drogas, pois isso significaria um mundo
autoritário ou totalitário. Ele também defendeu a liberdade individual e
questionou o fato de a maconha ser proibida e álcool não.
- Há
diversos estudos que demonstram que o álcool é a droga socialmente mais danosa,
porque o seu consumo é muito difundido, inclusive os danos individuais também
são bastante intensos – afirmou.
A
coordenadora do Movimento Mães de Maio afirmou que o combate ao tráfico de
drogas apenas prejudica as pessoas que moram nas periferias. Mãe de uma vítima
da ação da polícia em São Paulo contra a facção criminosa PCC, que matou cerca
de 600 jovens em maio de 2006, Débora disse que seu filho não usava drogas,
trabalhava como gari e foi morto injustamente.
- Não
existe guerra ao tráfico, mas guerra contra as pessoas. É perseguição às
pessoas e essas pessoas têm cor e tem classe social. Porque quando a gente
entra no presídio a gente vê os porões dos navios negreiros – criticou.
Para
Débora, não é com a criminalização que se vence a luta contra as drogas, mas
com educação.
Os efeitos negativos da maconha
►REBELDIA
SERIA O EFEITO COLATERAL
Com
mais de 20 anos atuando na defesa da infância e juventude, contra abusos,
exploração sexual e pedofilia, o procurador da República Guilherme Zanina
Schelb, disse que a liberação da maconha teria profundo impacto negativo na
vida de crianças e adolescentes, assim como o cigarro e bebida já têm.
Ele
advertiu que segundo pesquisas recentes um dos resultados imediatos do consumo
por jovens é a recusa a obedecer a autoridades. Ainda de acordo com esses
estudos, os usuários se tornariam rebeldes incontroláveis, tendo repulsa a
pais, professores e orientadores. Além disso, segundo ele, quem usa maconha na
adolescência tem quatro vezes mais chances de tornar dependente químico.
O
procurador destacou que a incidência de crimes praticados e sofridos por
crianças e adolescentes drogados é avassaladora. São jovens corrompidos em sua
consciência e vontade, facilmente estimulados ao crime; à prática sexual
precoce e à prostituição.
- Os
sistemas legal e administrativo brasileiros não conseguem conter o epidêmico
consumo de bebida alcoólica por adolescentes, quanto mais o uso de uma droga
produzida em casa. A proibição legal é fundamental como modelo para gerações. É
simbólica, mas fundamental: professores, pais e educadores terão a quem
recorrer para ensinar o bom caminho às crianças. Não usem droga que é proibido
– disse.
►A
PSIQUIATRIA E AS DROGAS
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- Se eu
uso maconha aumenta em dez vezes a chance de eu ter esquizofrenia – alertou.
O
psiquiatra levantou ainda a questão dos menores de idade que, na opinião dele,
ficarão vulneráveis, porque se a droga for regulamentada apenas para pessoas
acima de 18 anos, os traficantes se voltarão para os jovens de 12 a 17 anos.
- Quem
vai fiscalizar esse consumo de drogas dos 12 aos 17 anos? E nós temos um sistema
de saúde falido. Porque o CAPSAD (Centro de Atenção Psicossocial Álcool e
Drogas) só atende a partir de 16 anos. E o CAPS I (Infantil) não atende drogas
– questiona Fábio Gomes de Matos.
►PROJEÇÃO
DO PIB/INFLAÇÃO CONTINUA RUIM
A
projeção de instituições financeiras para o crescimento da economia, este ano,
está em queda há 17 semanas seguidas. De acordo com pesquisa feita pelo Banco
Central (BC), desta vez, a estimativa caiu de 0,33% para 0,30% de expansão do
Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no
país. Para 2015, a projeção caiu de 1,04% para 1,01%.
Para a
produção industrial, a estimativa de retração, este ano, passou de 1,98% para
1,94%. No próximo ano, a projeção de expansão é 1,6%, contra 1,5% da semana
passada.
A
projeção de instituições financeiras para a inflação, medida pelo Índice
Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi ajustada de 6,29% para
6,30%, este ano, e de 6,29% para 6,28%, em 2015.
As
estimativas estão acima do centro da meta (4,5%) e abaixo do limite superior
(6,5%). É função do BC fazer com que a inflação fique dentro da meta. Um dos
instrumentos usados para influenciar a atividade econômica e, consequentemente,
a inflação, é a taxa básica de juros, a Selic.
Essa
taxa é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de
Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros
da economia.
A
projeção das instituições financeiras para a Selic, ao final deste ano, foi
mantida no atual patamar de 11% ao ano. Para o final de 2015, a projeção passou
de 11,50% para 11,25% ao ano.
A
pesquisa semanal do BC também traz a mediana das expectativas para a inflação
medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), que foi
alterada de 3,77% para 3,72%, este ano, e de 5,52% para 5,50%, em 2015. Para o
Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), a estimativa segue 3,67%, este ano, e
em 5,50%, em 2015.
A
estimativa da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor da Fundação
Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) foi ajustada de 5,49% para 5,47%,
este ano, e de 5,25% para 5,27%, em 2015.
A projeção para a cotação do dólar foi ajustada de R$
2,30 para R$ 2,34, ao final deste ano, e segue em R$ 2,45, ao fim de 2015
►FIRJAN
REUNE EMPRESÁRIOS EM CAXIAS
A
Representação Regional da FIRJAN na Baixada Fluminense II promove no próximo
dia 30 o Encontro de Relacionamento
Empresarial. O evento, gratuito, será realizado em parceria com o Centro
Industrial do Rio de Janeiro (CIRJ), instituição que faz parte do Sistema
FIRJAN.
O
objetivo é reunir empresários e executivos de diferentes segmentos para
debater, trocar informações, negociar e firmar novas parcerias. Os
participantes poderão conhecer também os produtos, a estrutura, os serviços e
os cases de sucesso de três importantes empresas da região: a JBS Foods, uma
das maiores empresas do ramo alimentício do mundo; a Chaco-Vaco, indústria que
se destaca pelo comprometimento com o meio ambiente através da coleta e o reuso
da madeira; e o Grupo FORZA, uma das maiores redes de postos de combustíveis e
conveniências do Estado do Rio de Janeiro.
O Encontro de Relacionamento Empresarial vai
acontecer no auditório da FIRJAN em Duque de Caxias, a partir das 9h30. As
inscrições já estão abertas e deve ser feitas através dos telefones 0800 0231
231 ou 4004 0231.
O
Auditório da Representação Regional da FIRJAN/CIRJ na Baixada Fluminense Área
II, fica na Rua Arthur Neiva, 100 (SESI) – Bairro 25 de agosto – Duque de
Caxias.
►PELO DE RATO NO EXTRATO DE TOMATE
A
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a interdição
cautelar, por 90 dias, do lote L6 do extrato de tomate da marca Knorr–Elefante,
fabricado pela empresa Cargill Agrícola S.A., com sede em Goiânia (GO). O lote
tem validade até 21 de maio de 2015 e obteve resultados insatisfatórios de
rotulagem e de matéria estranha macroscópica e microscópica. Nas análises,
técnicos da Anvisa descobriram fragmentos de pelo de roedor (ratos) acima do
limite de tolerância estabelecida, de 1 fragmento em 100g.
Também
por 90 dias, foi interditado o lote L04501, do alimento Suspiro Duplo, marca
Doces Arapongas Prodasa, fabricado por Produtos Alimentícios Arapongas S.A –
Prodasa, em Arapongas (PR). Com validade até 28 de novembro de 2014, os
resultados foram igualmente insatisfatórios nas análises de rotulagem e de
matéria estranha macroscópica e microscópica. Nele, confirmaram a presença de
fragmentos de vidro no produto.
Nos
dois casos, a Anvisa considerou os laudos de análise fiscal emitidos pelo
Instituto Octávio Magalhães da Fundação Ezequiel Dias e as notificações feitas
pela Vigilância Sanitária de Minas Gerais.
A
Cargill informou que está tomando todas as medidas cabíveis para avaliar o caso
junto à Anvisa e à Vigilância Sanitária de Minas Gerais para comprovar a
adequação do produto tendo, inclusive, já apresentado recurso contra o
resultado do laudo de análise.
“A
empresa informa que os demais lotes do Extrato de Tomate, da marca
Knorr-Elefante, com conteúdo nominal de 850g, cuja data de validade não seja de
21 de maio de 2015, mesmo que produzido pela linha L06, não foram afetados pela
referida interdição e estão aptos a livre comercialização. Também não foram
afetados as demais formas de apresentação do produto Extrato de Tomate, da
marca Elefante. Reiteramos o compromisso da Cargill com o cumprimento integral
da legislação brasileira, assim como com o cumprimento de todas as normas de
segurança alimentar e padrões de higiene e qualidade”, disse a empresa em nota.
Procurada
pela Agência Brasil, a Prodasa informou que o lote de suspiros, distribuído
apenas em Minas Gerais, foi retirado do mercado e as análises da empresa não
apontaram nenhum fragmento de vidro no produto. Uma possível explicação,
segundo a assessoria da Prodasa, é que, como o suspiro é feito basicamente de
açúcar e gelatina, em contato com a água, esses ingredientes podem ter se
cristalizado.
A
assessoria da Prodasa informou ainda que a fábrica foi vistoriada pela
Vigilância Sanitária de Arapongas e não apresentou nenhuma irregularidade.
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